Creation Science News


Fóssil réptil ajuda pesquisadores a desvendarem como as cobras perderam suas pernas
02/01/2016, 9:30 PM
Filed under: Sem categoria

Fóssil réptil ajuda pesquisadores a desvendarem como as cobras perderam suas pernas4

A análise de um fóssil réptil está ajudando os cientistas a resolver um enigma evolutivo: como as cobras perderam suas pernas.

O crânio fóssil possui 90 milhões de anos. As comparações entre tomografias feitas do exemplar e de répteis modernos indicam que as cobras perderam suas pernas quando seus ancestrais evoluíram para viver e caçar em tocas, o que muitas cobras ainda fazem hoje.

Os resultados mostram que esses animais não perderam seus membros a fim de viver no mar, como tinha sido sugerido anteriormente.

Característica comum

Fóssil réptil ajuda pesquisadores a desvendarem como as cobras perderam suas pernas2

Os cientistas usaram tomografia computadorizada para examinar o ouvido interno do Dinilysia patagonica, um réptil de dois metros de comprimento intimamente ligado às cobras modernas.

Estes canais e cavidades ósseas, como aqueles nos ouvidos de cobras escavadoras modernas, controlavam sua audição e equilíbrio.

Foram construídos modelos virtuais em 3D para comparar em seguida os ouvidos internos dos fósseis com os de lagartos e cobras modernas.

Fóssil réptil ajuda pesquisadores a desvendarem como as cobras perderam suas pernas

Crânio do D. patagonica

Os pesquisadores descobriram uma estrutura distinta dentro do ouvido interno do fóssil e dos animais que escavam ativamente. Essa estrutura pode ajudá-los a detectar presas e predadores, e não está presente em cobras modernas que vivem na água ou acima do solo.

Espécie ancestral

As descobertas vão ajudar os cientistas a preencher lacunas na história da evolução das cobras.

“Como as cobras perderam suas pernas tem sido um mistério para os cientistas, mas parece que isso aconteceu quando os seus antepassados se tornaram peritos na construção de tocas”, disse o Dr. Hongyu Yi, da Escola de Geociência da Universidade de Edimburgo, na Escócia, que liderou a pesquisa.

Dinilysia patagonica foi confirmada como a maior cobra escavadora já conhecida. Também pode oferecer pistas sobre uma espécie ancestral hipotética, do qual todas as cobras modernas seriam descendentes, que provavelmente era escavadora.

Hype Science

——————————————

COMENTÁRIO:

Por Daniel Froes Zordan

Isso faz me lembrar da passagem bíblica:

“E disse o Eterno Deus à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita é tu, mais que todo quadrúpede e mais que todo animal do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida” (Gênesis 3:14)

Do ponto de vista bíblico, as cobras não evoluíram a partir de outro tipo de criatura e, nem perderam suas patas através de processos evolutivos ao longo de milhões de anos, como propõe a teoria evolucionista. Todavia, isso não quer dizer que as cobras têm permanecido inalteradas desde a sua criação; pelo contrário, é evidente que ocorreram mudanças evolutivas – porém, em pequena escala (Micro-evolução). Por exemplo, originalmente as serpentes comiam plantas (Gênesis 1:30), hoje são carnívoras; algumas espécies vivem nos desertos, outras em águas, outras em florestas – além de possuírem diversos tipos de coloração de pele e tamanho.  

No relato de gênesis podemos ver que Deus amaldiçoou a serpente, implicando que iria andar sobre teu ventre. Isto sugere que, provavelmente, esse tipo específico de serpente, possuía originalmente patas. Deus, possivelmente, fez uma alteração genética que levou à perda de patas na prole daquele animal específico

Assim sendo, os dados apenas nos mostram que as cobras sempre foram cobras, com patas ou não, encaixando-se perfeitamente com o que diz a o relato de gênesis. Deus criou e estabeleceu as estruturas básicas da vida, com suas possibilidades de variações genéticas limitadas, para que pudessem reproduzir e multiplicar segundo a sua espécie (Gênesis 1:22-25) – não entre espécies

Referências:

1 . H. Yi, M. A. Norell “The burrowing origin of modern snakes” (Science Advances, 2015; 1 (10): e1500743 DOI: 10.1126/sciadv.1500743)

Abstract

Modern snakes probably originated as habitat specialists, but it controversial unclear whether they were ancestrally terrestrial burrowers or marine swimmers. We used x-ray virtual models of the inner ear to predict the habit of Dinilysia patagonica, a stem snake closely related to the origin of modern snakes. Previous work has shown that modern snakes perceive substrate vibrations via their inner ear. Our data show that D. patagonicaand modern burrowing squamates share a unique spherical vestibule in the inner ear, as compared with swimmers and habitat generalists. We built predictive models for snake habit based on their vestibular shape, which estimated D. patagonica and the hypothetical ancestor of crown snakes as burrowers with high probabilities. This study provides an extensive comparative data set to test fossoriality quantitatively in stem snakes, and it shows that burrowing was predominant in the lineages leading to modern crown snakes.


2 Comentários so far
Deixe um comentário

Certo Livro considerado “lenda” já dizia que as cobras NÃO rastejavam…!

Comentário por Cícero

Esse livro também dizia que o morcego era pássaro.

Comentário por Pedro Mariano




Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: