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Pássaro de 12 gramas sobrevoa o Atlântico sem escalas
03/04/2015, 1:13 AM
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A mariquita-de-perna-clara, um pássaro que pesa apenas 12 gramas, está migrando da América do Norte para a América do Sul

Mariquita-de-perna-clara

Mariquita-de-perna-clara

A mariquita-de-perna-clara, um pássaro que pesa apenas 12 gramas, está migrando da América do Norte para a América do Sul voando sobre o Oceano Atlântico sem parar por dois a três dias – segundo estudo publicado no mês passado.

Há 50 anos os cientistas tentavam confirmar essa façanha. Uma equipe internacional de biólogos, que publicaram os resultados de seu trabalho na revista britânica “Biology Letters“, está convencida de ter encontrado “provas irrefutáveis”.

“Esta é uma das mais longas viagens diretas sobre a água registradas para um pássaro”, explicou um dos autores do estudo, o pesquisador Bill DeLuca, em comunicado divulgado pela Universidade de Massachusetts em Amherst.

O pássaro vive geralmente nas florestas boreais do Canadá e dos Estados Unidos entre a primavera e o outono. Em seguida, ele voa para as Grandes Antilhas ou as costas ao norte da América do Sul para seu período de hibernação.

Geolocalizador instalado nas aves

Geolocalizador instalado nas aves

Para obter detalhes sobre a trajetória de migração, os pesquisadores instalaram geolocalizadores em miniatura pesando 0,5 grama em 40 aves desta espécie entre maio e agosto de 2013: 20 partindo de Vermont e 20 da Nova Escócia (Canadá).

Usando dados coletados de cinco aves capturadas quando retornavam para a América do Norte, os cientistas descobriram que as mariquitas-de-perna-clara percorrem entre 2.270 e 2.770 quilômetros para um voo que dura entre 2,5 a 3 dias.

“Foi surpreendente acompanhar essas aves porque o próprio percurso migratório é quase impossível”, afirmou DeLuca.

Os pássaros “se reabastecem o máximo possível e, em alguns casos, chegam a dobrar de peso” para se preparar para a viagem, comentou o pesquisador Ryan Norris, da Universidade de Guelph (Canadá), citado no comunicado.

“Não há dúvida de que a mariquita-de-perna-clara realiza uma das migrações mais ousadas da Terra”, acrescentou.

UOL

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Existem grandes migrações no planeta, seja por terra, água ou ar. Mas nada se comparada com as grandes migrações das aves. As aves, na maioria das vezes, viajam sem escala. Durante todo o trajeto não há se quer uma minúscula ilha em sua rota para abastecer e descansar, apenas o imenso oceano abaixo a ser vencido. É impossível de acreditar que um pássaro de 12 gramas, que viaja 2.770 km sem escala, seja obra do acaso. Isso foge a lógica humana.

Outro exemplo de pássaro migratório é o Golden Plover. Esse pássaro viaja, do Alaska ao Hawai, por 4 mil quilômetros sobrevoando o oceano pacífico (sem escala).

Tanto o Golden Plover, como o Mariquita-de-perna-clara, abastece seu corpo com gordura (que é o combustível) o suficiente para chegar até o destino.

Como esses pássaros sabem onde é o seu destino? (Sabemos que eles possuem GPS.) Então, como e quando surgiu essa tecnologia para que eles não se perdessem e acabassem morrendo em meio ao oceano?

Quantas viagens foram necessárias para que esses pássaros adquirissem o conhecimento de quanto combustível seria necessário para chegar até o fim da jornada? Se o combustível acabar durante a viagem eles caem e morrem no imenso oceano.

Seria isso uma evidência de uma evolução de milhares de anos? Podemos deduzir que não. Pois, antes que a evolução pudesse ocorrer, eles já teriam sido extintos (morreriam) em meio ao oceano.

Então, assim sendo, seria ilógico acreditar que uma inteligência teria projetado e produzido tal complexidade? Seria irracional crer que tal complexidade é obra dessa inteligência? Seria anticientífico crer em um projetista (Criador) e aceitar que esses pássaros são obras de uma criação intencional?

De fato, essas aves foram criadas completas e complexas. A razão mais lógica, racional e científica é acreditar que foram criadas intencionalmente por um Ser Inteligente.

Referência:

1. William V.DeLuca , Bradley K. Woodworth , Christopher C. Rimmer , Peter P. Marra , Philip D. Taylor , Kent P. McFarland, Stuart A. Mackenzie ,  Ryan Norris “Transoceanic migration by a 12 g songbird” (Biology Letters, published online April 01, 2015; doi: 10.1098/rsbl.2014.1045)

Abstract

Many fundamental aspects of migration remain a mystery, largely due to our inability to follow small animals over vast spatial areas. For more than 50 years, it has been hypothesized that, during autumn migration, blackpoll warblers (Setophaga striata) depart northeastern North America and undertake a non-stop flight over the Atlantic Ocean to either the Greater Antilles or the northeastern coast of South America. Using miniaturized light-level geolocators, we provide the first irrefutable evidence that the blackpoll warbler, a 12 g boreal forest songbird, completes an autumn transoceanic migration ranging from 2270 to 2770 km (mean ± s.d.: 2540 ± 257) and requiring up to 3 days (62 h ± 10) of non-stop flight. This is one of the longest non-stop overwater flights recorded for a songbird and confirms what has long been believed to be one of the most extraordinary migratory feats on the planet.


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