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Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução
07/04/2015, 7:37 AM
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Tentilhões

Tentilhões

Os tentilhões das Ilhas Galápagos são um símbolo icônico da teoria da evolução de Charles Darwin. No entanto, as evidências científicas reais validando a teoria de Darwin de que “uma [destas espécies] havia sido tomada e modificada para fins distintos” há muito que tem sido colocada em causa.

Naquela que é uma das investigações genéticas mais compreensivas até ao dias de hoje, uma equipa de cientistas liderada por Sangeet Lamichhaney da Universidade Uppsala na Suécia, acaba de publicar o seu artigo com o título “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing” (1) na prestigiosa revista científica com o nome de Nature. No entanto, e mais uma vez, as evidências genéticas falham ao não demonstrarem como é que “uma espécie havia sido tomada e modificada.”

Evidências Genéticas

Ao focarem a sua atenção no gene associado ao controle do desenvolvimento da forma do bico das aves, o gene ALX1, a equipa descobriu “discrepâncias enormes com a taxonomia baseada no fenótipo”. Isto não são propriamente boas notícias para a indústria da evolução visto que as diferenças genéticas entre os tentilhões falham ao não se alinharem com o fenótipo – termo referente às características físicas e morfológicas.

As evidências genéticas da pesquisa foram extraídas de amostras de sangue de 120 tentilhões capturados em redes mistas (e posteriormente libertados) posicionadas nas Ilhas Galápagos e nas Ilhas Cocos, e dois grupos próximos de tanagers [espécie de pássaro] das Ilhas Bardados.

O gene ALX1 não só falhou ao não se corresponder de forma consistente com o tamanho e a forma dos bicos, como – e mais importante ainda – serviu para que a equipa apurasse não haver qualquer relacionamento transicional entre os tentilhões, vazios de algum tipo de evidências que sirvam de identificação do ancestral comum – a raiz da árvore de Darwin.

Em vez de se encontrarem evidências das “mudanças [genéticas] pequenas e sucessivas” entre os tentilhões, a equipa descobriu uma partilha de genes – e não mudanças genéticas evolutivas e sequenciais. “Era evidente uma partilha extensiva de variações genéticas entre as populações, particularmente entre os tentilhões terrestres e os arbóreos, com quase nenhuma diferença fixa entre as espécies de cada grupo”.

O Colapso da Árvore de Darwin

A equipa foi incapaz de reconstruir uma árvore baseada nos genes (e com formas transicionais desde a raiz até aos ramos superiores) para nenhuma das populações de tentilhões. Nem foram identificadas as formas transicionais dos nós ramificados da árvore.

Adicionado ainda mais um dilema à teoria da evolução, a equipa “encontrou uma quantidade considerável de diversidade genética dentro de cada população”, salientando que “a ordem de ramificação exata entre …. os tentilhões terrestres e os arbóreos tem que ser interpretada cuidadosamente.” Isto não é propriamente a volta de vitória que a indústria da evolução desejaria.

A imagem genética que emerge entre as populações de tentilhões das Galápagos e das Ilhas Cocos é tão complicada como uma novela de Tolstoy. Geoffry Mohan, escrevendo para o Los Angeles Times (2), chegou até a notar que “as espécies que eram geneticamente semelhantes numa ilha não eram intimamente relacionadas noutras ilhas…… [que] pode ser interpretado como evidência duma hibridização.” As evidências genéticas em favor duma distinção clara entre as populações não existiam.

Uma vez que uma bem sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões – algo que não está de acordo com a teoria de Darwin de que “uma espécie … [foi] tomada e modificada.”

Lamichhaney não está sozinho; Stephen O’Brien, co-fundador do Genome 10K Project,  havia antecipado previamente, em 2012, que “o empoderamento das sequências genéticas dos tentilhões de Darwin iria iniciar a resolução dos enigmas evolutivos que há um século têm deixado os biólogos perplexos.” Embora o Genome 10K Project tenha anunciado que “os cientistas sequenciaram o genoma de um dos tentilhões icónicos das Galápagos descritos por Darwin,” o Genome 10K-Project ainda não publicou qualquer tipo de evidência que resolva os “enigmas evolutivos” da teórica árvore de Darwin.

