Creation Science News


Chifre de triceratops de 33.500 anos confirma que dinossauros e seres humanos conviveram juntos
09/04/2015, 7:29 AM
Filed under: :::::: PUBLICAÇÕES: A - Z ::::::

Por April Holloway

Fóssil do chifre de um Triceratop

Fóssil do chifre de um Triceratops

Um chifre da testa de um triceratop descoberto no Dawson County, Mont., foi de maneira controversa datado com a idade de 33,500 anos, colocando em causa a visão que afirma que os dinossauros morreram há cerca de 65 milhões de anos.

Este achado sugere de modo radical que os seres humanos podem ter caminhado na Terra lado a lado a estes répteis assustadores há milhares de anos atrás. O chifre do triceratop foi escavado em Maio de 2012 e guardado no “Glendive Dinosaur and Fossil Museum”. O museu, que desde 2005 tem cooperado com o Paleochronology Group, uma equipa de consultores na geologia, paleontologia, química, engenharia e educação, enviou uma amostra da parte externa do chifre ao chefe do Paleochronology Group, Hugh Miller, a pedido deste como forma de levar a cabo testes com o Carbono-14.

Miller enviou a amostra para a Universidade da Geórgia (“Center for Applied Isotope Studies”) para este propósito. A amostra foi então dividida em duas frações com a maior parte ou produtos resultantes do colágeno a dar uma idade de 33,570 ± 120 anos, e a fração de carbonato da bioapatite óssea a dar uma idade de 41,010 ± 220 anos [UGAMS-11752 & 11752a]. O Sr Miller disse à Ancient Origins que é sempre preferível datar várias fracções com o carbono-14 (o que Miller exigiu) como forma de minimizar a possibilidade de erros e que uma concordância essencial foi atingida nos milhares de anos tal como em todas as frações ósseas de 10 outros dinossauros.

Triceratops, nome que significa “face com três chifres”, é um gênero de dinossauro herbívoro ceratopsid de quem se diz ter inicialmente aparecido durante a parte final da era Maastrichtian e na parte final do período Cretáceo – há cerca de 68 milhões de anos atrás naquilo que atualmente é a América do Norte – e havendo se extinguido no evento de extinção do Cretáceo-Paleogene há 66 milhões de anos atrás. No entanto, cientistas do Paleochronology Group, que levam a cabo pesquisas relacionadas a “anomalias da ciência”, salientam que os dinossauros não morreram há milhões de anos atrás e que existem evidências suficientes em favor da tese de que eles se encontravam vivos até há cerca de 23,000 anos atrás.

Ilustração artística de um Tricerátops

Ilustração artística de um Triceratops

té recentemente, a datação com o Carbono-14 nunca era usada para testar ossos de dinossauros visto que as análises só são fiáveis até aos 55,000 anos. Os cientistas nunca consideraram proveitoso fazer testes nesses ossos porque era crença geral que os dinossauros haviam-se extinguido há 65 milhões de anos, datação obtida a partir de datação radiométrica às camadas vulcânicas no topo ou por baixo dos fósseis – método que o Paleochronology Group declara ter “problemas sérios e onde pressuposições consideráveis têm que ser feitas.”

Miller disse o seguinte ao Ancient Origins:

“Tornou-se claro com o passar dos anos que não só os paleontólogos estavam a negligenciar o teste aos ossos de dinossauro em busca de conteúdo C-14, como se recusavam de todo a fazê-lo. Normalmente, um bom cientista ficará curioso em torno das idades dos ossos fósseis importantes”.

Os resultados em torno da análise ao Chifre do Tricerotops não são únicos; segundo Miller, foram feitos numerosos testes com o C-14 aos ossos de dinossauros, e, surpreendentemente, todos eles deram idades na ordem dos milhares de anos e não na ordem dos milhões de anos:

Eu [Miller] organizei o “Paleochronology Group” em 2003 como forma de preencher um vazio relativa à madeira fóssil e também aos ossos de dinossauros visto que eu estava curioso em relação à sua idade através da datação C-14. Nós temos, consequentemente, usado a datação C-14 para resolver o mistério do porquê tecido macio e imagens de dinossauros existirem por todo o mundo. O nosso modelo previa que os ossos de dinossauro iriam ter quantidades significantes de C-14 e de facto, e no intervalo temporal que vai dos 22,000 aos 39,000 anos BP, eles têm.

Há muito tempo que numerosos pesquisadores independentes têm alegado a existência de evidências em favor da tese de que homens e dinossauros caminharam juntos sobre a Terra, tais como centenas de obras de arte antigas e artefatos que aparentam descrever dinossauros muito antes da ciência moderna ter unido os fósseis de dinossauros e ter levado a cabo análises de modo a produzir reconstruções detalhadas da sua aparência. No entanto, ainda mais intrigante é a descoberta de tecido macio nos fósseis de dinossauro.

Na edição de Março de 2005 da Science, a paleontóloga Mary Schweitzer e a sua equipa anunciaram a descoberta de tecido macio dentro do osso duma perna de Tiranossauro rex  (encontrado na Hell Creek Formation no Montana) datado com 68 milhões de anos – uma descoberta controversa se levarmos em conta que os cientistas eram de opinião de que as proteínas do tecido macio se degeneravam em menos de 1 milhão de anos na melhor das condições. Depois de ter sido recuperado, o tecido foi reidratado e os testes revelaram sinais de estruturas intactas tais como vasos sanguíneos, matrizes ósseas, e tecido conjuntivo.

Mais recentemente, Mark Armitage e Kevin Anderson publicaram na “Acta Histochemica (revista por pares) os resultados de análises microscópicas de tecido macio dum chifre de triceratops. Armitage, um criacionista, alegou que tal preservação de células é uma impossibilidade científica se realmente os dinossauros tiverem caminhado na Terra há mais de 66 milhões de anos atrás. Com base nisto, ele deu início a uma discussão com os seus colegas e estudantes em torno da implicação de tal descoberta estar de acordo com a perspectiva criacionista, e que os dinossauros existiram muito mais tarde do que a altura temporal que a corrente científica oficial defende, um ato que lhe valeu ser imediatamente despedido da Universidade da Califórnia.

Embora o Paleochronology Group afirme não ser “de nenhuma crença ou denominação particular”, sem dúvida que existem aqueles com crenças criacionistas dentro do grupo, um fato que os críticos apontam como algo que pode perturbar os seus resultados. No entanto, o grupo apelou a qualquer cientista que replique os seus resultados levando a cabo rigorosos testes de C–14 às amostras de dinossauro.

Todas as amostras testadas renderam porções significativas de Carbono-14 através de extensivos cruzamentos de verificação às idades do colágeno ósseo, produtos orgânicos e carbonatos provenientes do bioapatite óssea das unidades de AMS e obtidas em concordância. Logo, as probabilidades sobrepujantes são da maioria, se não todos, os ossos de dinossauro não-petrificados ou até aqueles que supostamente estão petrificados presentes nos museus e nas universidades virem a demonstrar resultados semelhantes. Portanto, apelamos a todas as pessoas responsáveis por essas coleções para ver se elas podem replicar os nossos resultados. As implicações são imensas.

Até agora, o desafio tem sido rejeitado pelos outros cientistas, e tentativas anteriores de publicar os resultados de C-14 foram repetidamente bloqueadas. Dados crus, vazios de interpretação, foram bloqueados de apresentação nos procedimentos conferenciais por parte da 2009 North American Paleontological Convention”, a American Geophysical Unionem 2011 e em 2012, a Geological Society of America em 2011 e 2012, e por parte de vários editores de revistas científicas.

