Creation Science News


Pesquisa contesta prova criacionista sobre a origem da vida
02/04/2011, 10:28 AM
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Kachina Bridge é uma formação rochosa em forma de arco que traria inscrições de culturas pré-históricas e dinossauros

A área de Kachina Bridge, em Utah (EUA), considerada uma evidência da teoria criacionista de que a Terra foi criada em um único dia, foi submetida a uma análise de pesquisadores, que chegaram à conclusão final.

As gravuras rupestres de dinossauros não seriam dos animais pré-históricos, mas sim uma boa pintura manchada.

A Kachina Bridge é uma formação rochosa em forma de arco, com mais de 60 metros de altura, que traria inscrições de culturas pré-históricas e de representações de dinossauros.

“A mais importante implicação nesses achados é que o sítio criacionista com evidências da coexistência entre dinossauros e humanos nem mesmo existe”, comenta em entrevista ao site LiveScience o paleontólogo Phil Senter, da Universidade Estadual Fayetteville, em Carolina do Norte.

Os estudiosos analisaram quatro imagens do que parecem ser de dinossauros em várias situações: do olhar puro e simples, passando por binóculos e lentes especiais, com iluminação direta e indireta do sol e na sombra.

“O dinossauro 1, apelidado de Sinclair, realmente se parece com um dino se visto por olhos comuns. Mas um olho treinado pode frequentemente enxergar o que um não-treinado vê.”

“Até nosso estudo, esta era a melhor gravura de dinossauros e a mais difícil de ser argumentada e interpretada porque se parece muito com um dinossauro”, Senter diz. “O ‘melhor dinossauro’ agora está extinto.”

Segundo o grupo, a visão dos dinossauros são ilusões de óptica iguais aos rostos e animais que vemos nas nuvens e nas formações rochosas da Lua.

Senter e a arqueóloga Sally Cole detalham seu trabalho na edição de março do jornal “Palaentologia Electronica”.

Referências:

1. Phil Senter and Sally J. Cole “Dinosaur” petroglyphs at Kachina Bridge site, Natural Bridges National Monument, southeastern Utah: not dinosaurs after all” (Palaeontologia Electronica, March 2011, Vol. 14, Issue 1; 2A:5p;) (Em PDF)

2. “Discovery Rocks Creationists’ Claim That Humans Lived with Dinosaurs” (Live Science, 29 March 2011)

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COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

Os especialistas fizeram testes em apenas algumas figuras, mais precisamente de dinossauros. Mas e quanto às demais figuras que não são de dinossauros? – Porque não analisaram? Não sei por que faço esse tipo de pergunta. Afinal, essa é a caracterizas dos evolucionistas – analisam apenas uma pequena parte das evidências (A que lhes interessam) e sempre chegam a conclusões precipitadas, tais como: “Dente de porco”; “Lêmure”; “Orangotango”; “chimpanzé”; “neanderthal por Von Zieten” e etc.

Porque não aproveitam e analisam as dezenas de evidências espalhadas por todo mundo que confirmam que “homem e dinossauros são contemporâneos”? Exemplo: http://www.genesispark.com/genpark/ancient/ancient.htm

Outras evidências aqui:   http://www.acambaro.gob.mx/cultura/julsrud.htm

http://www.theepochtimes.com/n2/content/view/15767/

http://www.forteantimes.com/features/articles/259/jurassic_library_the_ica_stones.html

Será que dragões existiram? http://www.genesispark.com/genpark/history/history.htm

A Bíblia também fala dos dinossauros: http://www.genesispark.com/genpark/bible/bible.htm

Conclusão: São varias as evidências que corroboram com a teoria criacionista. Sendo assim, a teoria da contemporaneidade entre homem e dinossauros permanece cativa.

The peace of God


6 Comentários so far
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Sei, conclusões precipitadas são coisas dos evolucionistas, já os criacionistas acreditam cegamente que estas figuras de dragões cuspindo fogo são reais, e os lagartos estilizados são dinossauros, tá bom então, tudo evidencias confiáveis…

Comentário por Adriano Vicente

Não é bem por ai!

Todos nós sabemos que Dragão podee não ser ficção. Isto é documentado em varias civilizações de milhares de anos atrás! É bem provavel que algum animal desse porte possa ter existido. Ja ouvi falar em um fóssil de dinossauro que continha magnésio metálico em uma parte de seu crânio que era ligado as narinaz,

magnésio metálico + agua = FOGO

Infelismente não tenho enhuma fonte para te passar, mas se voce é geologo deve ter ouvido falar desse fóssil.

Namaste

Comentário por Leo

Leo, nunca ví nada na literatura sobre dinossauros com depósito de magnésio metálico no cranio, e embora a maior parte do magnesio no organismo encontra-se nos ossos, acho que um depósito concentrado em um animal seria praticamente impossivel, pois o magnésio não é encontrado livre na natureza, ele sempre está misturado em outras rochas, como magnesita, dolomita, kainita, etc…, e para torná-lo em metálico temos de extraí-lo e purificá-lo, não vejo como isto poderia ser feito dentro de um ser vivo.
Outro problema é que este metal, se pulverizado e exposto ao ar tem a característica de se inflamar, e continua queimando até embaixo da agua, mas não reage com essa como voce escreveu, ele só reage com agua se ela estiver em ebulição, mas imagine um metal destes pegando fogo dentro da cabeça de um animal, o estrago que faria.
Outra coisa improvável seria uma ligação deste tal depósito com as narinas para ser queimado, já que o magnésio metálico é sólido até os 650 graus, precisaria ser aquecido antes de usado para fazer o tal fogo, ou seja, isto é outra lenda, como a própria existencia de dragões.

Comentário por Adriano Vicente

Gente, todas estas “evidencias” que apareceram durante os ultimos 100 anos já foram refutadas quando estudadas mais de perto.

Assim foi com as alegadas pegadas humanas da era Mesozoica que foram comprovadas como erros de interpretação, erosão ou fraude em alguns casos, e identificadas como trilhas de dinossauros em outros (Neufeld 1975; Kuban 1989).

Uma alegada forma de sandália sobre um trilobita do Cambriano era apenas um padrão de erosão (Stokes 1986), um alegado dedo humano fossilizado do Cretaceo era apenas uma infiltração de material em uma pequena toca (Isaak 2007).

Sedimentos da era Mezozoica em que estava encrustrado um martelo era uma concretagem recente (Isaak 2007).

Um esqueleto humano em um sedimento jurássico era apenas um tumulo escavado na rocha (Strahler 1999).

Um depósito que era para ser do Mioceno em Guadalupe, onde havia um esqueleto humano era recente (Strahler 1999).

As pedras Incas, com estatuetas de dinossauros, que eram alegadas serem de ancestrais indigenas peruanos, eram simplesmente falsas (Isaak 2007).

As figuras de Acámbaro, que incluem estatuetas de dinossauro, feitas por alegados ancestrais mexicanos, são forjadas (Di Peso 1953).

Comentário por Leticia

As fontes citadas por você não tem valor algum. É a mesma coisa que citar Dawkins para dizer que DEUS não existe. O que presenciamos são apenas opniões, não fatos.

Poderiamos citar inumeras teorias contra a evolução, por exemplo. Mas nada disso podera refutar a teoria evolucionista. Justamente porque não se pode provar algo que não é observavel.

namaste

Comentário por Leo

Leo, desculpe, mas voce está sendo injusto com a Letícia ao comparar as fontes que ela colocou com o Dawkins, uma coisa é uma opinião (como dizer que Deus não existe), que é como voce disse, não se pode provar algo que não é observavel, com um estudo que alguem fez para mostrar que algo não era o que se pensava, mostrando que o que se achava antes não era verdade.

Agora, se voce não quiser aceitar o que foi colocado pelos caras como prova válida, aí já é outra questão, pois cada um acredita no que quer. Mas é um desrespeito dizer que as fontes não tem valor algum, afinal estas pessoas perderam seu tempo para tentar esclarecer algo que gerava dúvidas, eu acho isto elogiável, e é irracional simplesmente descartar o esforço deles como sem valor algum, voce apenas teria o direito de fazê-lo se fizesse o mesmo estudo, ou pelo menos os analisasse e chegasse a uma conclusão diferente, aí eu respeitaria.

Comentário por Adriano Vicente




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