Creation Science News


FÓSSIL: Pelicano de 30 milhões de anos levanta questão no meio científico
15/10/2010, 5:12 PM
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Na figura acima um Pelicano atual

[Texto em verde e entre colchetes: Comentado por Daniel F. Zordan]

[Da Folha – On Line] A descoberta de um fóssil de bico de pelicano de 30 milhões de anos muito parecido com os bicos de pelicanos atuais levanta porquê de tão poucas mudanças questões sobre o durante um período tão longo. [Os evolucionistas são muito contenciosos, não é necessário ficar questionando o “porquê de tão poucas mudanças”. O bico não evidencia de que houve uma “macro-evolução” (nem antes e nem depois dos 30 milhões de anos), – O que presenciamos é apenas a irrefutável micro-evolução (isso sim é fato!). Se tivéssemos materiais necessários “disponíveis” para ser analisado a nível molecular, tal estudo nos revelaria com clareza que o ocorrido foi apenas “micro-evolução.”]

O bico quase completo, encontrado no sudeste da França, se parece tanto com o das sete espécies modernas de pelicanos que foi classificado no gênero Pelecanus, diz Antoine Louchart, da Universidade de Lyon, na França. [Preste atenção “sete espécies”; sete!!! – Não é evidência de micro-evolução? – Onde entra a evolução da espécie na arvore da vida?]

Os bicos de pelicanos são os mais longos entre os pássaros hoje existentes. Embaixo do bico há uma bolsa que permite ao pássaro captura presas na água e jogar fora a água antes de engolir o alimento. Como outros pássaros, pelicanos são raramente preservados como fósseis. Consequentemente, sabe-se pouco sobre sua evolução. [Sabe-se pouco pelo fato de não haver evolução (macro). Impossível de encontrar algo que não exista]

Fóssil de pelicano de 30 milhôes de anos

Louchart reconheceu o fóssil, descoberto nos anos 80, enquanto examinava espécimes na coleção do colega Nicolas Tourment. O fóssil estava protegido sob uma fina camada de calcário. [Com certeza necessitou de água para que o fóssil fosse preservado no calcário. Que tal o dilúvio?]

O fóssil inclui a maior parte dos ossos do bico e partes do crânio e pescoço e é muito semelhante ao grande pelicano branco, Pelecanus onocrotalus.

A falta de mudanças sugere que o bico atingiu um pico evolutivo para vôo ou para alimentação. Mas Louchart acredita que algo mais pode estar envolvido. [É óbvio que os pesquisadores “naturalistas” vão sempre querer procurar algo para apoiar a furada teoria da macro-evolucionaria.]

A descoberta coloca não só os pelicanos, mas também outros pássaros mais atrás na linha do tempo. [E coloca tempo nisso. A cada descoberta vai se afunilando mais e mais o espaço/tempo, o que complica a evolução das espécies através da macro-evolução. O maior amigo dos evolucionistas, “O TEMPO”, esta sempre andando na contra mão.]

“O bico do pelicano é uma adaptação muito boa porque permaneceu quase a mesma durante um longo período de tempo”, disse Rebecca Kimball, da Universidade da Flórida. Há dois anos, Kimball publicou um estudo na revista “Science” em que mostra que pelicanos são geneticamente próximos a parentes, um sinal de evolução lenta. [O bico é uma ótima adaptação, porque “FOI CRIADO” e não evoluído. “Longo período de tempo”, são interpretações, achismos, chutômetros de evolucionistas de acordo com suas datações que nas muitas vezes contraditórias.]

O estudo foi publicado na revista especializada “Journal of Ornithology”.

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COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

Se houve mudança evolutiva / adaptação, foram miseravelmente poucas durante um período muito longo de 30 milhões de anos. Isso levanta questão no meio cientifico. Mas como sempre os evolucionistas têm algumas desculpas para não concordar de que NÃO houve EVOLUÇÃO “MACRO” nas espécies. No caso do pelicano estão dizendo que,

“…bico atingiu um PICO evolutivo” – Ou melhor, atingiu o máximo de sua evolução.

”…pelicanos são geneticamente próximos a parentes, um sinal de EVOLUÇÃO LENTA” – Põe lenta nisso. Estão querendo dizer que a ave é uma exceção.

”…pelicanos atuais levanta porquê de TÃO PUCAS MUDANÇAS” – E ainda querem dar uma de que não sabem o porquê e tão poucas mudanças. Obviamente não houve evolução “macro”.

Muitas perguntas ficam na minha cabeça,

  1. Quantos fósseis desse tipo devem estar escondidos em laboratórios de universidades por esse mundo a fora?
  2. Como se sabe que uma espécie atingiu seu ápice no processo evolutivo? – Pode uma espécie atingir seu ponto máximo na evolução (macro)?
  3. 30 Milhões de anos e não houve nenhuma evolução, por quê?
  4. Por que houve tão poucas mudanças nesse animal durante um período tão longo de tempo?

São vários questionamentos que são levantados a cada publicação comprometedora dos evolucionistas. De uma coisa é certa, essa descoberta deixou muitos evolucionistas revoltados com o pesquisador Antoine Louchart, ele mexeu em algo que não deveria mexer (algo que é contraditório a teoria evolucionista)

Seria um fóssil vivo?

Há 30 milhões de anos o pelicano continua sendo pelicano.

Mais uma vez a evolução leva um tiro no próprio pé, toma um golaço do meio do campo do criacionismo. Mas, a saga filosófica naturalista continua com seus fiascos.

The peace of God


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