Akie Sato, do Max-Planck-Institut für Biologie, Alemanha, e num artigo com o nome de “Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” (3) também falhou em distinguir as populações de tentilhões em espécies sequências distintas: “A classificação tradicional das espécies de tentilhões terrestres em seis espécies, e os tentilhões arbóreos em cinco espécies, não se reflete nos dados moleculares.”

Peter e Rosemary Grant, a infame equipa marido-e-mulher que dedicou a sua carreira profissional ao estudo dos tentilhões de Darwin, confirmaram as observações de Sato. Num artigo com o nome de “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches: the role of peripheral isolation” (4), publicado em na edição de Setembro de 2005 da revista “Molecular Ecology”, eles pura e simplesmente declararam que as evidências apontam para uma “dissociação da evolução morfológica e molecular” – evidências científicas devastadoras para a ingênua teoria de Darwin.

Revolução Genética Derruba Teoria da Evolução

A revolução genômica [tem]…. efetivamente derrubado a metáfora central da biologia evolutiva, a Árvore da Vida,” – assim alega Eugene V. Koonin do “National Center for Biotechnology Information” no seu livro The Logic of Chance. O esquema da árvore de Darwin foi, agora, substituído pelo esquema da radiação.

Este esquema (foto) revisto foi publicado na Nature por parte de Nipam H. Patel e com o título de “Evolutionary biology: How to build a longer beak” (5) No entanto, esta revisão tem os mesmos problemas que a árvore de Darwin: ausência de ancestrais e de formas transicionais.

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução

John Archibald, da Universidade Dalhousie, alega no seu livro “One Plus One Equals One” (2014) encontrar pontos comuns com Koonin e salienta: “a árvore da vida tem passado por muitas dificuldades….. [com] a imagem geral que emerge sendo uma de mosaicismo”– e não uma de mudanças evolutivas onde “uma espécie…é tomada e modificada” para outra espécie.”

Surpreendentemente, David Baum e Stacey Smith no seu livro “Tree Thinking, an Introduction to Phylogenetic Biology” (2013) avançam ainda mais com as alegações, afirmando que “O nosso conhecimento do processo molecular não é suficientemente bom para descartar uma origem independente.”

Genômica confirma Gênesis

Os tentilhões de Darwin falham os testes genéticos. Embora a revolução genômica continue a fragilizar o conceito da evolução biológica, um padrão mosaico da natureza começa a surgir, revelando evidências científicas que são compatíveis com a descrição da criação presente no Livro de Gênesis, para além de revelarem os tentilhões de Darwin como a versão do século 21 do Homem de Piltdown.

A teoria da evolução já foi uma teoria em crise, mas hoje em dia é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como uma facto filosófico, e não como uma facto científico.

Darwinismo

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

Durante boa parte do século XX, a ‘teoria Darwiniana’, foi uma das ‘hipóteses’, talvez a única, capaz de tentar explicar o aparecimento das diversas espécies conhecidas no planeta terra.

Em seu livro “A Origem das Espécies”, publicado em 1859, Charles Darwin procurou fornecer explicações, com base em suas observações, de que a vida teria evoluído, sendo a ‘seleção natural’ a responsável pela complexidade da diversidade dos seres vivos por meio adaptativos.

De fato, o conhecimento científico da época de Darwin era bem limitado. Darwin acreditava que uma célula era algo simples. Mas hoje sabemos que uma célula tem estruturas de complexidade irredutível. São milhões de nucleotídeos precisamente sequenciados e ajustados, que formam um sistema de maquinas moleculares dotadas de múltiplas partes funcionalmente integradas e precisamente coordenadas.

Darwin não tinha ideia de como era complexo o olho humano. Como teria surgido os mais de 400.000 fotosensores por milímetro quadrado existente na retina? Não há explicação. Nenhum mecanismo evolutivo na atualidade é capaz de explicar como tal complexidade teria evoluído.

Como a teria naturalista-evolucionista poderia explicar toda complexidade existente nos pilares da vida? Estes são os maiores desafios para os evolucionistas.

Dr. Hubert P. Yochey, disse “A pesquisa sobre a origem da vida parece ser a única no sentido de que a conclusão tem sido aceita de forma autoritária… O que falta é encontrar os cenários que descrevam de forma detalhada os mecanismos e processos pelos quais a vida teria acontecido. Uma pessoa pode concluir que, ao contrário do conhecimento estabelecido e atual que descreve a origem da vida na terra através do acaso e de causas naturais baseadas em fato e não na fé, ainda não foram dadas descrições detalhadas”. (“A calculation of the probability of spontaneous biogenesis by information theory”, Journal of Theoretical Biology, 67:377-398, 1977, pag. 379, 396)

Conclusão: Darwin quando observou a vida na terra, principalmente os pássaros tentilhões, não tinha o conhecimento que temos hoje da imensa complexidade da vida.

Microevolução: É totalmente aceito e comprovado que ‘microevolução’ (ou melhor, “micro-variação”) que são recombinações do material genético existente, são as responsáveis pelas “diversidades” dentro de um grupo (espécie) específico. O que seria essa diversidade? Seria, por exemplo, variações na cor dos olhos, na pele, nos pelos, nas flores, nas folhas, bicos (longo, curto, fino, grosso…), pata (curta, longa, fina, grossa…) etc., dentro de uma mesma espécie. Ou seja, na família dos Felídeos você tem tigre, onça, leopardo. (Veja foto abaixo)

Felídeos

Felídeos

Maroevolução: Seria  uma evolução que ocorre acima do nível de espécie. Segundo os evolucionistas-naturalistas, esse foi o processo responsável por transformações que deram origem a grupos, tais como répteis e mamíferos, e que extinguiram outros. A macroevolução, diferentemente da microevolução, é um processo que necessita de milhares, milhões de anos para que mudanças ocorram. (Veja exemplo na imagem abaixo)

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução7

A diferença entre microevolução (microevolution) e macroevolução (macroevolution) pode ser comparada na foto abaixo:


transition fossil
A diferença entre as teorias da Criação (Creation) e da Evolução (Evolution) seguem na imagem abaixo:

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução8

Referência:

1. Sangeet Lamichhaney, Jonas Berglund, Markus Sällman Almén, Khurram Maqbool, Manfred Grabherr, Alvaro Martinez-Barrio, Marta Promerová, Carl-Johan Rubin, Chao Wang, Neda Zamani, B. Rosemary Grant, Peter R. Grant, Matthew T. Webster, Leif Andersson “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing”. (Nature, 19 February 2015, ISSN 0028-0836, E-ISSN 1476-4687, Vol. 518, no 7539, DOI: 10.1038/nature14181)

2. Geoffry Mohan “Genome study unmasks evolution of Darwin’s finches” (Los Angeles Time, February 11, 2015)

3. Akie Sato, Colm O’hUigin, Felipe Figueroa, Peter R. Grant, B. Rosemary Grant, Herbert Tichy, and Jan Klein Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” (Proceedings of the National Academy of Sciences U S A. 1999 Apr 27; 96 no. 9, 5101–5106doi: 10.1073/pnas.96.9.5101) [Em PDF]

4. Petren K1, Grant PR, Grant BR, Keller LF “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches: the role of peripheral isolation” (Molecular Ecology, 2005 Sep;14(10):2943-57, DOI: 10.1111/j.1365-294X.2005.02632.x)

5. Nipam H. Patel “Evolutionary biology: How to build a longer beak” (Nature, 442, 515-516, 3 August 2006, doi:10.1038/442515a)


4 Comentários so far
Deixe um comentário

Tal como disse aqui (http://goo.gl/XtQ3a1), não fica bem tomar uma tradução por completo e não deixar o link (não só o nome) do blogue que o traduziu.

Abraços.

Comentário por Lucas

Darwin não disse que devia haver evidências de variações genéticas entre as populações dos tentilhões terrestres e os arbóreos, ele disse que as duas espécies teriam um ancestral comum distante. Se fosse assim, também a ciência diz que os humanos e os Neandertais tiveram um ancestral comum distante; então por causa disso deveria haver evidências de variações genéticas entre os humanos e os Neandertais?

Comentário por Isac

[…] Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução […]

Pingback por TESTES GENÉTICOS DESMENTEM A SELEÇÃO NATURAL DE DARWIN – Mistérios Bíblicos

EVOLUSUPERSTIÇÃO!

Comentário por Cícero




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