O Center for Applied Isotope Studies na Universidade da Geórgia, que levou a cabo o teste “cego” ao C-14 dos ossos de dinossauro sem saber que eram ossos de dinossauro, recusou-se a levar a cabo mais testes ao C-14 depois de saber que estavam a testar ossos de dinossauro. O paleontólogo Jack Horner, curador no Museum of the Rockies da Montana State University”, que escavou os restos de Tiranossauros rex que continham  o tecido macio, chegou até a recusar-se a receber um financiamento de $23,000 para continuar a fazer testes ao C-14 dos restos. Miller diz:

O público precisa de ficar a saber que a descoberta de tecido macio, do C-14 nos ossos de dinossauros, e das representações de dinossauros espalhadas por todo o mundo tornam as crenças [evolutivas] atuais em relação à sua idade obsoletas. A ciência centra-se na partilha das evidências, e no deixar que as apostas caiam onde quer que caiam.

Embora haja a possibilidade dos resultados relativos ao C-14 serem consequência de contaminação ou erro (embora os resultados tenham sido replicados e tenham sido levados a cabo pré-tratamentos rigorosos por parte Universidade da Geórgia como forma de controlar isto), ou de algum outro fator ainda desconhecido pela ciência, parece razoável esperar que os cientistas tentem replicar resultados tão inovadores.

Referências:

1. “Did Humans Walk the Earth with Dinosaurs? Triceratops Horn Dated to 33,500 Years” (Epoch Times, January 25, 2015)

2. “Did Humans Walk the Earth With Dinosaurs? Triceratops Horn Dated to 33,500 Years” (Ancient Origins, 10 January, 2015)


7 Comentários so far
Deixe um comentário

Criacionistas continuam martelando na mesma tecla, se fazendo de cegos e surdos, né, um laboratório sério não se recusa a fazer testes de C14 em amostras de PEDRA fossilizada que se sabe ter milhões de anos por motivos religiosos, mas sim porque TODO o C14 que aparecer em material muito antigo, isto é, com mais de 55 mil anos será de CONTAMINANTES, e não do material original, e o teste não é confiável, simples assim.

Se fizermos uma amostragem de C14 nas camadas superficiais de QUALQUER pedra no mundo, mesmo as originárias de lava solidificada, como os basaltos, encontraremos C14, mas isto não quer dizer que este material seja orgânico, ou que tenha menos de 55 mil anos, certo?

Em ossos fossilizados PETRIFICADOS muito antigos, como é o caso deste chifre (não estamos falando de fósseis congelados), as estruturas ORGANICAS, mesmo os materiais mais resistentes, como colágeno ou queratina seguramente já terão sido substituídos por minerais.

Se forem feitos outros tipos de datação radiométrica mais adequada a este material fossilizado, irão ser encontradas idades muito mais antigas.

Comentário por Adriano

Saudações Adriano!!!

É possível sim haver contaminação. Mas ao que tudo indica não há contaminação. Outro detalhe, é que este fóssil não é uma exceção.

Vale lembrar também, que diamantes não são contaminados. No entanto, foram encontrados em rochas do período pré-cambriano (600 milhões de anos) que também foram detectados C-14. Como pode o diamante, que teoricamente é muito mais antigo do que a rocha que o solidificou, ter uma idade mais jovem? (Jonathan Sarfati, Refuting Compromise, 2004, Master Books Inc., AR, p. 387).

Outro exemplo, são os fósseis encontrados com tecido macio, como foi o caso do Tiranossauro rex de 2005.

Abraço!!!

Comentário por Daniel F. Zordan - Creation Science News

O chifre é de bisão antigo e não de triceratops.

Comentário por Vinicius Sena

Daniel, o que é que indica que não houve contaminação?

Quanto aos tecidos “macios”, eles estavam todos fossilizados, não estavam propriamente macios. Você sabia disso?

Quanto ao caso dos diamante, outras medições foram feitas por outros cientistas nos chamados “diamantes incontamináveis” do Baumgardner, e mostraram que o C-14 não veio dos próprios diamantes; a contaminação teria se dado em laboratório… Isso está bem explicado no TalkOrigins,

Comentário por Vinicius Sena

Saudações Vinicius!

1 – A indicação de não contaminação são os próprios testes feitos. Além de ter ocorrido os mesmos resultados (% de Carbono) com outros fósseis datados com milhões de anos. Segundo, Miller, foram feitos numerosos testes com o C-14 aos ossos de dinossauros, e, surpreendentemente, todos eles deram idades na ordem dos milhares de anos e não na ordem dos milhões de anos.

2 – Sabemos que os tecidos macios estavam fossilizados, caso contrário, não poderiam ter ficado preservado na rocha. Mas o fato é que, segundo os cientistas naturalistas, as proteínas do tecido macio se degeneravam em menos de 1 milhão de anos na melhor das condições (Leia mais sobre isso aqui: http://www.biochemist.org/bio/02403/0012/024030012.pdf).

Depois de ter sido recuperado, o tecido foi reidratado e os testes revelaram sinais de estruturas intactas tais como vasos sanguíneos, matrizes ósseas, e tecido conjuntivo. A própria Mary Schweitzer , em 2005, em entrevista a BBC, disse que “Os caminhos para a deterioração celular dos animais modernos são bem conhecidos. Extrapolações preveem que todo o material orgânico desaparece por completo em 100,000 anos, no máximo” [“The pathways of cellular decay are well known for modern organisms. And extrapolations predict that all organics are going to be gone completely in 100,000 years, maximum.“]

Porque ela com uma ótima cientista teria ficado surpresa?

3 – Não sei qual publicação da “TalkOrigins” afirma ter ocorrido contaminação em laboratório. Mas… o que sabemos que é diamantes são impermeáveis ​​à maioria dos tipos de contaminação. Em Jonathan Sarfati, em seu livro publicado em 2004 “Refuting Compromise” ao analisar Diamantes encontradas em rochas do período pré-cambriano (600 milhões de anos) que também foram detectados C-14, disse:

“O diamante é a substância mais dura conhecida atualmente, sendo assim, é muito resistente a qualquer tipo de contaminação. Os diamantes requerem uma pressão altíssima para se formarem naturalmente abaixo da superfície terrestre. Desta forma, eles se formaram em uma profundidade aproximada entre 100-200 km. […] De acordo com os evolucionistas, os diamantes se formaram cerca de 1 à 3 bilhões de anos atrás.” [Diamond is the hardest substance known, so its interior should be very resistant to contamination. Diamond requires very high pressure to form—pressure found naturally on earth only deep below the surface. Thus they probably formed at a depth of 100–200 km.[…] According to evolutionists, the diamonds formed about 1–3 billion years ago.] [http://www.amazon.com/Refuting-Compromise-Progressive-Creationism-Popularized/dp/0890514119]

Dois anos mais tarde, em 2007, dois cientistas seculares, R.E. Taylora e John Southonc, também fizeram testes (os mesmos usados por John Baumgardner) em diamantes que são impermeáveis ​​à maioria dos tipos de contaminação. Os resultados foram:

“Seis fragmentos cortados a partir de um único diamante exibiram valores de C14 essencialmente idênticos – 69.3 ± 0.5 ka–70.6 ± 0.5 ka BP. Os C14 mais antigos equivalentes em idade foram medidos em diamantes naturais que apresentaram os rendimentos mais elevados correntes.” [“Six fragments cut from a single diamond exhibited essentially identical 14C values – 69.3 ± 0.5 ka–70.6 ± 0.5 ka BP. The oldest 14C age equivalents were measured on natural diamonds which exhibited the highest current yields”]. [Fonte: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168583X07002443%5D

Conclusão: Em todos foram encontrados certas % de C-14. Não há o que discutir. O que está contecendo agora, é que, muitos cientistas naturalistas estou abandonado os testes de C-14, pois toda vez que utiliza-se “Espectrometria de Massas com Aceleradores” para medir a desintegração do Carbono eles tem uma surpresa, existe Carbono.

A pergunta que fica é: Como pode o diamante, que teoricamente é muito mais antigo do que a rocha que o solidificou, ter uma idade mais jovem?

Comentário por Daniel F. Zordan - Creation Science News

Não vai demorar muito para eles acharem um fóssil de humano montado num dinossauro. Duvidam? Esperem para ver.

Comentário por Roger

mas se a terra tem 6 000 anos, como poderiam descobrir algo com 33 500 anos ?

Comentário por vitorhugoj3




Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: