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Estudo sugere que proteína no olho humano age como ‘bússola’
24/06/2011, 8:17 PM
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Um estudo realizado por cientistas nos Estados Unidos sugere que uma proteína presente no olho humano pode atuar como uma “bússola”, ajudando as pessoas a se orientarem em relação ao campo magnético da Terra.

No experimento, os estudiosos da Universidade de Massachusetts retiraram de moscas da espécie Drosophila melanogaster proteínas chamadas criptocromos, que cientistas já haviam associado à sensibilidade que a mosca e outros animais, como aves migratórias, têm ao campo magnético terrestre.

Sem as proteínas, as moscas não manifestam a habilidade de navegação com base no campo magnético. Mas quando elas receberam as proteínas retiradas do olho humano, voltaram a ter essa capacidade.

A pesquisa, liderada pelo cientista Steven Reppert e divulgada na publicação científica Nature Communications, reacende a discussão sobre se os humanos, assim como moscas e aves migratórias, também são sensíveis ao campo magnético da Terra no que se refere à orientação.

A proteína extraída de humanos cumpre a mesma função da criptocromo presente nas moscas

Bússola humana

As proteínas criptocromo estão presentes, em uma de suas duas variedades principais (criptocromo-1, a produzida pela Drosophila melanogaster, e criptocromo-2, encontrada nos humanos), em cada animal do planeta. Elas teriam ligação, por exemplo, com o chamado “relógio biológico” dos humanos e de outros animais.

Também já era conhecida a faculdade da proteína de regular a orientação de animais, como borboletas e aves migratórias. A grande descoberta desta pesquisa é que essa proteína presente nos humanos cumpriu a mesma função quando transplantada nas moscas.

Nos anos 1980, um estudo do cientista Robin Baker, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concluiu por meio de experimentos com milhares de voluntários que os humanos são, sim, sensíveis ao campo magnético da Terra.

O mecanismo que define essa sensibilidade e permite a orientação nunca foi, no entanto, descoberto. Nos anos seguintes, outros pesquisadores repetiram os experimentos, mas chegaram a conclusões contraditórias.

Ainda que já se saiba que a proteína criptocromo está por trás do senso de orientação em animais, ainda não se conhece o seu mecanismo exato de funcionamento.

Segundo Steven Reppert, a dificuldade maior em provar que os seres humanos também têm sensibilidade aos campos magnéticos do planeta é que nós não nos darmos conta se isso acontece ou não.

“Eu ficaria muito surpreso se não tivermos esse sentido (sensibilidade ao campos magnéticos da Terra)”, diz o cientista. “Ele ocorre em vários outros animais. Acho que a questão é mostrar como usamos isso.”

Fonte: BBC Brasil

Referência:

1. Lauren E. Foley, Robert J. Gegear & Steven M. Reppert “Human cryptochrome exhibits light-dependent magnetosensitivity” (Nature Communications, 21 June 2011, Article number: 356,  doi: 10.1038/ncomms1364)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

O olho é uma das estruturas que há séculos intrigam muitos cientistas. Evolucionistas tentam dar uma explicação, respostas para algumas perguntas que não querem calar: Onde, quando e como surgiu e evoluiu essa imensa complexidade, o olho?

Além da própria origem, temos que olhar para sua complexidade: Um sistema perfeito e inter-relacionado de cerca de 40 subsistemas individuais, incluindo a retina, a pupila, a íris, a córnea, o cristalino e o nervo óptico.

A retina tem cerca de 137 milhões de células especiais que respondem à luz e enviam mensagens para o cérebro. Cerca de 130 milhões destas células se parecem com varas e lidam com a visão preta e branca. As outras sete milhões têm o formato de um cone e nos permitem ver em cores.

Se todos os subsistemas separados não estão presentes e executando suas funções perfeitamente ao mesmo instante, o olho não funcionará e não tem nenhuma finalidade. Logicamente, seria impossível que processos aleatórios, operando através de mecanismos graduais de seleção natural e mutação genética, criassem 40 subsistemas separados quando esses não apresentam nenhuma vantagem para o conjunto até o seu último estado de desenvolvimento e inter-relação.

“Como a lente, retina, nervo óptico e todas as outras partes nos vertebrados que desempenham um papel na visão de repente passaram a existir? Porque a seleção natural não pode escolher separadamente entre o nervo visual e a retina. O surgimento do cristalino não tem nenhum significado na ausência de uma retina. O desenvolvimento simultâneo de todas as estruturas da visão é inevitável. Uma vez que as partes que se desenvolvem separadamente não pode ser usadas, ambas são inúteis e talvez também desapareçam com o tempo. Ao mesmo tempo, o seu desenvolvimento em conjunto requer a união de probabilidades inimaginavelmente pequenas.” Dr. Ali Demirsoy, Inheritance and Evolution, Meteksan Publications, Ankara, 475.

Estes elementos constituem o núcleo da “complexidade irredutível”. Órgãos complexos compostos de subsistemas separados (mas necessários) não pode ser o resultado do acaso. Ou, usando a linguagem acima, esse desenvolvimento só poderia ser o resultado de “probabilidades inimaginavelmente pequenas”.

O naturalista/evolucionista, Charles Darwin, afirmava que um caminho evolutivo vai do mais simples ponto sensível à luz ao sofisticado olho-câmera do homem. Como a visão começou, no entanto, continuou sem resposta. Darwin afirmava que o olho moderno era resultado de uma evolução lenta, aos poucos, a partir de estruturas mais simples. Darwin, conhecia espantosa complexidade que se compõe um olho.

“Supor que o olho, com toda a sua capacidade de ajustar o foco para diferentes distâncias, de se ajustar a diferentes quantidades de luz e de corrigir a aberração esférica e cromática, poderia ter se formado por seleção natural parece, eu confesso livremente, absurdo no mais alto grau possível.”

Apesar dessas afirmações ele seguiu em frente com sua teoria. Darwin explicou o processo que levou o olho chegar a essa extrema complexidade, mas não conseguiu explicar de onde veio esse ponto de partida, ou seja, o ponto relativamente simples sensível á luz. Darwin encerrou a questão da origem do olho dizendo:

“O modo como um nervo se torna sensível à luz pouco mais nos interessa do que a questão de como surgiu à própria vida.”.

Ao contrário da noção popular a paleontologia tem revelado grandes surpresas nos fósseis primitivos. As “criaturas simples”, do período cambriano com idades de 500 milhões de anos, já possuíam olhos muito complexos. O simples trilobita possui olhos, completo com um sistema de lentes duplas, que é considerado um milagre ótico pelos padrões de hoje.

O Evolucionista David M. Raup, paleontologo da universidade de Chicago disse: “The trilobites used an optimal design which would require a well-trained and imaginative optical engineer to develop today” [“Os trilobitas utilizaram um design ótico ótimo. Para se desenvolver igual hoje em dia, seria necessário um engenheiro ótico bem treinado e criativo.”] Raup, David (1979), “Conflicts Between Darwin and Paleontology,” Bulletin, Field Museum of Natural History, January.

Ian Taylor disse: “If Darwin turned cold at the thought of the human eye at the end of the evolutionary cycle, what, one wonders, would he have thought of the trilobite eye near the beginning ?”  [Se Darwin “gelou” ao pensar no olho humano no fim do ciclo evolutivo, imagina o que ele teria pensado sobre o olho do trilobita, próximo do começo [do ciclo evolutivo]?] Taylor, Ian (1992), In the Minds of Men: Darwin and the New World Order (Minneapolis, MN: TFE Publishing).

Lisa Shawyer disse: “Trilobites had “the most sophisticated eye lenses ever produced by nature.” [“Os olhos dos trilobitas tinham as lentes mais sofisticadas já produzidas pela natureza.”] Shawyer, Lisa J. (1974), “Trilobite Eyes: An Impressive Feat of Early Evolution,” Science News, 105:72, February 2.

The peace of God


2 Comentários so far
Deixe um comentário

que fodaaaaaaaaaaaaaaa

Comentário por lara

que lindo

Comentário por eduarda




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