Creation Science News


Evidências para uma Terra Jovem
21/05/2011, 9:44 PM
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Muitas outras evidências para um mundo jovem existem, porém escolhemos estes itens pela brevidade e simplicidade. Alguns dos itens nesta lista podem ser reconciliados com a visão da idade antiga fazendo-se uma série de assunções improváveis e não provadas; outros só se encaixam em uma criação recente

Tradução livre do texto escrito por Dr. Russell Humpreys, Ph.D., professor de física associado ao Institute of Creation Research (http://www.icr.org)

Galáxia em Espiral NGC 1232 na Constelação Eridanus (foto cortesia do observatório do sudeste da Europa)

Estes são 14 fenômenos naturais que conflitam com a idéia evolucionária de que o universo tem bilhões de anos de idade. Os números listados abaixo em negrito (normalmente em milhões de anos) são freqüentemente as idades máximas possíveis definidas para cada processo, não as idades reais. Os números em itálico são idades necessárias pela teoria evolucionária para cada item. O ponto é que as idades máximas possíveis são sempre muito menores do que as idades evolucionárias necessárias, enquanto a idade bíblica (6.000 anos) sempre se encaixa confortavelmente dentro das idades máximas possíveis. Assim, os itens seguintes são evidências contra a escala de tempo evolucionária e a favor da escala de tempo bíblica.

1. As Galáxias se desfazem muito rápido.

As estrelas de nossa própria galáxia, a Via Láctea, giram ao redor do centro galáctico com velocidades diferentes, as estrelas internas giram mais rápido que as externas. As velocidades de rotação observadas são tão rápidas que se nossa galáxia tivesse mais do que poucas centenas de milhões de anos, ela teria a forma de um disco de estrelas sem características, em vez de sua forma espiral atual (1). Mesmo assim supõe-se que nossa galáxia tenha pelo menos 10 bilhões de anos. Os evolucionistas chamam isto de “the winding-up dilemma”, que eles conhecem há cerca de 50 anos. Foram feitas várias teorias para tentar explicar isto, cada uma falhando após um curto período de popularidade. O mesmo dilema se aplica a outras galáxias. Pelas últimas décadas a tentativa favorecida para resolver o quebra cabeças tem sido uma teoria complexa chamada “ondas de densidade” (1). A teoria tem problemas conceituais, tem de ser ajustada de forma muito precisa e arbitrária, e tem sido seriamente questionada pela descoberta pelo telescópio espacial Hubble de estrutura espiral bem detalhada na parte central da galáxia “Redemoinho” M51.

2. Muito poucos restos de supernovas

Nebulosa Caranguejo (Crab Nebula - foto cortesia da NASA)

De acordo com as observações astronômicas, galáxias como a nossa experimentam cerca de uma supernova (uma estrela explodindo violentamente) a cada 25 anos. Os restos de gás e poeira resultantes de tais explosões (como a Nebulosa Caranguejo) se expandem rapidamente e devem permanecer visíveis por mais de um milhão de anos. Porém nas partes mais próximas de nossa galáxia em que poderíamos observar tal gás e conchas de poeira, encontramos apenas cerca de 200 restos de supernovas. Este número é consistente com apenas cerca de 7.000 anos de supernovas. (3)

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3. Os Cometas se desintegram muito rapidamente

De acordo com a teoria evolucionária, os cometas teriam a mesma idade do sistema solar, cerca de 5 bilhões de anos. Porém a cada vez que um cometa orbita perto do sol, ele perde muito do seu material, de forma que não poderia sobreviver mais do que cerca de 10.000 anos. Muitos cometas têm idades típicas de menos de 10.000 anos.(4) Os evolucionistas explicam esta discrepância assumindo que (a) os cometas vêm de uma “Nuvem de Oort” (Oort Cloud) esférica não observada além da órbita de Plutão, (b) interações gravitacionais improváveis com estrelas que passam infrequentemente, frequentemente lançam cometas dentro do sistema solar, e (c) outras interações improváveis com planetas desaceleram a entrada de cometas de maneira suficiente para dar conta das centenas de cometas observados.(5) Até agora, nenhuma dessas assunções foi substanciada ou pelas observações ou por cálculos realísticos. Finalmente, existe muita conversa sobre o “Cinturão de Kuiper” , um disco de supostas fontes de cometas repousando no plano do sistema solar logo após a órbita de Plutão. Alguns corpos de gelo do tamanho de asteróides existem naquela localidade, porém eles não solucionam o problema dos evolucionistas, já que de acordo com a teoria evolucionária, o Cinturão de Kuiper ficaria exaurido rapidamente se não houvesse uma Nuvem de Oort para supri-la.

4. Não existe lama suficiente no fundo dos oceanos

Rios e torrentes de poeira lançam lama no mar mais rápido do que a subdução das placas tectônicas possam removê-la.

A cada ano, a água e o vento erodem cerca de 20 bilhões de toneladas de detritos e rochas dos continentes e os depositam nos oceanos.(6) Este material se acumula como sedimentos soltos sobre a dura rocha basáltica (formada de lava) do fundo do oceano. A profundidade média de todo o sedimento em todo o oceano é inferior a 400 metros.(7) A principal forma conhecida de remover o sedimento do fundo do oceano é através da subdução das placas tectônicas. Isto quer dizer que o fundo dos oceanos se movem lentamente (uns poucos centímetros por ano) abaixo dos continentes, carregando algum sedimento com elas.

De acordo com a literatura científica secular, tal processo atualmente remove apenas cerca de 1 bilhão de toneladas por ano.(7) Como vemos, as outras 19 bilhões de toneladas simplesmente se acumulam. Nessa taxa, a erosão depositaria a atual massa de sedimentos em menos de 12 milhões de anos. Porém, de acordo com a teoria evolucionária, a erosão e a subdução das placas existem desde que existem oceanos, alegadamente há 3 bilhões de anos. Sendo assim, as taxas acima implicam que os oceanos deveriam estar massivamente obstruídos com sedimentos de dezenas de quilômetros de profundidade. Uma explicação alternativa (criacionista) é que a erosão das águas do dilúvio de Gênesis se arrastando sobre os continentes depositaram a atual quantidade de sedimentos dentro de um curto período há cerca de 5.000 anos.

5. Não existe sódio suficiente nos oceanos

A cada dia, rios (e outras fontes) lançam mais de 450 milhões de toneladas de sódio nos oceanos. Apenas 27% desse sódio consegue ser retirado dos mares a cada ano.(9) Pelo que se sabe, o restante simplesmente se acumula nos oceanos. Se os oceanos não tivessem sódio desde seu início, eles teriam acumulado sua quantidade atual em menos de 42 milhões de anos às taxas de entrada e saída atuais.(10) Isto é muito menos do que idade evolucionária dos oceanos, 3 bilhões de anos. A resposta usual para essa discrepância é que as entradas de sódio no passado deveriam ser menores e as saídas maiores. Porém, os cálculos mais generosos possíveis aos cenários evolucionários ainda dão uma idade máxima de apenas 62 milhões de anos.(1) Cálculos(11) para vários outros elementos das águas dos oceanos atribuem idades ainda menores para os oceanos.

6. O campo magnético da terra esta diminuindo muito rapidamente.

A resistência elétrica no núcleo da terra desgasta a corrente elétrica que produz o campo magnético da terra. Isto faz com que o campo perca energia rapidamente.

A energia total armazenada no campo magnético da terra (“dipolo” e “não-dipolo”) está diminuindo com uma meia-vida de 1465 (+- 165) anos.(12) As teorias evolucionárias explicando esta queda rápida, assim como a terra pôde ter mantido seu campo magnético por bilhões de anos são muito complexos e inadequados. Existe uma teoria criacionista muito melhor. Ela é direta e baseada na perfeita física, e explica muitas das características desse campo: Sua criação, reversões rápidas durante o dilúvio de Gênesis, aumento e diminuição da superfície de intensidade até o tempo de Cristo, e uma queda regular desde então.(13) Esta teoria se encaixa com os dados paleomagnéticos, históricos e presentes, a maioria surpreendentemente com evidências de mudanças rápidas.(14) O principal resultado é que a energia total do campo (não a intensidade de superfície) tem sempre diminuído pelo menos tão rápido quanto agora. Na taxa atual o campo não poderia ter mais que 20.000 anos.(15)

7. Muitos estratos estão dobrados muito proximamente

Em muitas área montanhosas, estratos de centenas de metros de espessura estão dobrados e moldados em formato de U. A escala de tempo geológico convencional diz que tais formações foram profundamente enterradas e solidificadas por centenas de milhões de anos antes de serem dobrados. Porém a dobragem ocorreu sem quebras, com raios tão pequenos que toda a formação teria de estar ainda molhada e não solidificada quando a dobragem ocorreu. Isto quer dizer que a dobragem ocorreu antes de milhares de anos após o depósito.(16)

8. O material biológico se deteriora muito rápido

Radioatividade natural, mutações e deterioração degradam o DNA e outros materiais biológicos rapidamente. Medições da taxa de mutação do DNA mitocondrial recentemente forçaram os pesquisadores a revisar a idade da “Eva mitocondrial” de um teórico 200.00 anos à possibilidade de até 6.000 anos.(17) Os especialistas no DNA insistem que o DNA não pode existir em ambientes naturais por mais de 10.000 anos, porém segmentos intactos de DNA parecem ter sido recuperados de fósseis alegadamente muito mais velhos: Ossos de neandertais, insetos em âmbar e mesmo de fósseis de dinossauros.(1Cool Bactérias de alegadamente 250 milhões de anos de idade aparentemente foram reavivadas sem danos no DNA.(19) tecido mole e células sanguíneas de um dinossauro deixaram os especialistas perplexos.(20)

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.9. Radioatividade fóssil reduz as “eras” geológicas a poucos anos

Radio Halo (foto cortesia de Mark Armitage)

Radiohalos são anéis de cor formados em volta de pedaços de minerais radioativos em cristais de rocha. Eles são evidências fósseis da queda radioativa.(21) Radiohalos “amassados” de Polônio indicam que formações do período Jurássico, Triássico e Eoceno do Plateau do Colorado foram depositadas no intervalo de meses entre si, não de centenas de milhões de anos de intervalo como necessário pela escala de tempo convencional.(22) Radiohalos “órfãos” de Polônio 218, que não têm evidência de seus elementos-mãe, implicam queda nuclear acelerada e formação muito rápida de minerais associados. (23,24)

10. Muito hélio em minerais

Urânio e thório geram átomos de hélio à medida que decaem para o chumbo. Um estudo publicado no Jornal de Pesquisa Geofísica (Journal of Geophysical Research) mostrou que tal hélio produzido em cristais de zircônio em rocha granítica precambriana profunda não teve tempo para escapar.(25) Apesar das rochas conterem o equivalente a 1.5 bilhões de anos de produtos de queda radioativa, novas taxas medidas de perda de hélio no zircônio mostram que o hélio está vazando por apenas 6.000 (+-2000) anos.(26) Isto não apenas é evidência para uma terra jovem, mas também de episódios de taxas de queda grandemente aceleradas de núcleos de longas meias-vidas dentre de milhares de anos atrás, comprimindo escalas de tempo de radioisótopos enormemente.

11. Muito carbono 14 em estratos geológicos profundos

Com suas curtas meias-vidas de 5.700 anos, nenhum átomo de carbono 14 deveria existir em qualquer carbono com mais de 250.000 anos. Porém foi provado impossível encontrar qualquer fonte natural de carbono de estratos abaixo do Pleiosceno (Idade do Gelo) que não contenha significativas quantidades de carbono 14, mesmo que tal estrato seja de supostos milhões ou bilhões de anos. Laboratórios de carbono 14 convencionais, que têm estado cientes desta anomalia desde o início dos anos de 1980, se esforçaram muito para eliminá-la, e não conseguem explicá-la. Posteriormente o melhor laboratório do mundo neste tipo de teste, que descobriu durante décadas de baixas medidas de carbonos 14 como não contaminar as amostras externamente, sob contrato de criacionistas, confirmou tais observações para amostras de carvão mineral e mesmo para uma dúzia de diamantes, que não podem ser contaminados in situ com carbono recente.(27) Isto constitui evidência muito forte de que a terra tem apenas milhares, e não bilhões, de anos de idade.

12. Não existem esqueletos suficientes da idade da pedra

Antropólogos evolucionários hoje dizem que o homo sapiens existiu por pelo menos 185.000 anos antes da agricultura ter início (2Cool, durante este tempo a população de humanos foi mais ou menos constante, entre um e dez milhões. Por todo este tempo eles estiveram enterrando seus mortos, frequentemente com artefatos. Por tal cenário, eles deveriam ter enterrado pelo menos 8 bilhões de corpos.(29) Se a escala evolucionária está correta, corpos enterrados deveriam durar por pelo menos 20.000 anos, assim muitos dos supostos 8 bilhões de esqueletos da idade da pedra deveriam ainda estar disponíveis (e certamente os artefatos enterrados). Porém apenas poucos milhares foram encontrados. Isto mostra que a idade da pedra foi muito mais curta do que os evolucionistas pensam, talvez apenas poucas centenas de anos em muitas áreas.

13. A agricultura é muito recente

O quadro evolucionário usual tem os homens existindo como caçadores e colhedores por 185.000 anos durante a idade da pedra antes de descobrir a agricultura há menos de 10.000 anos atrás.(29) Porém a evidência arqueológica mostra que os homens da idade da pedra eram tão inteligentes quanto nós. É muito improvável que nenhuma das 8 bilhões de pessoas mencionadas no item 12 não tivesse descoberto que plantas crescem de sementes. É mais provável que os homens estiveram sem agricultura por um breve período após o dilúvio, quando muito.(31)

14. A história é muito recente

De acordo com os evolucionistas, os homo sapiens da idade da pedra existiram por 190.000 anos antes de começarem a fazer registros escritos há cerca de 4.000 a 5.000 anos atrás. O homem pré-histórico construiu monumentos megalíticos, fez lindas pinturas em cavernas e guardaram registros das fases lunares.(30) Por que eles esperaram dois mil séculos antes de usarem as mesmas habilidades para registrarem a história? A escala de tempo bíblica é muito mais provável.(31)

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Referências:

  1. Scheffler, H. and Elsasser, H., Physics of the Galaxy and Interstellar Matter, Springer-Verlag (1987) Berlin, pp. 352–353, 401–413.
  2. D. Zaritsky, H-W. Rix, and M. Rieke, Inner spiral structure of the galaxy M51, Nature 364:313–315 (July 22, 1993).
  3. Davies, K., Distribution of supernova remnants in the galaxy, Proceedings of the Third International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1994), Pittsburgh, PA, pp. 175–184, order from http://www.creationicc.org/.
  4. Steidl, P. F., Planets, comets, and asteroids, Design and Origins in Astronomy, pp. 73-106, G. Mulfinger, ed., Creation Research Society Books (1983), order from http://www.creationresearch.org/.
  5. Whipple, F. L., Background of modern comet theory, Nature 263:15–19 (2 September 1976). Levison, H. F. et al. See also: The mass disruption of Oort Cloud comets, Science 296:2212–2215 (21 June 2002).
  6. Milliman, John D. and James P. M. Syvitski, Geomorphic/tectonic control of sediment discharge to the ocean: the importance of small mountainous rivers, The Journal of Geology, vol. 100, pp. 525–544 (1992).
  7. Hay, W. W., et al., Mass/age distribution and composition of sediments on the ocean floor and the global rate of sediment subduction, Journal of Geophysical Research, 93(B12):14,933–14,940 (10 December 1988).
  8. Meybeck, M., Concentrations des eaux fluviales en elements majeurs et apports en solution aux oceans, Revue de Géologie Dynamique et de Géographie Physique 21(3):215 (1979).
  9. Sayles, F. L. and P. C. Mangelsdorf, Cation-exchange characteristics of Amazon River suspended sediment and its reaction with seawater, Geochimica et Cosmochimica Acta 43:767–779 (1979).
  10. Austin, S. A. and D. R. Humphreys, The sea’s missing salt: a dilemma for evolutionists, Proceedings of the Second International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1991), Pittsburgh, PA, pp. 17–33, order from http://www.creationicc.org/.
  11. Nevins, S., [Austin, S. A.], Evolution: the oceans say no!, Impact No. 8 (Nov. 1973) Institute for Creation Research.
  12. Humphreys, D. R., The earth’s magnetic field is still losing energy, Creation Research Society Quarterly, 39(1):3–13, June 2002. http://www.creationresearch.org/crsq/articles/39/39_1/GeoMag.htm.
  13. Humphreys, D. R., Reversals of the earth’s magnetic field during the Genesis flood, Proceedings of the First International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1986), Pittsburgh, PA, pp. 113–126, out of print but contact http://www.creationicc.org/ for help in locating copies.
  14. Coe, R. S., M. Prévot, and P. Camps, New evidence for extraordinarily rapid change of the geomagnetic field during a reversal, Nature 374:687–92 (20 April 1995).
  15. Humphreys, D. R., Physical mechanism for reversals of the earth’s magnetic field during the flood, Proceedings of the Second International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1991), Pittsburgh, PA, pp. 129–142, order from http://www.creationicc.org/.
  16. Austin, S. A. and J. D. Morris, Tight folds and clastic dikes as evidence for rapid deposition and deformation of two very thick stratigraphic sequences, Proceedings of the First International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1986), Pittsburgh, PA, pp. 3–15, out of print, contact http://www.creationicc.org/ for help in locating copies.
  17. Gibbons A., Calibrating the mitochondrial clock, Science 279:28–29 (2 January 1998).
  18. Cherfas, J., Ancient DNA: still busy after death, Science 253:1354–1356 (20 September 1991). Cano, R. J., H. N. Poinar, N. J. Pieniazek, A. Acra, and G. O. Poinar, Jr. Amplification and sequencing of DNA from a 120-135-million-year-old weevil, Nature 363:536–8 (10 June 1993). Krings, M., A. Stone, R. W. Schmitz, H. Krainitzki, M. Stoneking, and S. Pääbo, Neandertal DNA sequences and the origin of modern humans, Cell 90:19–30 (Jul 11, 1997). Lindahl, T, Unlocking nature’s ancient secrets, Nature 413:358–359 (27 September 2001).
  19. Vreeland, R. H.,W. D. Rosenzweig, and D. W. Powers, Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, Nature 407:897–900 (19 October 2000).
  20. Schweitzer, M., J. L. Wittmeyer, J. R. Horner, and J. K. Toporski, Soft-Tissue vessels and cellular preservation in Tyrannosaurus rex, Science 207:1952–1955 (25 March 2005).
  21. Gentry, R. V., Radioactive halos, Annual Review of Nuclear Science 23:347–362 (1973).
  22. Gentry, R. V. , W. H. Christie, D. H. Smith, J. F. Emery, S. A. Reynolds, R. Walker, S. S. Christy, and P. A. Gentry, Radiohalos in coalified wood: new evidence relating to time of uranium introduction and coalification, Science 194:315–318 (15 October 1976).
  23. Gentry, R. V., Radiohalos in a radiochronological and cosmological perspective, Science 184:62–66 (5 April 1974).
  24. Snelling, A. A. and M. H. Armitage, Radiohalos—a tale of three granitic plutons, Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (2003), Pittsburgh, PA, pp. 243–267, order from http://www.creationicc.org/.
  25. Gentry, R. V., G. L. Glish, and E. H. McBay, Differential helium retention in zircons: implications for nuclear waste containment, Geophysical Research Letters 9(10):1129–1130 (October 1982).
  26. Humphreys, D. R, et al., Helium diffusion age of 6,000 years supports accelerated nuclear decay, Creation Research Society Quarterly 41(1):1–16 (June 2004). See archived article on following page of the CRS website: http://www.creationresearch.org/crsq/articles/41/41_1/Helium.htm.
  27. Baumgardner, J. R., et al., Measurable 14C in fossilized organic materials: confirming the young earth creation-flood model, Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (2003), Pittsburgh, PA, pp. 127–142. Archived at http://globalflood.org/papers/2003ICCc14.html.
  28. McDougall, I., F. H. Brown, and J. G. Fleagle, Stratigraphic placement and age of modern humans from Kibish, Ethiopia, Nature 433(7027):733–736 (17 February 2005).
  29. Deevey, E. S., The human population, Scientific American 203:194–204 (September 1960).
  30. Marshack, A., Exploring the mind of Ice Age man, National Geographic 147:64–89 (January 1975).
  31. Dritt, J. O., Man’s earliest beginnings: discrepancies in evolutionary timetables, Proceedings of the Second International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1991), Pittsburgh, PA, pp. 73–78, order from http://www.creationicc.org/.

Recursos Adicionais para os itens de 9 a 11:

Fonte: Answers in Genesis


8 Comentários so far
Deixe um comentário

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, em recente pesquisa de dna, afirmam que aborígenes descendem do homo sapiens saido da África ha 50 mil anos. Bem antes de o suposto dilúvio ter acontecido. Posso pensar então que o diluvio ñ inundou a Austrália?

Comentário por joao ribett

Como se chega à data de 50 mil anos?

Comentário por Daniel F. Zordan (Creation Science News)

É pura balela especulativa os 50 mil anos; acima de 20 mil anos o C14 é altamente discrepante. E quem disse que o homem saiu da África. Pelo jeito foi do oriente médio, cfe. aqui: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=76161.

E a bíblia não diz que o mundo teria 6 ou 10 mil anos.
Há muitas lacunas nas genealogias de Gênesis.

Comentário por Cícero

Agora estamos progredindo, qual seria a idade da terra então, segundo a biblia?

Comentário por ade155Adriano Vicente

A Bíblia não diz. Isso pertence a Dt 29:29.
O máximo que os homens podem fazer é especular …

Comentário por Cícero

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Comentário por Eldes




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