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Arqueólogos descobrem fósseis de égua grávida, do feto e da placenta
15/11/2014, 7:57 PM
Filed under: Sem categoria

Arqueólogos descobrem fósseis de égua grávida, do feto e da placenta47 milhões de anos atrás, uma égua grávida e seu potro por nascer perderam suas vidas, talvez perseguidos em um lago, onde acabaram se afogando. Onde eles morreram, no entanto, foi um golpe de sorte para os paleontólogos do século 21. Seus restos fossilizados foram descobertos no Messel Pit, uma antiga mina de carvão e xisto betuminoso, perto de Frankfurt, na Alemanha, que é famosa por seus fósseis requintadamente preservados.

A égua e seu feto agora estão dando aos cientistas uma visão sem precedentes sobre a anatomia e reprodução desta espécie de cavalo, Eurohippus messelensis. Como outros antecessores dos cavalos de hoje, a égua é pequena, do tamanho de um cachorro da raça fox terrier.

Entre as descobertas, está a placenta do animal. Este órgão não foi fossilizado diretamente, mas é visível como uma sombra escura deixada por bactérias que consumiram o tecido e, em seguida, foram fossilizadas. É apenas o segundo exemplo de um fóssil onde a placenta foi identificada, diz Jens Franzen, paleontólogo do Instituto de Pesquisa Senckenberg e Museu de História Natural de Frankfurt.

Os pesquisadores ainda puderam ver o ligamento largo que ajuda a fixar o útero na espinha dorsal.

Sob um microscópio eletrônico de varredura, os cientistas viram a estrutura celular do cólon e da planta que pode ser uma das refeições finais da égua.

A posição do potro sugere que ele não estava na posição para nascer, mas estava perto de amadurecer, e sugere que os cavalos antigos davam à luz de uma forma semelhante à de seus primos modernos. Embora o crânio do feto tenha sido esmagado, suas costelas e pernas são claramente visíveis.

UOL

Referência:

1. “Exquisite Ancient Horse Fossil Preserves Uterus with Unborn Foal” (SVP – Society of Vertebrate Paleontology, November, 2014)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

O uso dessas expressões “talvez perseguidos…acabaram se afogando…restos fossilizados” soam um pouco que estranho nessas conclusões, vejamos:

– Primeiro, a explicação já começa com uma dúvida “talvez”, o que indica que pode existir outras interpretações – como por exemplo, o animal ter sido soterrado (fossilizado) por uma avalanche de água e lama ocasionada por uma eventual inundação, um dilúvio.

– Segundo, “afogamento”, como se chega à conclusão de que o animal morreu afogado? Obviamente se baseando na primeira, que já é uma interpretação, suposição, possibilidade, mas não fato.

– Terceiro, “restos fossilizados”, é sabido que para preservar um animal (principalmente tecidos moles) é necessário que ocorra uma fossilização rápida, caso contrário, o animal teria sido devorado ou apodrecido antes que ficasse suas estruturas preservada na rocha.

Outro detalhe, é que foram encontrados em uma mina de carvão, onde na qual existem inúmeros fosseis preservados. Ou seja, será todos os animais morreram afogados? Por quanto tempo um cadáver na água duraria sem ser decomposto?     E o carvão, é efeito de um acúmulo gradual ou evento catastrófico (dilúvio)? Com base nessas informações fica a pergunta: Para onde apontam as evidências?

Acredito que a ótima preservação do fóssil já reponde esta pergunta. Não pode ter sido um processo longo e gradual que acorreu há 47 milhões de anos atrás. Pois, tudo indica que pode ter ocorrido uma inundação há 5 mil anos, com muita água e lama, o que ocasionou a morte, soterramento e fossilização repentina dos animais e vegetais que ali se encontram, resultando numa ótima preservação dos fósseis na rocha.


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