Creation Science News


Floresta amazônica reduz capacidade de absorção de dióxido de carbono
30/03/2015, 5:40 AM
Filed under: :::::: PUBLICAÇÕES: A - Z ::::::

Floresta Amazônica

Floresta Amazônica

[Entre colchetes comentários de Daniel F. Zordan] A floresta amazônica reduziu sua capacidade de absorção de dióxido de carbono da atmosfera pela metade em função da velocidade de mortalidade das árvores na região, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira na revista “Nature“. [Levando em consideração que num passado distante havia muito mais arvores do que hoje e, que a absorção de Carbono da atmosfera era muito maior, podemos afirmar que a quantidade de Carbono existente na atmosfera era bem menor do que hoje.]

A equipe internacional composta por quase 100 cientistas e liderada pela Universidade de Leeds, na Inglaterra, afirmou que a floresta amazônica perdeu capacidade de absorção líquida de dióxido de carbono.

Em 1990, até 2 bilhões de toneladas de carbono eram absorvidos por ano. Agora, pela primeira vez o nível de absorção está sendo superado pelas emissões provenientes dos combustíveis fósseis na América Latina. [Esses combustíveis fósseis são provenientes de tudo aquilo que encontramos no registro fóssil, tais como, carvão, petróleo e gás natural. (Veja o vídeo abaixo) Uma vez extraído e utilizados (queimados) em grande escala o Carbono contido no material será liberado, fazendo com que aumente a quantidade de Carbono na atmosfera.] 


Os resultados da pesquisa, realizada ao longo de 30 anos, mostram que nas últimas décadas a floresta amazônica agiu como um amplo reservatório de carbono, ajudando a diminuir o ritmo da mudança climática. No entanto, esta nova análise da dinâmica de florestas mostra um grande aumento na taxa de mortalidade de árvores na região.

“A taxa de mortalidade de árvores aumentou em mais de um terço desde meados da década de 80, isso está afetando a capacidade de armazenamento de carbono”, afirmou Roel Brienen, da Universidade de Leeds. [Menos arvores, menos Carbono absorvido da atmosfera. Isso significa que a quantidade de Carbono na atmosfera aumentará consideravelmente.]

De acordo com o especialista, inicialmente o aumento do dióxido de Carbono na atmosfera, componente fundamental para o processo de fotossíntese, levou a um período de crescimento das árvores na Amazônia. No entanto, o excesso de carbono parece ter tido consequências inesperadas.

As recentes secas e as temperaturas excepcionalmente altas na região também podem ter parte nesta situação.

“Independentemente das causas do aumento da mortalidade de árvores, este estudo indica que as previsões de um aumento contínuo do armazenamento de carbono nas florestas tropicais podem ser otimistas”, explicou Brienen.

O estudo, coordenado pela Rede Amazônica de Inventários Florestais (RAINFOR), foi realizado através de oito países da América do Sul.

As florestas “estão nos fazendo um grande favor, mas não podemos confiar somente nelas para resolver o problema do carbono. Será necessário reduzir as emissões para estabilizar o clima”, concluiu Oliver Phillips, da Universidade de Leeds. [Isto porque a temperatura atua diretamente no mecanismo de liberação e absorção do Carbono da atmosfera, tanto pelas plantas quanto pelos oceanos.]

Revista Galileu

———————————————————————————————————

COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Existem 4 reservatórios responsáveis por armazenar o Carbono: Atmosfera, oceanos, biomassa (plantas e seres vivos), rochas e fósseis (petróleo, carvão e gás natural). Vale lembrar que a atmosfera é o único reservatório responsável pela PRODUÇÃO de Carbono, os demais apenas armazenam.

Mas o que isso tem a ver com criacionismo?

Uma vez que sabemos que a quantidade de Carbono -14 na atmosfera não é constante, e que pode ser alterada por processos naturais ou atividades humanas, isso muda totalmente o modo de pensarmos a respeito das datações feitas através do C-14. Veja no vídeo abaixo como Ciclo do Carbono afeta diretamente o meio ambiente

Como podemos fazer a datação de um fóssil, baseando-se na quantidade de C-14 existente na atmosfera hoje, sabendo que o Carbono, possivelmente, não foi e não é constante na atmosfera? Isso afeta diretamente a datação do fóssil.

A datação do C-14 em um fóssil (planta, animal ou rocha) é calculada a partir da quantidade de C-14 encontrado nele. O valor admitido para a quantidade inicial atualmente é de 15,3 desintegração de C-14 por minuto grama de Carbono total. Admitindo que a concentração encontrada no fóssil fosse de 7,0, significaria que uma quantidade já havia se desintegrado, isso nos leva a crer que um determinado tempo já havia se passado (Caso contrário sua concentração deveria ser de 15,3). Sendo assim poderíamos dizer que a idade do fóssil seja (apenas por exemplo) de 6.500 anos. Mas e se no passado a quantidade encontrada de C-14 na atmosfera fosse de 12,0 e não 15,3? Isso nos daria uma idade de (apenas por exemplo) de 4.500 anos. Ou seja, o ponto inicial faz toda diferença. Leia também: A DATAÇÃO POR CARBONO CONFIRMA OS “MILHÕES DE ANOS”?

Outro detalhe, se for detectado uma quantidade mínima (0,05 pmc) de C-14 no fóssil, o mesmo não pode ter mais que 63.000 mil anos. Ou seja, qualquer fóssil que contenha C-14 não pode ter mais que 63.000 anos. Um fóssil que foi utilizado outros métodos de datação, e que obteve a idade de MILHÕES de anos, não pode conter C-14, caso contrário a idade estaria errada.

Foi feito teste em rochas datas de 540 milhões de anos onde na qual foi encontrado C-14. O que isso significa? Significa que essa rocha não tem mais que 63 mil anos.

Outro exemplo, são Diamantes encontradas em rochas do período pré-cambriano (600 milhões de anos) que também foram detectados C-14. Como pode o diamante, que teoricamente é muito mais antigo do que a rocha que o solidificou, ter uma idade mais jovem? (Jonathan Sarfati, Refuting Compromise, 2004, Master Books Inc., AR, p. 387).

Também no livro Refuting Compromise, Jonathan Sarfati afirma que “O diamante é a substância mais dura conhecida atualmente, sendo assim, é muito resistente a qualquer tipo de contaminação. Os diamantes requerem uma pressão altíssima para se formarem naturalmente abaixo da superfície terrestre. Desta forma, eles se formaram em uma profundidade aproximada entre 100-200 km. […] De acordo com os evolucionistas, os diamantes se formaram cerca de 1 à 3 bilhões de anos atrás.” [Diamond is the hardest substance known, so its interior should be very resistant to contamination. Diamond requires very high pressure to form—pressure found naturally on earth only deep below the surface. Thus they probably formed at a depth of 100–200 km.[…] According to evolutionists, the diamonds formed about 1–3 billion years ago.]

Ele vai mais além quando diz que “a presença de radiocarbono nestes diamantes, onde na qual não deveria haver nenhum vestígio, é de fato uma evidência fantástica de um planeta “jovem”, como descrito na bíblia.”  [“The presence of radiocarbon in these diamonds where there should be none is thus sparkling evidence for a ‘young’ world, as the Bible records. ”] Leia mais aqui e aqui

Concluindo… Isso tudo nos leva a crer que os diversos métodos de datação são no mínimo questionáveis.

Veja também: Estudo afirma que “as emissões de dióxido de carbono (CO2) nas florestas diminuíram mais de 25% entre 2001 e 2015… [e] que as emissões caíram nesse período de 3,9 a 2,9 gigatoneladas de CO2 por ano.”

Referência:

1. R. J. W. BrienenO. L. PhillipsT. R. FeldpauschE. GloorT. R. BakerJ. LloydG. Lopez-GonzalezA. Monteagudo-MendozaY. MalhiS. L. LewisR. Vásquez MartinezM. AlexiadesE. Álvarez DávilaP. Alvarez-LoayzaA. Andrade. E. O. C. Aragão, A. Araujo-MurakamiE. J. M. M. AretsL. ArroyoG. A. Aymard C.O. S. BánkiC. BaralotoJ. BarrosoD. BonalR. G. A. Boot et al. “Long-term decline of the Amazon carbon sink” (Nature, 519, 344–348, 19 March 2015 DOI:10.1038/nature14283)

Abstract

Atmospheric carbon dioxide records indicate that the land surface has acted as a strong global carbon sink over recent decades, with a substantial fraction of this sink probably located in the tropics, particularly in the Amazon. Nevertheless, it is unclear how the terrestrial carbon sink will evolve as climate and atmospheric composition continue to change. Here we analyse the historical evolution of the biomass dynamics of the Amazon rainforest over three decades using a distributed network of 321 plots. While this analysis confirms that Amazon forests have acted as a long-term net biomass sink, we find a long-term decreasing trend of carbon accumulation. Rates of net increase in above-ground biomass declined by one-third during the past decade compared to the 1990s. This is a consequence of growth rate increases levelling off recently, while biomass mortality persistently increased throughout, leading to a shortening of carbon residence times. Potential drivers for the mortality increase include greater climate variability, and feedbacks of faster growth on mortality, resulting in shortened tree longevity. The observed decline of the Amazon sink diverges markedly from the recent increase in terrestrial carbon uptake at the global scale, and is contrary to expectations based on models.


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: