Creation Science News


Caçador amador dos EUA encontra dinossauro bebê inédito
17/09/2011, 7:15 PM
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Ilustração artística de como seria um anquilossauro; nova espécie encontrada em 1997 tinha focinho menor

[Texto em verde e entre colchetes: Comentado por Daniel F. Zordan] Em um domingo como outro qualquer, o caçador de dinossauros Ray Stanford encontrou por acaso a impressão de um bebê dinossauro que provavelmente morreu ao ser carregado pelas águas de uma inundação. [Não é curioso ver que a maioria destas descobertas de fósseis tem como causa grandes inundações? Em sua maioria, os fósseis são preservados por terem sido soterrados repentinamente por uma grande quantidade de lama e água, não dando tempo de ocorrer à decomposição. Isso não nos faz lembrar o grande dilúvio universal bíblico?]

O pequeno animal –descoberto em janeiro de 1997 no parque College, no Estado norte-americano de Maryland– teria vivido cerca de 110 milhões de anos atrás e pertencia ao grupo de anquilossauros, que eram herbívoros dotados de uma armadura dura.

Após análises feitas recentemente, provou-se que Stanford tinha praticamente tropeçado em um novo tipo de anquilossauro. Ele recebeu o nome de Propanoplosaurus marylandicus e possuía uma caixa craniana maior e um focinho menor do que seus primos semelhantes.

Por causa da maneira como caiu no leito do rio, com a barriga para cima, a impressão conservada no lodo reproduziu as características do crânio, das costelas e parte dos membros inferiores do animal.

O estudo sobre o bebê dinossauro está publicado na edição do “Journal of Paleontology” de 9 de setembro.

Fonte: Folha

Referência:

1. Ray Stanford, David B. Weishampel, Valerie B. Deleon “The First Hatchling Dinosaur Reported from the Eastern United States: Propanoplosaurus marylandicus (Dinosauria: Ankylosauria) from the Early Cretaceous of Maryland, U.S.A.”  (Journal of Paleontology, 2011; 85 (5): 916 DOI: 10.1666/10-113.1)


8 Comentários so far
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Daniel, como voce deduziu que havia uma inundação quando o animal morreu? Ele pode perfeitamente ter caído em um rio, morrido afogado e sido coberto de lodo no fundo. E como voce pode relacionar as descobertas de fosseis ao tal diluvio se as mortes dos animais fossilizados ocorrem com até milhoes de anos de diferença…

Comentário por Adriano

Adriano – “Ele pode perfeitamente ter caído em um rio, morrido afogado e sido coberto de lodo no fundo.”

Alguns até poderia ter acontecido isso, mas não TODOS.
Pois em vários lugares do mundo existem muitos cemitérios de dinossauros com tipos diferentes juntos.
Uma forte indicação de rápido soterramento.

“ocorrem com até milhoes de anos de diferença…”

E como provar isso …

Comentário por Cícero

Como provar? Não existem fósseis de trilobitas junto com mamíferos, nem de dinossauros junto com humanos, pois são seres que viveram em épocas distintas. Simples assim.

Comentário por Adriano

Adriano,

Em caso de uma inundação, quem estaria mais apto para a fuga: Animais ou Seres humanos?

The peca of God

Comentário por creation science news - Por Daniel F. Zordan

Depende do animal, se forem aves elas fugirão mais rápido que os humanos, já se for um tatú, não.

Já sei onde voce quer chegar. Vamos mudar os animais do exemplo.

Em um mesmo extrato podem ser encontrados fósseis de humanos, tatus, e aves modernas.

Em um mesmo extrato podem ser encontrados fósseis de dinossauros, arqueopterix e mamiferos primitivos.

Mas NÃO são encontrados exemplos do primeiro grupo misturados com os do segundo, pois pertencem a eras diferentes.

Comentário por Adriano

O fato de não encontrarmos dinossauros e humanos na mesma camada, não significa que sejam de eras diferentes, até pode-se encontrar.

É notório que a população humana na época do dilúvio era bem menor e concentrada numa só região (palestina).

É bem possível que nesta região os mega-eventos do dilúvio tenham sido mais intensos; com a compressão e queima de muito material orgânico formando os ricos depósitos de petróleo do oriente médio.

Assim, esses humanos certamente viraram petróleo.

Comentário por Cícero

Adriano,

Veja esses experimentos: “Experiments on Lamination of Sediments”, por GUY BERTHAULT. (http://creation.com/images/pdfs/tj/j03_1/j03_1_025-029.pdf) e “Experiments in Stratification”, também por Guy Berthault (http://www.icr.org/i/pdf/imp/imp-328.pdf)

Ele demonstrou em laboratório a formação SIMULTANEA de estratos tanto na vertical quanto na horizontal, revivendo e convalidando as observações de Johanes Walther, ou seja, demonstrou que a maioria das camadas geológicas formadas por ação hidrodinâmica se formaram simultaneamente, onde foi demonstrado que princípios de estratigrafia não se aplicam aos depósitos estratificados formados em canaletas de laboratório, quando há escoamento e os experimentos confirmam e explicam os estratos escalonados que Johanens Walther tinha observado na fácies estudada por ele.

Eles mostraram que os Princípios da superposição e da continuidade não se aplicam em nenhum dos casos: nem a fácies nem os estratos em sequências sucedem-se cronologicamente. Ambos foram depositados simultaneamente para formar a sequência estratigráfica. Os experimentos confirmam a lei de Walther em fácies.

Os experimentos de Rubin e southard realizados na canaleta , juntamente com as observações submarinas, estabeleceram a relação entre as condições hidrodinâmicas e as estruturas e depósitos. Esses depósitos e estruturas são encontrados em rochas sedimentares, e a partir delas podem ser determinadas às condições hidrodinâmicas, em particular a velocidade do escoamento, como Austin fez com relação ao Grupo Tonto. O valioso trabalho dele foi complementado com a descoberta do mecanismo de formação dos estratos, em nossos experimentos.

Conclusão: O experimento nos mostra que:

1. Camadas podem formar lateralmente e verticalmente, ao mesmo tempo;
2. Camadas podem formar-se da mesma forma que as seqüências de fácies;
3. Camadas não são sempre uma medida de cronologia.

Estes fatos mostram claramente que:

1. Camadas sobrepostas nem sempre resultam de acordo com crenças de Steno, a partir de sucessivas camadas de sedimentos; conseqüentemente, o princípio da superposição não se aplica sempre aos estratos formados em uma corrente;

2. Estratificação formada paralela a uma inclinação superior a um ângulo de 30 °, pode invalidar o princípio de originais horizontalmente. Estratos inclinados não são, necessariamente, portanto, o resultado de subsidência ou soerguimento.

The peace of God

Comentário por creation science news - Por Daniel F. Zordan

Nada disto é novidade, é claro que isto que voce colocou existe, e alem de formação simultanea podem ocorrer inversões de camadas e inclusões, em caso de dúvida usa-se a datação, mas isto não é a regra, NORMALMENTE, camadas mais profundas são mais antigas, e as mais de cima são mais recentes, vamos usar o bom senso, certo?

Comentário por Adriano




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