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A história de Pêssach (Páscoa)
24/03/2013, 1:15 AM
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Feliz Páscoa a todos os leitos deste Blog. Pessach Sameach!

Feliz Páscoa a todos os leitores deste Blog. Pessach Sameach!

Pêssach (Páscoa): Um mandamento Divino

No primeiro dia do mês de Nissan, duas semanas antes do Êxodo do Egito,

D’us disse a Moshê e Aharon: “Este mês será para vocês o começo dos meses; será o primeiro mês do ano para vocês. Vão e falem à toda a congregação de Israel: no décimo dia deste mês, cada homem deverá tomar um cordeiro, conforme a casa de seus pais, um cordeiro para cada família; e deverá mantê-lo até o décimo quarto dia do mesmo mês; e toda a assembléia da congregação de Israel deve abatê-lo ao anoitecer. Deverão pegar o sangue e transportá-lo para as casas onde deverão comê-lo. Comerão a carne naquela noite, tostada ao fogo, com pão ázimo; comê-lo-ão com ervas amargas… E não deixarão sobrar nada até a manhã; mas aquilo que sobrar até a manhã deverá ser queimado com fogo. E assim deverão comê-lo: com a cintura cingida, com sapatos nos pés e o cajado na mão; e devem comê-lo com pressa, – é o Pêssach do Senhor. E quando Eu vir o sangue, passarei sobre vocês, e não haverá praga que os destrua, quando Eu golpear a terra do Egito. E este dia será para vocês um memorial, e deverão celebrá-lo como uma festa do Senhor, através de todas as gerações.

“…. vocês deverão comer pão ázimo, e jogar fora todo fermento de suas casas. E seus filhos dirão a vocês: O que isto significa? Vocês dirão: É o sacrifício de Pêssach a D’us, que passou sobre as casas dos filhos de Israel no Egito quando Ele golpeou os egípcios e poupou nossas moradas.” (Sh’mot/Êxodo 12)

Tudo isso foi dito por Moshê aos filhos de Israel, e eles fizeram como D’us lhes ordenara.

Veio a meia-noite de quatorze para quinze de Nissan, e D’us golpeou todos os primogênitos na terra do Egito, do primeiro filho do faraó ao do prisioneiro nas masmorras; e todos os primogênitos dos animais, como Moshê havia avisado. Houve um lamento pungente e ensurdecedor, pois em cada casa um ente amado caíra golpeado de morte. Então o faraó procurou Moshê e Aharon naquela mesma noite, e lhes disse: “Levantem-se, saiam de perto de meu povo, vocês e os filhos de Israel; vão, sirvam ao Senhor como desejam; tomem seus rebanhos, como disseram, e vão, e me abençoem também.” Finalmente o orgulho do Faraó fora quebrado.

Enquanto isso, os hebreus estavam se preparando para sua apressada partida. Com os corações batendo, reuniram-se em grupos para comer o cordeiro pascal. Participaram da refeição da meia-noite, preparada conforme as instruções de Moshê. As mulheres tiraram dos fornos os pães ázimos, que foram comidos com a carne grelhadas dos cordeiros. O sol já havia se erguido no horizonte quando, à palavra de comando, toda a nação dos hebreus avançou. Mas nem mesmo em meio ao perigo, esqueceram o penhor dado por seus ancestrais a Yossef, e carregaram seus restos mortais com eles, para enterrá-los mais tarde na Terra Prometida.

Dessa maneira os filhos de Israel foram libertados do jugo de seus opressores no dia 15 de Nissan, no ano 2448 após a criação do mundo. Havia 600.000 homens acima de 20 anos de idade que, com suas mulheres, crianças e rebanhos, cruzaram a fronteira do Egito para serem uma nação livre. Muitos egípcios e outros não-judeus juntaram-se aos triunfantes filhos de Israel, esperando partilhar de seu glorioso futuro. Os filhos de Israel não deixaram o Egito de mãos vazias. Além de seus próprios bens, os aterrorizados egípcios haviam entregado a eles seus valores em prata e ouro, vestimentas, num esforço de apressar sua partida. Dessa maneira D’us cumpriu em cada detalhe Sua promessa a Avraham de que seus descendentes deixariam o exílio com grandes riquezas em recompensa aos 210 anos de trabalhos forçados.

Liderando o povo judeu na sua jornada durante o dia havia uma coluna de nuvem, e à noite, uma coluna de fogo iluminando o caminho. Estes mensageiros Divinos não apenas guiavam os filhos de Israel, como também preparava o caminho à sua frente, tornando-o fácil e seguro.

Pêssach na época do Templo

Todo judeu tinha de oferecer o sacrifício pascal no Templo de Jerusalém por ocasião de três festas – Pêssach, Shavuot e Sucot. Pêssach era aquela que reunia o maior número de peregrinos: milhões de judeus vindos de todas as partes. Um mês antes de Pêssach todas as estradas levando a Jerusalém eram reparadas e todos os poços reabastecidos, para que os peregrinos pudessem ter todo o conforto possível. A alegria e o entusiasmo espiritual da população não tinha limites. O clímax acontecia no dia antes de Pêssach, quando a oferenda do cordeiro pascal iniciava-se, ao entardecer. Todos os sacrifícios pascais eram oferecidos durante uma única tarde!

Durante o tempo da oferenda, todos os devotos reunidos, liderados pelos levitas, entoavam salmos de agradecimento. Então os cordeiros pascais eram tostados, pois não era permitido fervê-los. À noite, o grupo familiar que se havia cotizado para trazer uma oferenda pascal, reunia-se em uma casa e celebrava o “sêder” junto, da mesma maneira que fazemos agora, exceto, é claro, que no lugar do “Zêroa” (osso do antebraço) que colocamos na travessa do sêder em lembrança do sacrifício pascal, partilhavam realmente do próprio cordeiro pascal.

Jerusalém era uma cidade jubilosa durante aqueles dias de Pêssach, e muitos não-judeus costumavam se dirigir para lá, vindos de perto e de longe, para testemunhar a maravilhosa celebração de Pêssach.

Nos tempos de hoje, celebrando o sêder no exílio e relembrando aqueles dias gloriosos na nossa pátria, quando o Templo estava em seu total esplendor, exclamamos ao iniciar o sêder:

“Este ano nós estamos aqui, mas que no próximo ano possamos celebrar na Terra de Israel,” e concluímos o sêder com as palavras:

“No próximo ano em Jerusalém!”

Procedimento para os dias de Pessach (25 de Março – 2 de Abril de 2013)

Este ano, 2013, Pêssach terá início segunda-feira, 25 de março, com o acendimento das velas de Shabat e de Yom Tov.***Lembre-se de deixar um fogo pré-aceso (vela votiva e/ou de uma chama do fogão) antes de acender as velas, pois só é permitido cozinhar, acender as velas para o segundo dia, etc.,através da transferência desta chama.

PRIMEIRA NOITE DE PÊSSACH

SEGUNDA-FEIRA, 25/3
• Acende-se as velas de Yom Tov no horário estabelecido: às 17h53 (SP).
• Na oração da noite, Arvit, recita-se o Halel completo.
• No kidush, acrescenta-se a bênção de shehecheyánu. O kidush encontra-se na Hagadá.
• Após o sêder, antes de dormir, recita-se somente o primeiro parágrafo do Shemá e a bênção de Hamapil. Uma vez que esta é uma noite protegida (lel shimurim), as outras preces de proteção são omitidas.
• Na conclusão da refeição, ao recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê Veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.


PRIMEIRO DIA DE PÊSSACH

TERÇA-FEIRA, 26/3
• A partir de Mussaf (Prece Adicional) do primeiro dia de Pêssach fala-se “morid hatal” (que faz cair o orvalho) na segunda bênção da Amidá (em vez de “mashiv haruach umorid haguêshem”).
• Antes do almoço recita-se o kidush.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.
O acendimento das velas deverá ser feito a partir de uma chama pré-acesa antes do Yom Tov e somente após às 18h46 (SP).
• Os preparativos para o segundo sêder são iniciados somente após este horário.
• Na oração da noite, Arvit, recita-se o Halel completo.
• Desta noite em diante inicia-se a contagem do ômer, que é feita todas as noites até a festa de Shavuot. O texto encontra-se no sidur. (Os quarenta e nove dias entre Pêssach e Shavuot são contados em antecipação ao recebimento da Torá).
• No kidush, acrescenta-se a bênção de “shehecheyánu”. O kidush encontra-se na Hagadá.

SEGUNDO DIA DE PÊSSACH

QUARTA-FEIRA, 27/3
• Antes do almoço recita-se o kidush.
• É costume acrescentar um prato especial na refeição do almoço em lembrança ao banquete que a Rainha Ester ofereceu nesse dia e que levou ao milagre de Purim.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• Término do Yom Tov: 18h45 (SP)

CHOL HAMÔED PÊSSACH – dias intermediários

DE QUINTA à DOMINGO, 28 à 31/3
• As atividades criativas normalmente proibidas em Yom Tov são permitidas nos dias de Chol Hamôed exceto em Shabat de Chol Hamôed. Pode-se por exemplo: andar de carro, acender e apagar luz elétrica, etc. Porém, todo trabalho que exija muito esforço, muito tempo ou conserto profissional são proibidos em Chol Hamôed.
• O kidush e as bênçãos das velas não são recitados em Chol Hamôed. Não se colocam tefilin em Chol Hamôed.
• Nas orações de Arvit (noturna), Shacharit (matinal) e Minchá (da tarde), a Amidá recitada é a mesma de todo os dias; porém, acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.
• Também no Bircat Hamazon (Bênção de Graças) acrescenta-se “Yaalê veyavô”.
• Após Shacharit (Prece Matinal), recita-se meio-Halel, uma leitura da Torá e uma Amidá adicional, a de Mussaf de Pêssach.

SÉTIMO DIA DE PÊSSACH

DOMINGO, 31/3, o sétimo dia de Pêssach inicia-se, ao entardecer, com o acendimento das velas de Yom Tov
• Deixa-se uma vela de sete dias ou uma chama acesa antes do acendimento das velas de Yom Tov.
• Acende-se as velas de Yom Tov às 17h47 ( SP).
• Não se fala a bênção de shehecheyánu no acendimento das velas, nem no kidush.
• Antes do jantar recita-se o kidush.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• O milagre da Divisão do Mar aconteceu ao amanhecer do sétimo dia de Pêssach. É costume permanecer acordado nesta noite, tal como os judeus antigos o fizeram. Estuda-se Torá durante toda a noite.

SÉTIMO DIA DE PÊSSACH

SEGUNDA-FEIRA, 1/4
• Em Shacharit (Prece Matinal) meio-Halel é recitado.
• Há uma Leitura da Torá especial de Pêssach que é lida na sinagoga : O cântico de louvor pelo milagre da travessia do mar.
• Antes do almoço recita-se o kidush.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
Acendem-se as velas para o 8º dia de Pêssach antes do pôr-do-sol usando uma chama que esteja ardendo desde antes do pôr-do-sol de quinta-feira, 31/3 (é proibido acendê-la após o crepúsculo). Acenda as velas às 18h41 (em S. Paulo).
Não se recita a bênção de”shehecheyán”u no acendimento das velas nem no kidush.
• Antes do jantar recita-se o kidush.
• Nesta noite, mesmo quem toma cuidado para não molhar a matsá durante os outros dias de Pêssach, faz questão de comê-la molhada.
• Na conclusão da refeição, ao recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.

OITAVO DIA DE PÊSSACH

TERÇA-FEIRA, 2/4
• Em Shacharit (Prece Matinal) meio-Halel é recitado.
• De manhã, antes de Mussaf (Prece Adicional), fala-se Yizcor em memória dos entes falecidos. É importante lembrar que o principal aspecto do Yizcor é a caridade prometida e doada (após o término de Pêssach) em memória do falecido.
• Antes do almoço recita-se o kidush.
• Neste dia, mesmo quem toma cuidado para não molhar a matsá durante os outros dias de Pêssach, faz questão de comê-la molhada.
• Na conclusão das refeições do dia, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• É costume chassídico fazer uma refeição especial, com matsá e quatro copos de vinho, chamada Seudat Mashiach. Esta refeição tem a intenção de aprofundar nossa conscientização da iminência da Redenção Final. Este também é o tema da haftará do dia.

TÉRMINO DE PÊSSACH
• Pêssach termina após o completo anoitecer de terça-feira (18h40, em S. Paulo).
• Espera-se mais uma hora antes de abrir os armários de chamêts (vendidos na véspera de Pêssach), para que o rabino tenha tempo de readquiri-los.
• Toma-se cuidado absoluto para não comprar de um judeu, mesmo depois da festa, qualquer produto chamêts que ele não tenha vendido na véspera de Pêssach, porque é proibido usufruir do chamêts que foi propriedade de um judeu durante Pêssach.

Referência: http://www.chabad.org.br


5 Comentários so far
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Prezado Daniel,

Quem era o Faraó do Exodo? ele também morreu no mar vermelho?
Pelo calendário judaico a travessia teria ocorrido em torno de 1313 AC, mas muitos estudos dizem que foi em 1440 AC.
Como conciliar isso?

Comentário por Cícero

Saudações Cícero,

A datação do êxodo tem que ser vista de acordo com a história Egípcia.

A falha na datação, por partes dos estudiosos das escrituras, está em colocar os Hicsos como governantes do Egito na época de Yossef (José). Isso é totalmente contra a história egípcia, bem como contra as próprias escrituras que nos dão total segurança de que quem estava no comando na época de Yossef (José) era os egípcios.

Vamos aos fatos. Alguns afirmam que quem estava no poder durante o Êxodo era Tutmósis III (1446 AEC). Porém é fatoq ue ele não morreu afogado, mas sim de velhice. Também não poderia ser o filho primogênito Amonhotep II, pois, segundo as escrituras, o primogênito de faraó morreu (Ex 12:29).

Mas então como explicar tudo isso?

Vamos aos fatos de acordo com a história egípicia. A história egípcia diz que Tutmose III morreu em 1450 AEC; e o Êxodo, saída do povo de Yisra’el do Egito, ocorreu em 1446 AEC

Portanto, quem estava no poder na época do êxodo (1446 AEC) quando Mosheh (Moisés) e Aharon (Arão) foram negociar com o faraó a respeito da libertação do povo de Yisra’el, era Amenotepe II, o primogênito de Tutmose III.

Existem duas considerações a favor de que Amenotepe II era o faraó durante o êxodo:
.
Embora a maioria dos reis da 18ª dinastia tenha estabelecido sua principal resistência em Tebas, bem ao sul dos israelitas no Delta, Amenotepe morava em Mênfis e, aparentemente, reinou daquele local por um bom tempo. Isto o colocava em grande proximidade com a terra de Gózen, fazendo-o bastante acessível a Mosheh (Moisés) e Aharon (Arão).
.
Evidências sugerem que o governo de Amenotepe não passou para seu filho mais velho , o primogênito, (Aqui pode tirar a sua dúvida!), mas para o caçula Tutmose IV. Está é uma informação subentendida na chamada “estela do sonho”, que foi encontrada na base da Grande Esfinge perto de Mênfis. O texto registra um sonho no qual Tutmose IV recebeu a promessa de que um dia viria a ser rei, sugere, como diz um historiador, que seu reino sucedeu “mediante uma imprevista mudança no destino, como a morte prematura do irmão mais velho (o primogênito)”, confirmando Sh’mot (Ex 12:29).
.
The Peace of G-d

Comentário por Daniel F. Zordan - Creation Science News

Concordo Daniel, já tinha lido que o faraó do êxodo seria Amenotepe II, apenas queria uma confirmação.
Mas será que ele morreu afogado também? ou apenas seus soldados?

Aqui um link dando detalhes da operação de fuga e fotos confirmando tal evento:
http://tempodofim2.tripod.com/Exodo.htm.

Comentário por Cícero

É ai que entra o mistério. Pois foi encontrado mumia de Amenotepe II, ainda no sarcófago, no “King’s Valley” (Vale dos Reis) em março de 1898 por Victor Loret . Porém temos que ver alguns detalhes dentro das próprias escrituras;

O texto de Sh’mot (Ex 14:10), que na qual Mosheh (Moisés) foi testemunha ocular do acontecimento, diz: “E o faraó aproximou-se e levantaram os olhos os filhos de Yisra’el, e eis que os egípcios marchavam atrás deles, e temeram muito, e clamaram os filhos de Yisra’el ao Eterno”.

Nos versos 27 e 28 diz “E estendeu Mosheh (Moisés) sua mãe sobre o mar e voltou o mar, ao romper da manhã, à sua força; e os egípcios, indo ao seu encontro, e revolveu o Eterno aos egípcios no meio do mar. E voltando-se as águas, e cobriram os carros e os cavaleiros e a TODO EXÉRCITO do Faraó que ENTROU ATRÁS deles no mar; não ficou um dentre eles”

Em momento algum da margem para crer que o faraó tenha entrado no mar com seu exército; também não diz que todos que foram juntos com faraó entraram no mar. O texto apenas nos diz que “TODO EXÉRCITO” do faraó que “ENTROU ATRÁS” deles morrem.

Imaginar que o faraó tenha entrado na frente do exército é a mesma coisa que imaginar o presidente dos EUA, Barack Obama, correndo com um tanque de guerra no deserto atrás dos terroristas no Afeganistão, Paquistão, Iraque etc.

Por outro lado, a passagem de Tehilim (Sl 136:15) diz que o faraó morreu junto com o exército: “Mas derribou a Faraó com o seu exército no mar vermelho, porque a sua benignidade é para sempre.”

Seria isso uma contradição?

Existem três interpretações para a suposta contradição, veja:
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1 – Alguns creem que pode ter ocorrido em erro de copista, ou até mesmo uma falha do autor de Tehillim/Sl 136 ao mencionar a morte do Faraó no mar.

2 – Outros ainda afirmam que nada impedia os egípcios de terem resgatado o corpo de faraó, e ter feito o fúnebre e mumificação do corpo.

3 – Outros afirmam que os relatos bíblicos não passam de estórias, fabulas.
.
Evidentemente a terceira opção não faz sentido algum. Pois, as escrituras em si já é uma prova de que o povo de Yisra’el ficou escravizado no Egito, bem como a perseguição dos egípcios durante o êxodo na travessia do mar. Existem evidências disso. A tradição judaica diz que faraó morreu afogado. Portanto, uma das duas primeiras alternativas tem que estar correta.

The Peace of G-d

Comentário por Daniel F. Zordan - Creation Science News

Caro irmão Daniel,
Por que Deus permitiu a morte de tantos judeus na 2ª guerra?
… seria desobediência do passado?

Comentário por Cícero




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