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Cientista localiza grupo de galáxias supostamente extintas
15/10/2010, 8:24 PM
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Cientista localiza grupo de galáxias supostamente extintas

[Obs.: Comentário nosso em verde – Por Daniel F. Zordan]

Um cientista de uma universidade australiana localizou um grupo de galáxias supostamente extintas e cuja existência contribuirá para entender a origem das estrelas. [Melhor dizendo: “um fóssil vivo”]

“Se não tivéssemos feito essa descoberta, pensaríamos que essas galáxias haviam desaparecido há aproximadamente 5 bilhões de anos”, declarou hoje à Agência Efe Andy Green, que fez o achado enquanto pesquisava para seu doutorado na Universidade de Swinburne, em Victoria. [E por que pensariam? Como se chega a conclusão errada de que galáxias haviam desaparecido há aproximadamente 5 bilhões de anos? Isso nos mostra como existe achismos e chutômetros na ciência.]

O estudo foi publicado hoje na nova edição da revista científica “Science”. [Nature]

Descoberta ajudará a entender a origem das estrelas e galáxia está a 1 bilhão de anos-luz da Via Láctea

Green explicou que o grupo está a “apenas” 1 bilhão de anos-luz da Via Láctea e, por isso, “ninguém esperava encontrá-lo, muito menos tão perto”. [Até parece mineiro “é logo ali”.]

O cientista calculou que nosso universo tem cerca de 14 bilhões de anos (quanto aconteceu o Big Bang) e que a Via Láctea surgiu pouco depois, possivelmente há 10 bilhões de anos. [De tempos em tempos, dão uma nova idade para o universo. E ainda dizem que a via Láctea surgiu “possivelmente”  (mais um achismo/chutômetro) há 10 bilhões de anos.]

“As características são similares às de galáxias bem antigas, que teriam sido formadas no começo do universo, mas, no entanto, têm forma de disco, como a nossa, e se comportam como galáxias jovens”, descreveu o astrônomo.

Green fez um paralelo com a descoberta de fósseis de dinossauro: “O fato de estar fossilizado dá a sensação de ser um animal já velho, mas é possível que o dinossauro tenha morrido bebê”, explicou. [Seria bom se esse paralelo fosse aceito na Paleontologia, Geologia e Biologia. Algo que não é bem assim.]

As galáxias são conjuntos de gases, pó interestelar e bilhões de estrelas que, por conta da gravidade, giram em torno do seu centro. Quando o gás se condensa nas chamadas “nuvens moleculares”, dá origem aos astros que, quando alcançam o final de sua evolução, produzem mais gás.

“As galáxias que descobrimos estão vivas e têm uma turbulência interior que as permite criar estrelas muito mais rapidamente do que a Via Láctea. Elas formam dezenas e até centenas de estrelas a cada ano, muitas delas tão grandes quanto o Sol”, relatou o cientista. [Afirmar que “estão vivas”, significa que não morreram certo? – Ou houve uma ressurreição? – Acredito que na segunda opção eles não darão ênface (não preciso dizer o porquê). Se estão vivas, como chegaram a conclusão de que estavam mortas antes?]

Green explicou que “a turbulência influi na rapidez com que se formam as estrelas” e quanto mais estrelas se transformam em gases, mais astros poderão nascer e, assim, parece que as galáxias regulam sua própria regeneração e a geração da matéria, “mas ainda não se sabe como”, disse Green.

O cientista indicou que, do mesmo modo, “quando as estrelas nascem, emitem uma energia que cria desordem no gás que as rodeia e a turbulência gera o nascimento de novas estrelas”, um processo cujo estudo poderá ser aprofundado a partir do grupo de galáxias encontrado.

Green fez a descoberta com ajuda do Telescópio Anglo-Australiano (AAT, na sigla em inglês) e de especialistas do Australian Astronomical Observatory, com o apoio de uma equipe de cientistas da sua universidade, da Universidade Nacional da Austrália (ANU, na sigla em inglês) e da Universidade de Toronto (Canadá).

De acordo com Green, o próximo passo será utilizar o famoso Observatório Keck, no Havaí, mas o ideal seria poder trabalhar no Observatório Cerro Las Campanas, no Chile.

[Grífo nosso]

Fonte: Época


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