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Seis motivos para não acreditar na suposta evolução do tubarão
17/01/2014, 6:41 PM
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Seis motivos para não acreditar na suposta evolução do tubarão2

Durante uma visita recente ao “Clearwater Marine Aquarium” da Flórida, olhei para dentro do tanque que continha um conjunto de animais, incluindo o elegante e formidável tubarão, e pensei na frase de Theodosius Dobzhansky, “Nada na Biologia faz sentido sem ser à luz da teoria da evolução“.(1) Vamos testar esta declaração olhando de forma mais pormenorizada para as pesquisas evolutivas em torno do tubarão – da cauda até aos seus dentes.

Dentes: O paleoantropólogo Peter Ungar admitiu que não existe qualquer tipo de consenso evolutivo mesmo quando se fala de aspectos básicos dos dentes do tubarão:

Durante os últimos anos, testemunhamos uma efervescente atividade em redor das pesquisas focadas na origem, ou nas origens, dos dentes dos vertebrados. Embora este trabalho se encontre em progresso, os detalhes do quando, onde, porquê e como foi que os dentes inicialmente apareceram ainda continuam a evitar uma posição consensual. De fato, não há a menor concordância mesmo em aspectos fundamentais, tais como a forma como nós definimos o que é um dente.(2)

Maxilas: No ano de 2002, o evolucionista Philippe Janvier fez uma consideração importante:

Considerando estes factos, podemos questionar se esta teoria [arcos branquiais modificados] ainda tem alguma credibilidade, e se uma explicação mais parcimoniosa
não pode ser que as maxilas sempre foram maxilas. (3)

Uma década mais tarde, Kenneth Kardong falou da mortalha em volta da suposta origem evolutiva das maxilas:

Essas pesquisas estão, atualmente, a usar sondas moleculares e genéticas, mas até agora elas têm produzido resultados efémeros e até contraditórios.

Combinando isto com o relatório de Ungar em redor dos dentes, estas fontes evolutivas indicam que “não há a menor concordância mesmo em aspectos fundamentais” da origem dos dentes, “as maxilas sempre foram maxilas”, e que os estudos têm “produzido resultados efémeros e até contraditórios”.

Classificação Geral: Mesmo que olhemos para os tubarões de uma forma mais generalizada, quer seja como membro da filo Cordata – que inclui mamíferos, aves, anfíbios, répteis e peixes vertebrados – ou como craniados – animais com crânios ossudos – isto não melhora os relatórios evolutivos. Kardong afirmou que “a discordância em torno da origem dos cordatas tem sido comum.” (5)

Olhos: E quando se estudam os outros aspectos da anatomia dos tubarões, especialmente os seus olhos pretos e sem vida, tudo o que os cientistas [evolucionistas] disponibilizam são especulações. No seu livro “Evolution’s Witness: How Eyes Evolved”, Ivan Schwab escreveu que não consegue estabelecer uma data para quando os olhos ”apareceram” pela primeira vez. (6)

Barbatanas: E que dizer das barbatanas dos tubarões – o sinal de aviso do fim que se aproxima para todos aqueles que cruzam o seu caminho? Edwin Colbert e os autores afiliados qualificaram a origem das barbatanas “um problema ainda por resolver”. (7)

Peixes: Se recorrermos a termos mais básicos, e examinarmos o tubarão apenas como um peixe (Elasmobranchii), até um livro inteiro dedicado à zoologia escrito por Cleveland Hickman, Jr. e pelos colegas, deixa-nos só com um comentário vago:

Os peixes têm uma ascendência antiga, havendo descendido dum desconhecido protocordado nadador há cerca de 550 milhões de anos atrás. (8)

Será mesmo que a biologia é mesmo sem sentido “exceto à luz da teoria da evolução“? Segundo o autor John Long, “O mistério em volta da forma como os tubarões evoluíram ainda permanece.” (9) Ou seja, segundo eles mesmos, as explicações dos evolucionistas não são nem definitivas nem conclusivas em relação à origem do tubarão.

Ao contrário dos evolucionistas, os criacionistas têm uma explicação melhor para o facto das “maxilas sempre terem sido maxilas” e para a espantosa estrutura dos tubarões. Essa explicação, que vem do “Deus vivo, que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo quanto há neles” (Atos 14:15), resolve todos os problemas que rodeiam a origem dos dentes, das maxilas e das barbatanas.

* * * * * * *

Note-se que saber a origem dum sistema não é o mesmo que explicar o seu funcionamento. É comum entre os militantes evolucionistas evitarem a questão do COMO é que um sistema “emergiu” falando do seu funcionamento. Mas isso é totalmente ilógico, visto que o ponto de debate entre cientistas criacionistas e cientistas evolucionistas não é a operacionalidade mas a origem dos sistemas de vida.

Blog Darwinismo

Fonte:

By Frank Sherwin, M.A.Shark Origins: An Evolutionary Explanation” (Institute for Creation Research)

Referências:

  1. Dobzhansky, T. 1973. Nothing in biology makes sense except in the light of evolution. The American Biology Teacher. 35: 125-129.

  2. Ungar, P. S. 2010. Mammal Teeth. Baltimore, MD: Johns Hopkins University Press, 73.

  3. Janvier, P. 2002. Early Vertebrates. Oxford: Clarendon Press, 258.

  4. Kardong, K. V. 2012. Vertebrates: Comparative Anatomy, Function Evolution, 6th ed. New York: McGraw Hill, 246.

  5. Ibid, 74.

  6. Schwab, I. R.  2012. Evolution’s Witness: How Eyes Evolved. New York: Oxford University Press, 39.

  7. Colbert, E. H., M. Morales and E. C. Minkoff. 2001. Colbert’s Evolution of the Vertebrates, 5th ed. New York: Wiley-Liss, Inc., 51.

  8. Hickman, C. et al. 2011. Integrated Principles of Zoology, 15th ed. New York: McGraw-Hill, 520.

  9. Long, J. A. 2010. The Rise of Fishes: 500 Million Years of Evolution, 2nd ed. Baltimore, MD: Johns Hopkins University Press, 92.

 


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