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Com DNA ‘a menos’ homem passou a ter cérebro grande e pênis sem pelos
18/03/2011, 7:34 PM
Filed under: :::::: PUBLICAÇÕES: A - Z ::::::

Perda de DNA fez pênis do homem ficar sem espinho

Graças à perda de um fragmento de material genético, o homem escapou de ter espinhos no pênis feitos do mesmo material das unhas, a queratina, como têm os chimpanzés e outros mamíferos, como os gatos.

Os espinhos queratinizados aumentam a sensibilidade táctil do pênis e tornam o coito mais rápido, embora possam machucar a fêmea. Para sorte das mulheres, o pênis do homem é liso.

Esse tipo de pênis sem “acessórios” costuma estar vinculado a espécies monogâmicas e tende a prolongar a relação sexual, criando um maior vínculo entre os parceiros.

A equipe de 13 pesquisadores coordenada por Gill Bejerano e David M. Kingsley, da Universidade Stanford, na Califórnia, resolveu procurar diferenças no material genético do homem, do chimpanzé e de outros macacos.

Eles queriam achar sequências de DNA que eram mantidas nos chimpanzés e noutros animais, mas deletadas do genoma humano. Foram encontradas 510 regiões deletadas, com fragmentos de DNA capazes de influenciar genes próximos, mas que, com uma exceção, não trazem o código para produzir proteínas.

Uma dessas perdas de DNA eliminou do genoma humano uma sequência ligada a um gene capaz de estimular a produção tanto dos espinhos no pênis como de vibrissas, os “bigodes” de cães e gatos que servem de sensores de tato.

CRÂNIO

Pênis liso, sem bigode de gato e também com cérebro maior: uma outra deleção próxima a um gene supressor de tumores foi correlacionada com o aumento de regiões do cérebro humano.

Chimpanzé e homem têm 96% do genoma em comum. Por isso, descobrir o que há de diferente ajuda a explicar o que significa ser humano em termos de anatomia, fisiologia e comportamento.

O pênis com espinhos é comum em espécies nas quais fêmea e macho têm parceiros múltiplos. Serviriam para remover o sêmen do macho rival ou para machucar a fêmea e impedi-la de querer copular com outro a seguir.

Já na espécie humana, os traços sexuais evoluíram de modo a favorecer a monogamia e a cooperação na criação das crianças.

O homem não tem dentes caninos maiores, como muitos animais; os testículos têm tamanho moderado (embora o pênis humano seja o maior entre os primatas, mesmo comparado ao do gorila); a ovulação não tem sinais exteriores.

A equipe também pesquisou o genoma de uma espécie humana extinta, os neandertais. Como era de se esperar em um ser tão próximo evolutivamente do Homo sapiens –virou clichê dizer que, com terno e gravata, um neandertal não seria notado no metrô–, essa espécie também tinha as deleções genéticas ligadas ao aumento do cérebro e à perda de espinhos penianos.

Referência:

1. Cory Y. McLean, Philip L. Reno, Alex A. Pollen, Abraham I. Bassan, Terence D. Capellini, Catherine Guenther, Vahan B. Indjeian, Xinhong Lim, Douglas B. Menke, Bruce T. Schaar, Aaron M. Wenger, Gill Bejerano and David M. Kingsley “Human-specific loss of regulatory DNA and the evolution of human-specific traits.” (Nature, Vol. 471, No. 7337, pp 216-219. March 10, 2011. DOI: 10.1038/nature09774)

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COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

Não seria muita audácia de minha parte se colocasse o titulo da matéria como; “Homem não possui DNA que macacos possuem”. Muitas perguntas foram feitas a respeito dessa pesquisa. Selecionei e respondi quatro delas que segue abaixo;

1 – O que pode nos revelar essa pesquisa?

No momento a pesquisa pode apenas nos mostrar que chimpanzés e outros animais possuem sequências de DNA que não existe no genoma humano. Essa diferença de DNA faz com que o homem não tenha espinhos no pênis como de vibrissas e “bigodes” de cães e gatos que servem de sensores de tato.

2 – A pesquisa prova que o homem e o macaco descendem de um ancestral comum?

NÃO! A pesquisa não prova que homem e macaco compartilham um ancestral comum. Isso ainda permanece na ficção (Teoria).

3 – A pesquisa prova que o homem e o macaco foram criados por Deus individualmente?

NÃO! A pesquisa não prova que homem e macaco foram criados individualmente por Deus. Isso ainda é questão de fé.

4 – O que a bíblia nos diz?

Biblicamente o homem foi criado em especial e separado de outras criaturas no sexto dia da criação (Gen. 1:27 / 2:7). Possui a “imagem e semelhança” do Criador (Gênesis 1 : 26). Tem “domínio” sobre toda criatura na terra desde o princípio de sua existência (Gênesis 1 : 26 e 27). Foi destinado a ter uma única parceira “auxiliadora que lhe seja idônea” (Gênesis 2:18)

“E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gênesis 2 : 23 – 24)

Conclusão…

O fato é que existe uma diferença na sequencia de DNA. Mas não é possível afirmar como isso aconteceu. E então entram em cena as teorias filosóficas – CRIAÇÃO ou EVOLUÇÃO?

The peace of God


13 Comentários so far
Deixe um comentário

Pessoal da moderação, não levem a mal, mas escrever que a teoria da ancestralidade comum é ficção é desinformar as pessoas e desonesto, alem de denotar ignorancia profunda de genética, biologia, embriologia, anatomia, entre outras disciplinas. Esta pesquisa NÃO FOI dirigida para este objetivo, para isso temos muitos FATOS, como por exemplo a existência de atavismos como as caudas humanas verdadeiras, que são heranças de nossos ancestrais, e que não tem como ser explicadas sem reconhecer a veracidade da evolução e da descendencia comum. Sugiro que quem faça os comentários de pesquisas relativas a evolução pelo menos se informe um pouco sobre o assunto, e não fique só baseado em opiniões pessoais e no que está escrito na Biblia.

Comentário por Adriano Vicente

“é ficção é desinformar as pessoas e desonesto, alem de denotar ignorancia profunda de genética, biologia, embriologia, anatomia, entre outras disciplinas.”

Onde esta aprova cientifica de que existe macro-evolução? Onde estão os fósseis?

Se fosse fato não haveria discordancia. O que temos são apenas fragmentos de fósseis, mal interpretados. nada mais.

Lembra do “Nebraska man”…”piltdown man”…”cro-magnon”…”neandertais”???

Isso que voc~e chama de fato?

Comentário por Anti-darwinismo

Desculpe, mas não entendi o “onde estão os fósseis?”, pelo que sei, existem camadas de depósitos sedimentares, onde deduz-se obviamente que as camadas mais antigas sejam as inferiores, e as mais novas as superiores, onde são encontrados os fósseis, embaixo estão os seres mais simples, e sobre eles seres mais complexos, evidenciando que existe uma sequencia evolutiva, existe discordância sobre isso?

Comentário por Adriano Vicente

“Pessoal da moderação, não levem a mal, mas escrever que a teoria da ancestralidade comum é ficção é desinformar as pessoas e desonesto, alem de denotar ignorancia profunda de genética, biologia, embriologia, anatomia, entre outras disciplinas.”

R: Acho que você não entendeu a afirmação. Havia uma pergunta que na qual foi esclarecida a resposta. Por acaso a matéria tinha o objetivo de provar ancestralidade comum entre homem e macaco? Absolutamente não. Mas sim, informar que há diferenças genéticas entre ambos. A matéria diz “Graças à perda de um fragmento de material genético”.

Perda?… Como afirmar que foi perda? Onde está a prova de que nosso passado o homem possuía esses genes? (Não me venha dizer que não era o homo sapiens que possuía esse genes, mas o ancestral comum com os macacos.)

Os evolucionistas creem (tem muita fé) que homem e macaco compartilham um ancestral comum. A partir dessa teoria, os evolucionistas juntam filosofia + comparações de genéticas para afirmar que o homem “perdeu” genes.

E que te faz pensar que o homem não possa ter surgido com essa diferença genética?

“Esta pesquisa NÃO FOI dirigida para este objetivo, para isso temos muitos FATOS, como por exemplo a existência de atavismos como as caudas humanas verdadeiras, que são heranças de nossos ancestrais, e que não tem como ser explicadas sem reconhecer a veracidade da evolução e da descendencia comum.”

R: Atavismos não têm nada a ver com a evolução. Isso é acaso genéticos. Atavismo não é aceita por muitos cientistas. O que é interpretado como o atavismo, é apenas um exemplo de desenvolvimento embrionário anormal, ou de uma doença rara. (você pode ler mais aqui: http://creation.com/images/pdfs/tj/j16_3/j16_3_116-122.pdf )

O fato de o resultado fenotípico ser parecido com características morfológicas de primatas ou outros mamiferos na escala evolutiva não significa que um gene “oculto” em nosso genoma tenha sido desreprimido.

Vale lembrar que o atavismo no passado foi utilizada para fins de discriminação racial pelos europeus.

Veja que interessante essa pesquisa feita com pessoas que possuem a doença hipertricose congênita generalizada. O cientista diz que um dos jovens (Descrito como KK) foi considerado um exemplo de atavismo e também uma prova elo (macaco-homem) que seria necessário para comprovar a teoria de Darwin. O estudo demonstrou que a origem da doença encontra-se em mutações genéticas localizadas no cromossomo 17.

A matéria diz:

Congenital generalized hypertrichosis (CGH), a condition characterized by excessive hair growth all over the body as compared to the normal of the same age, sex, and race, has attracted a great attention from the scientific community and the general public since the Middle Ages. 1–3 It was considered an example of atavism and at one time even thought to be the missing ape-human link required to prove Darwin’s theory. 3,4 It is now believed that most people with CGH have an unknown genetic defect.
http://www.cell.com/AJHG/retrieve/pii/S0002929709001608
.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2694973/

Conclusão… Atavismo é uma desordem genética extremamente rara, NÃO INVOLUÇÃO!!!!!

“ Sugiro que quem faça os comentários de pesquisas relativas a evolução pelo menos se informe um pouco sobre o assunto, e não fique só baseado em opiniões pessoais e no que está escrito na Biblia.”

R: Este é um site criacionistas.

Ciência não tem dono. Logo as crenças são diversas.

Vale lembrar que a ciência moderna surgiu com crentes (Galileu, Newton e etc) não com ateus. Os intrusos na ciência são os ateus, não os crentes!

Ciência não é sinônimo de ateísmo, muito menos propriedade de crentes naturalistas.

Por Daniel F. Zordan
The peace of God

Comentário por creationsciencenews

Para começar, gostaria de dar a voces os parabens por este site, muito bem feito e visualmente atraente, com atualidades científicas importantes e curiosas e tambem por fazerem a defesa de pontos de vista criacionistas, o que considero salutar e democrático, e que permitam expressar opinião, pois censura acontece em muitos sites, que simplesmente ignoram toda crítica, acho que não é assim que se aceita o livre-arbitrio dado por Deus, certo?
Bom, voltando ao assunto de silenciamento genico exposto no artigo original, resumidamente este pode acontecer de vários modos, por Anti-Sense, por Anti-Gene, por RNA de interferencia, onde não ocorre a perda de material genético e tambem por PERDA de material, é o chamado “nocaute”, quando em uma sequencia genica, por exemplo em 500-600 genes que são os responsáveis por uma dada característica ou síntese de alguma proteina ocorre uma mutação e perde-se 1 ou mais genes, ficando os outros intactos, mas já sem poderem efetuar a função original, ou seja, a sequencia existe, mas sendo incompleta não é mais funcional como em outros animais usados em comparação.
No artigo da experiencia, em materiais e métodos (http://www.nature.com/nature/journal/v471/n7337/extref/nature09774-s1.pdf) constam os cuidados estatísticos havidos para garantir que houve de fato uma perda no DNA humano, e não um acréscimo no DNA dos macacos, e que foram escolhidas sequencias comuns não apenas aos humanos e macacos, mas tambem em material genético de ratos e elefantes, ou seja, regride até o clado ampliado dos mamiferos; de forma simples, procurou-se uma sequencia comum, depois uma área faltante nos humanos e depois outra sequencia comum, e dentre as 583 deleções encontradas, foram destacadas as responsáveis pelos espinhos penianos e vibrissas, simplesmente por já haverem sido individualizadas em outros estudos.

Comentário por Adriano Vicente

Sobre atavismos, não conheço nenhum geneticista ou biológo de renome que duvide de sua existencia (excessão de Duane Gish, que considero suspeito), e não é correto associá-los a doenças genéticas. As aberrações postadas por voces não correspondem a atavismos, que são o reaparecimento de uma certa característica nos seres vivos depois de várias gerações de ausência. O exemplo que eu citei, do FATO de existirem caudas humanas verdadeiras relacionadas ao silenciamento de genes específicos, o Wnt-3a e o Cdx1, exaustivamente estudados e que existem em TODOS os mamíferos, bem como da presença de camundongos mutantes que tambem tem estes genes silenciados e não apresentam rabos, e todas as evidencias indicando causa genética para a perda dos rabos em primatas, que foi a mutação regulatória simples nas dosagens dos genes citados, e que a retenção de caudas em recem nascidos humanos corresponde inequivocamente a uma atavismo. Ví a tempos atrás um vídeo onde um bebê portador de cauda a agitava quando sua mãe brincava com ele, demonstrando felicidade, filmado em um hospital norte-americano. Contra fatos não existem argumentos, não é mesmo?

Comentário por Adriano Vicente

Não dou conta de entender essa discussão sobre nossa ancestralidade símia.
No meu ver, ou olhar, existem hoje muitos símios, ou então, macacos na natureza.
Todos facilmente identificáveis como tal, chimpanzés, bonobos, gorilas e homens.
Por que insistir que não sejamos macacos?
Acaso tal constatação elimina a possibilidade de um deus?
Acaso isso elimina a possibilidade de vida após a morte, aliás, a única coisa que nos interessa ao acreditar no sobrenatural?
Existam deuses ou não, contanto que continuemos vivos depois de mortos!

Comentário por Reinaldo Faria Tavares

Reinaldo, trata-se de acreditar que façamos parte do reino animal ou sejamos “seres-especiais-criados-a-semelhança-de-Deus”…

Aceitarmos que somos animais não elimina a possibilidade de vida após a morte, só a torna uma hipótese improvável…

Comentário por Adriano

Fôramos especiais não teríamos tantas características idênticas às dos outros animais, ou mamíferos.
Um fígado, dois olhos…..dois rins…..
Funcionaríamos de forma diferente, estaríamos totalmente fora das classificações feitas pela própria mãe Natureza.

Comentário por Reinaldo Faria Tavares

E somos diferentes meu caro, somente os humanos possuem COGNIÇÃO, nenhum tipo de símio ou outro ser possui.

Mas vc ousaria dizer que somos descendentes dos polvos só porque temos olhos extremamente parecidos com os deles?
Ou descendentes dos porcos porque nosso coração é muito semelhante ao deles?

Mas eles não possuem intelecto, cognição e senso religioso/espiritual não é mesmo?!

Comentário por Cícero

Somos a imagem e semelhança de Deus, se Deus é eterno então nós também somos.

Mas o que é a vida se nada existe além da morte? Comamos, bebamos e desobedeçamos as regras então! Para que leis morais? se logo vamos morrer e fim …

Contudo, na natureza vemos que o vapor se transforma em água, a lagarta se transforma em borboleta, e o embrião se transforma numa pessoa, por que não crermos que a vida continua após a morte? Lei de Lavoisier?
Não somos parte da natureza, em transformação, assim também nossa existência não física continua eternamente, nossa personalidade, caráter que se manifesta na alma.

Jesus disse: “todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá”.
“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.”

Na revolução russa alguns cristãos foram condenados a morrer afogados. Neste momento um deles exclamou: “Vamos para Deus! que diferença faz se for por terra ou mar.” Muitissimos foram deportados para sibéria a trabalhar como escravos até a morte. Estes cristãos não temiam a morte.

Comentário por Cícero

LEIAM O APÓCRIFO DE JAZAR QUE VOCÊS VÃO ENTENDER A SEMELHANÇA DO DNA DO ELEFANTE E DO MACACO SE PARECEM COM A DO SER HUMANO…..

Comentário por Jason Lucas

Amigo, não mapearam nem 2% do DNA de humanos, macacos e elefantes e como podes afirmar “semelhança”?

Comentário por Cícero R. P.




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