Creation Science News


A complexa bioengenharia das plantas está de acordo com a teoria da evolução?
27/12/2013, 6:33 PM
Filed under: :::::: PUBLICAÇÕES: A - Z ::::::

A complexa bioengenharia das plantas está de acordo com a teoria da evolução3

Por Jeffrey Tomkins, Ph.D. – Você já se perguntou como é que as plantas sabem quando é a altura certa para florescer? Como é que elas sabem que é chegada a hora de florescer e reproduzir como forma de se perpetuar para as futuras gerações? Ao contrário dos animais, as plantas não podem levantar-se e mover-se como uma forma de se ajustarem ao seu meio ambiente. Essencialmente, elas têm que responder ao meio ambiente, no local onde se encontram plantadas, através de sistemas que detectam e respondem aos sinais ambientais importantes tais como a duração do dia, a qualidade da luz, a temperatura, a disponibilidade da água, e até sinais químicos emitidos por outros organismos. (1, 2)

Vivemos num mundo de flutuações sazonais. Quando se fala em florescimento e produção de sementes, o timing é tudo para as plantas. Em muitos climas, existem apenas alguns períodos do ano durante o qual este processo pode decorrer de modo eficaz. As plantas respondem tanto à duração do dia como à temperatura através duma elaborada rede de fotorreceptores e sistemas de detecção de temperatura. Estes sistemas de retorno ambiental encontram-se integrados na complexa interação interna entre os hormonas das plantas e as redes detectoras de carboidratos.(1, 2, 3)

Os dias mais longos e as temperaturas mais quentes da Primavera notificam uma variedade de proteínas receptoras presentas nas folhas das plantas.(4) Este processo ativa um conjunto de genes responsáveis pelo florescimento que produzem proteínas chamadas de “florigenes.” Estas agem como sinais à longa distância para as extremidades crescentes dos brotos, ativando a formação de flores. (1, 2, 3)

A complexa bioengenharia das plantas está de acordo com a teoria da evolução5

Embora os cientistas tenham feito um progresso extenso no entendimento dos fatores-chave e da operacionalidade dos fotorreceptores e dos hormonas (e do seu papel no florescimento), sabe-se muito menos em torno do papel que os carboidratos desempenham neste processo. Curiosamente, pesquisas recentes revelaram que mutações em genes-chave que codificam para uma variedade de enzimas envolvidas no metabolismo dos açucares e dos amidos afeta uma variedade de processos de desenvolvimento, incluindo o florescimento. (5)

A visão emergente da bio-complexidade neste campo é inacreditável.

É importante ressalvar que a sinalização à base dos carboidratos e o sistema de controle não são feitos em isolamento, mas co-processados de forma integral com os sinais sensoriais hormonais, fotorreceptores, e térmicos. Surpreendentemente, estas complicadas e integradas redes bioquímicas encontram-se implantadas nas plantas sem o uso dum sistema nervoso central tal como aquele que se encontra em muitos animais.

A combinação de vários sistemas sensoriais e sistemas de comunicação nas plantas, tais como aqueles envolvidos no florescimento, são um claro exemplo dum conjunto de características tudo-ou-nada. As plantas entrariam em colapso na sua capacidade de interagir com o meio ambiente e sobreviver se qualquer uma destas capacidades fosse removida.

Estas novas descobertas na biologia das plantas são testemunhos convincentes em favor do Criador Poderoso que arquitetou estes espantosos sistemas vivos. De modo crescente, as descobertas científicas revelam a sua complexidade, que se encontram em total oposição à tese de que ela é o efeito dum processo aleatório (isto é, causada pela evolução impessoal).

ICR – Institute for Creation Research

Referências:

1. Srikanth, A. and M. Schmid. 2011. “Regulation of flowering time: all roads lead to Rome” (Cellular and Molecular Life Sciences. 68 (12): 2013)

2. Wigge, P. et al. 2005. “Integration of Spatial and Temporal Information During Floral Induction in Arabidopsis” (Science”. 309 (5737): 1056-1059)

3. Paul, M. et al. 2008. “Trehalose metabolism and signaling” (Annual Review Plant Biology. 59 (1): 417-441)

4. In some plant species, this process is triggered by longer days and cooling temperatures in the late summer and early fall.

5. Wahl, V. et al. 2013. “Regulation of Flowering by Trehalose-6-Phosphate Signaling in Arabidopsis thaliana” (Science. 339 (6120): 704-707)

* Dr. Tomkins is Research Associate at the Institute for Creation Research and received his Ph.D. in Genetics from Clemson University.

Cite this article: Tomkins, J. 2013. Complex Bioengineering in Blooming Flowers. Acts & Facts. 42 (4): 16.


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: