Creation Science News


Hadrossauro sobreviveu à extinção de dinossauros, diz estudo
29/01/2011, 5:13 AM
Filed under: :::::: PUBLICAÇÕES: A - Z ::::::

Hadrossauro sobreviveu à extinção de dinossauros causada por asteoride

A crença [Filosofia Naturalista] que prevalece é de que os dinossauros desapareceram aproximadamente 65 milhões de anos atrás, depois da colisão de um asteroide contra a Terra, causando condições extremas como o desaparecimento do sol e a morte da vegetação. Mas uma equipe da Universidade de Alberta (Canadá) diz que há animais que sobreviveram mais de 700 mil anos depois do impacto. [O Estudo foi publicado na «Geology» [“Milhões de anos” – Segundo a cronologia evolucionista. Infelizmente os fósseis não vêm com certidão de nascimento e óbito, sendo assim, fica fácil fazer qualquer interpretação.]

Ao usar um novo método de datação à base de urânio (U-Pb, sigla em inglês de “uranium lead”) em um fóssil de hadrossauro encontrado no Novo México, o grupo chegou à conclusão que os dinossauros NÃO SUMIRAM da face da Terra por causa do asteroide. [Fica até difícil crer no mito do asteroide! Já são tantas teorias que se levantaram para justificar as extinções dos dinossauros, que ficamos em dúvida em qual delas crer. Qual dessas teorias aconteceu de fato? Clique aqui! ]

Larry Heaman

De acordo com Larry Heaman, do Departamento de Ciências Terrestres e Atmosféricas da universidade, os pesquisadores consideraram várias razões que explicariam por que o hadrossauro sobreviveu à extinção em massa de dinossauros no fim do período Cretáceo.

Heaman supõe que a vegetação não tenha sumido em algumas áreas, o que possibilitou a sobrevivência de hadrossauros, que se alimentam de plantas. [Se os hadrossauros sobreviveram, é certo que muitos outros tenham sobrevivido também.]

Ele também acredita que se for aplicado a nova técnica de medição nos fósseis encontrados, o meio científico pode ter que revisar a tese da extinção dos dinossauros. [Há muito tempo que cientistas querem refazer as datações dos fósseis. O problema é que universidades e museus não querem liberar os fósseis para aplicar novas datações. Não querem ver o mito da “Teoria da Evolução das espécies” indo por água abaixo. Existem inúmeros fósseis idênticos com nomes diferentes e com datações diferentes, quando não datações chutadas. ]

[Obs.: Entre colchetes (verde), negritos e sublinhados – “Destaques e comentários de Daniel F. Zordan”]

Fonte: Folha

Referências:

1. J. E. Fassett, L. M. Heaman, A. Simonetti. “Direct U-Pb dating of Cretaceous and Paleocene dinosaur bones, San Juan Basin, New Mexico.” (Geology; February 2011; v. 39; no. 2; p. 159-162; DOI: 10.1130/G31466.1)

2. “Test shows dinosaurs survived mass extinction by 700,000 years” (University of Alberta, January 28, 2011)

3. “Did dinosaurs survive the meteorite disaster? Fossil suggests they lived 700,000 years longer than previously thought” (Daily Mail, 28th January 2011)

4. “Dinosaurs Survived Mass Extinction by 700,000 Years, Fossil Find Suggests” (ScienceDaily, Jan. 28, 2011)

————————————————————–

COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

A publicação na Science Daily trás algumas observações muito interessantes. Eles afirmam que atualmente os paleontólogos tem usado a técnica chamada cronologia relativa (com base na anterioridade ou sequencialidade de determinadas formações geológicas) para datar os fósseis. A idade de um fóssil é estimada em relação à idade conhecida pela deposição de uma camada de sedimentos em que foi encontrado. No entanto, para obter uma datação precisa para as rochas sedimentares é muito difícil.

“A potential weakness for the relative chronology approach is that over millions of years geologic and environmental forces may cause erosion of a fossil-bearing horizon and therefore a fossil can drift or migrate from its original layer in the strata. The researchers say their direct-dating method precludes the reworking process.” Os pesquisadores dizem que ponto fraco da cronologia relativa é que durante milhões de anos forças geológicas e ambientais podem causar erosão em locais de deposito de fósseis, o que faria com que um fóssil pudesse mudar de sua camada original nos estratos geológicos. Eles afirmam que esse método de datação direta impede o processo de reformulação.

Concluindo…

Existem muitos fósseis com datações chutadas, baseado em outros fósseis encontrados anteriormente. Isso é comum em fósseis que não estão onde deviria estar nas camadas geológicas. Por isso que presenciamos nas descobertas o largo espaço de tempo na idade do fóssil.

Um exemplo de DATAÇÃO CHUTADA aconteceu na descoberta do fóssil Saadanius hijazensis”. Foi afirmado que teria vivido, provavelmente, entre 28 e 24 milhões de anos atrás.

No entanto a matéria publicada na Nature dizia: [The Saadanius team has estimated the age of the fossil at 29–28 million years old, on the basis of the known ages of other fossils found nearby. The date correlates roughly with their interpretation of its position in the family tree. Yet it “should still be treated as preliminary”, says Seiffert, until follow-up studies using palaeomagnetism can confirm the age of the rocks in which the fossil rested…] Os cientistas afirmam que a datação do fóssil foi feito a partir de outros fosseis encontrados nas proximidades do local. Dizem ainda que a data estipulada é com base na INTERPRETAÇÃO de sua posição na genealogia fóssil. Também salientam que o achado “ainda deve ser tratado como preliminar”, até que sejam feitos outros estudos nas rochas onde estava o fóssil.

O paleontólogo Eric Delson afirmava: [“He warns that relying entirely on fossils is hazardous: Fossils only reflect part of the diversity of a group of animals. The length of a fossil primate face can also be distorted over time by geological pressure, making it hard to learn the true shape of the species from only a few examples…”] Ele avisa que confiar inteiramente em fósseis é arriscado. Alertando que o formato “comprimento” da face de um fóssil pode sofrer mudanças / distorção por ocasião do tempo e pela própria pressão geológica. O que torna difícil saber a verdadeira origem “forma” da espécie a partir de um único fóssil encontrado. Ou seja, seria necessário encontrar mais fosseis da espécie.

The peace of God


Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: