Creation Science News


A metodologia científica e o Criacionismo x Evolucionismo
02/10/2010, 8:00 AM
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Alguns evolucionistas têm atacado o criacionismo afirmando que o mesmo não possui uma estrutura científica e é desprovido do método de análise científica, portanto, não seria científico, mas religioso.
Bem, essa é mais uma das dezenas de falácias utilizadas pelo evolucionismo, pois veremos que o criacionismo pode muito bem ser classificado como científico.

Um texto bastante interessante sobre o assunto pode ser encontrado no Departamente de Astronomia, que transcrevo a seguir:

O método científico, baseado na experimentação, começou com Abu Ali al-Hasan Ibn al-Haytham (965-1039), nascido em Basra, atual Iraque. No ocidente ele ficou conhecido como Alhazen. Em seus estudos de Ótica, Kitab al-Manazir, traduzido para o latim como Opticae thesaurus Alhazeni em 1270, no qual discute a teoria da reflexão, para provar que a luz viaja do objeto até o olho, proposto por Aristótoles, mas contrário do que havia sido proposto por Euclides e Ptolomeu (no Alamagesto), ele convidou pessoas a olhar fixamente para o Sol, e provou que quando se olha fixamente para o Sol, ele queima o olho, causando cegueira.

No fim do século XII seus textos foram traduzidos para o latim, levando o inglês Roger Bacon (1214-1294) a publicar, em seu Opus Majus, “Argumentos não removem a dúvida, de forma que a mente possa descansar na certeza do conhecimento da verdade, a menos que a encontre a experimentação”.

Um dos pilares do método científico é a chamada Navalha de Ockham, ou Lei da Parcimônia, ou ainda Lâmina de Ockham, proposta pelo filósofo franciscano inglês William de Ockham (1285-1349), que afirma que quando existem várias formas de explicar algo, a certa é a mais simples. Esta proposta foi publicada em seu trabalho Expositio aurea et admodum utilis super totam artem veterem:

Frustra fit per plura, quod fieri potest per pauciora.
É desnecessário fazer com mais o que se pode fazer com menos.

Essentia non sunt multiplicanda praeter necessitatem.
O essencial não deve ser multiplicado sem necessidade.

“Há um certo receio (…) de que algumas coisas não são feitas para serem conhecidas, que algumas inquirições são muito perigosas para os seres humanos. Todas as pesquisas acarretam algum elemento de risco. Não há garantia de que o universo se conforme a nossas predisposições. O melhor meio de evitar abusos e incompreensões de parte a parte é tornar o povo cientificamente informado a fim de que compreenda as implicações de tais investigações. Se a ciência for considerada um sacerdócio fechado, demasiado difícil e misterioso para compreensão de uma pessoa de cultura mediana, o perigo do desentendimento será maior. Se a ciência, porém, for um tópico de interesse e consideração geral, se seus encantos e conseqüências sociais forem discutidos com competência e regularidade nas escolas, na imprensa e à mesa de jantar, teremos aumentado as possibilidades de aprender como o mundo realmente é, para melhorarmos a ambos, a nós e a ele.”  Carl E. Sagan (1934-1996)

Ora, um dos pilares que sustenta a metodologia científica é a chamada “Navalha de Ockham” que nos ensina que ao existirem várias maneiras de se explicar algo, a certa é a mais simples.
Curiosamente, em se tratando do debate Criacionismo x Evolucionismo sempre se buscam as explicações mirabolantes do Evolucionismo, a exemplo do experimento de Oparin, que comentaremos mais adiante, descartando-se, sempre, o Criacionismo como se este fosse algo da esfera religiosa e não científica.

De acordo com Stephen Jay Gould os “fatos são os dados do mundo. Teorias são estruturas de idéias que explicam e interpretam os fatos”, ou seja, as teorias devem ser consistentes e verdadeiras explicações para os fatos.

Em se tratado de Método Científico, é preciso entender que este deve seguir alguns passos, pois “Ciência é a atividade intelectual e prática que abarca a estrutura e o comportamento do mundo físico e do natural, por meio da observação e da experimentação” (Oxford American Dictionary).
Esses passos são:

1. Problema / Questão
2. Observação / Pesquisa
3. Formulação de uma Hipótese
4. Experiência
5. Coleção e Análise de Resultados
6. Conclusão
7. Transmissão dos Resultados

O primeiro passo do Método Científico – Problema / Questão:
É preciso desenvolver uma pergunta acerca de determinado problema que se deseja resolver, através de experimentos.

O segundo passo do Método Científico – Observação / Pesquisa:
Faz-se necessário realizar observações e pesquisas sobre o problema que envolve a área de interesse.

O terceiro passo do Método Científico – Formulação de uma Hipótese:
A hipótese é uma possível resposta elaborada pelo pesquisador que possa servir de guia na resolução do problema.

O quarto passo do Método Científico – Experiência:
Deve-se desenvolver um procedimento, normalmente em laboratório, que possibilite analisar através de experimento a hipótese levantada acerca do problema, e que venha através de “meios honestos” trazer uma resposta positiva ou negativa à hipótese levantada. Ainda, deve-se realizar várias anotações detalhadas acerca do processo, que deverá conter o material utilizado, processo realizado, desenvolvimento do experimento e o resultado final do mesmo.

O quinto passo do Método Científico – Coleção e Análise de Resultados:
O experimento realizado deverá ser repetidos para que ocorra a confirmação do resultado e análise do mesmo, assim como deve ser documentado.

O sexto passo do Método Científico – Conclusão:
Deve-se confeccionar uma declaração que contenha a confirmação ou a rejeição da hipótese levantada e que gerou a pesquisa.

O sétimo passo do Método Científico – Transmissão dos Resultados:
O artigo científico deverá ser publicado.

Ao prosseguirmos com a didática do Método Científico poderemos prosseguir a uma análise do tema “Origens” (Problema / Questão), por exemplo.

Observando (Observação / Pesquisa) o assunto tratado perceberemos duas principais linhas de pensamento que são opostas entre si, o Criacionismo e o Evolucionismo. Cada uma dessa possui suas pressuposições e afirmações. Então, é necessário observar as “bases” e as “colunas” de ambas, ou seja, pesquisar seus fundamentos.

Prosseguindo nessa análise, uma idéia geral irá surgir (Formulação de uma Hipótese), que trará uma suposição, pensamento, que oferecerá uma possível resposta para o problema. Vejamos apenas algumas das muitas hipóteses do Criacionismo e do Evolucionismo:

1.
PARA O CRIACIONISMO
Vida só surge a partir de vida (Biogênese).

PARA O EVOLUCIONISMO
A vida pode surgir a partir de um ser inanimado (Abiogênese).

2.
PARA O CRIACIONISMO
Todas as coisas estão em estado de desestruturação (Entropia).

PARA O EVOLUCIONISMO
Tudo parte de um estado menos organizado para um mais organizado.

3.
PARA O CRIACIONISMO
Todos os seres vivos vieram a existir com suas características definidas e espécies distintas.

PARA O EVOLUCIONISMO
Todos os seres vivos possuem um ancestral comum.

4.
PARA O CRIACIONISMO
O catastrofismo é uma realidade e grandes modificações podem ser feitas em curtos períodos de tempo.

PARA O EVOLUCIONISMO
O uniformitarianismo é o meio pelo qual entendemos o passado, isto é, as mudanças ocorridas se deram ao cabo de longos períodos de tempo, e nunca em curtos.

5.
PARA O CRIACIONISMO
O ser humano originou-se a partir de Adão (Monogenismo).

PARA O EVOLUCIONISMO
O ser humano originou-se a partir de espécies de símios ancestrais (Poligenismo).

Poderíamos prosseguir rumo ao próximo passo (Experiência), para estudarmos as hipóteses levantadas anteriormente. Por exemplo:

1.
PARA O CRIACIONISMO
Vida só surge a partir de vida (Biogênese).

PARA O EVOLUCIONISMO
A vida pode surgir a partir de um ser inanimado (Abiogênese).

A pressuposição evolucionista está baseada, em se tratando da origem da vida a partir de um suposto ser inanimado, no experimento de Oparin (Haldane, Miller, Fox). Que na verdade foi uma das maiores fraudes já publicadas pelos proponentes do evolucionismo. Para maiores informações veja: Consciência Cristã

Vejamos o que alguns cientistas renomados falaram acerca.

“Não há prova científica que a Terra alguma vez tenha tido uma atmosfera sem oxigênio como os Evolucionistas requerem. Rochas mais antigas da Terra contêm evidências de terem sido formadas em uma atmosfera com oxigênio. Evidências de oxigênio livre têm sido encontradas em rochas supostamente 300 milhões de anos mais velhas que as primeiras células vivas”
Harry Clemmey e Nick Badham, “Oxygen in the Precambrian Atmosphere: An Evaluation of the Geological Evidence”, p. 141 / “Smaller Planets Began with Oxidized Atmospheres”, New Scientist, Vol. 87, No. 1209, p. 112.
John Gribbin, “Carbon Dioxide, Ammonia – and Life,” New Scientist, Vol. 94, No. 1305, pp. 413-416

“(A teoria dos Proteinóides) atraiu a ira de muitos críticos veementes, variando do químico Stanley Miller… a criacionistas como Duane Gish. Talvez não haja nenhum outro ponto da teoria da origem da vida em que possamos encontrar tal harmonia entre evolucionistas e criacionistas, como na condenação da suposta importância dos experimentos de Sidney Fox”.
Robert Shapiro, Origins: A Skeptic Guide to the Creation of Life on Earth, pág. 192


“Considerando o modo como a sopa pré-biótica é referida em tantas discussões sobre a origem da vida como uma realidade já estabelecida, é de certo modo um choque perceber que não há absolutamente nenhuma evidência positiva de sua existência”

Michael Denton, Evolution: A Theory in Crisis, pág. 261


“Contamos esta história para os primeiranistas de Biologia como se ela representasse um triunfo da razão sobre o misticismo. Mas, de fato trata-se de quase justamente o oposto. O ponto de vista razoável seria crer na geração espontânea; a única alternativa seria crer no ato único, primário, da criação sobrenatural. Não existe uma terceira posição. Por este motivo, diversos cientistas há um século decidiram considerar a crença na geração espontânea como uma necessidade filosófica. Um sintoma da pobreza filosófica de nossa época é a desconsideração desta necessidade. A maioria dos biólogos modernos, tendo verificado com satisfação a queda da hipótese da geração espontânea, mas sem estarem dispostos a aceitar a crença alternativa na criação especial, ficou sem outra opção”
George Wald, “The Origin of Live”, Scientific American, vol. 191, 2, pg 46

Portanto, ao realizar-se pesquisa científica as evidências apontam para a constatação da afirmação criacionista de que a vida só pode surgir a partir de vida como sendo verdadeira, como já demonstrou Pasteur no ano de 1862.

2.
PARA O CRIACIONISMO
Todas as coisas estão em estado de desestruturação (Entropia).

PARA O EVOLUCIONISMO
Tudo parte de um estado menos organizado para um mais organizado.

Ora, realizando-se experimentos laboratoriais e práticos podemos observar claramente que a Segunda Lei da Termodinâmica oferece suporte para o Criacionismo, e não para o Evolucionismo.

3.
PARA O CRIACIONISMO
Todos os seres vivos vieram a existir com suas características definidas e espécies distintas.

PARA O EVOLUCIONISMO
Todos os seres vivos possuem um ancestral comum.

O Dr. George T. Neville afirma o seguinte:

“Pressuposta a origem evolutiva dos principais grupos de animais, e não como produto de uma criação especial, a ausência de absolutamente qualquer registro de um único membro de qualquer filo nas rochas pré-cambrianas permanece tão inexplicável, em bases ortodoxas, como o era para Darwin.”
(George, T. Neville, “Fossils in Evolutionary Perspective”, Science Progress Vol.48, p.5)

O Dr. Schützenberger declarou o seguinte:

“Há uma grande lacuna na teoria neodarwiniana da evolução, e acreditamos que ela deva ser de tal natureza que não possa ser conciliada com a concepção corrente da biologia”. (Schützenberger, M.P., “Algorithms and the Neo-Darwinian Theory of Evolution”, in Mathematical Challenges to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, org. P.S. Moorhead e M.M. Kaplan, Wistar Institute Press, Philadelphia, p. 75.)

O Dr. G. Sermont e R. Fondi no livro Dopo Darwin. Critica all’ evoluzionismo, afirmam nesse sentido que:

“é se constrangido a reconhecer que os fósseis não dão mostras de fenômeno evolutivo nenhum… Cada vez que se estuda uma categoria qualquer de organismos e se acompanha sua história paleontológica… acaba-se sempre, mais cedo ou mais tarde, por encontrar uma repentina interrupção exatamente no ponto onde segundo a hipótese evolucionista deveríamos ter a conexão genealógica com uma cepa progenitora mais primitiva. A partir do momento em que isso acontece, sempre e sistematicamente, este fato não pode ser interpretado como algo secundário, antes deve ser considerado como um fenômeno primordial da natureza.”

O professor Le Conte, da Universidade de Califórnia, nos EUA, opinou:

“A evidência que hoje possuímos, com base na geologia, é que as espécies animais vieram à existência subitamente e completamente perfeitas”.

O professor W. Branco, do Instituto de Paleontologia de Berlim, na Alemanha, disse:

“A paleontologia nada nos desvenda sobre o assunto. Desconhece quaisquer ancestrais do homem. Todas as provas, colhidas até o momento, mostram que o homem apareceu de imediato, como homem verdadeiro e completo.”

Portanto, ao realizar-se pesquisa científica as evidências apontam para a constatação da afirmação criacionista como sendo verdadeira.

4.
PARA O CRIACIONISMO
O catastrofismo é uma realidade e grandes modificações podem ser feitas em curtos períodos de tempo.

PARA O EVOLUCIONISMO
O uniformitarianismo é o meio pelo qual entendemos o passado, isto é, as mudanças ocorridas se deram ao cabo de longos períodos de tempo, e nunca em curtos.

O Dr. Ariel A. Roth (Ph.D. da Universidade de Michigan e ex-diretor do Geoscience Research Institute)diz o seguinte acerca do assunto:

“Podemos aprender algo da história das interpretações baseadas no catastrofismo ou no uniformitarianismo. Durantes milênios, as catástrofes foram aceitas; depois, por bem mais de um século, foram virtualmente eliminadas do pensamento científico; agora são bem-aceitas de novo. Isso ilustra como a ciência muda de opinião, e às vezes até aceita conceitos rejeitados.”(SCB.org)

O Dr. Henry Morris (PHD em Engenharia Hidráulica) disse o seguinte:

“É impossível não falarmos em catástrofes. Que elas existiram e continuarão a existir é algo além da contestação. A dificuldade encontra-se justamente na interpretação das proporções desses eventos.” (Dr. Henry Morris)

Portanto, a pesquisa científica não descarta a realidade da existência do uniformitarianismo, porém o catastrofismo é uma realidade que apresenta dados favoráveis ao criacionismo.

5.
PARA O CRIACIONISMO
O ser humano originou-se a partir de Adão (Monogenismo).

PARA O EVOLUCIONISMO
O ser humano originou-se a partir de espécies de símios ancestrais (Poligenismo).

O Dicionário Aurélio nos diz o seguinte acerca do assunto:

Monogenismo: Crença, hipótese ou teoria segundo a qual a humanidade constitui uma única espécie, descendente de um ancestral comum. [Como hipótese ou teoria científica, o monogenismo tornou-se largamente aceito a partir de meados do século XIX, em decorrência da aceitação da teoria darwiniana da evolução, sendo tb. um princípio hoje praticamente inquestionado da antropologia social e cultural.]

Vejamos um trecho da matéria de Octavio Rico em Quadrante Sociedade de Publicações Culturais:

“É bem sabido que quase todos os pesquisadores das nossas origens adotam posturas decididamente neodarwinistas, isto é, poligenistas. Segundo a hipótese poligenista, a humanidade atual seria descendente de uma população mais ou menos numerosa de indivíduos, e não de um casal inicial, como afirmam os defensores do monogenismo. Francisco Ayala, pesquisador da Universidade da Califórnia em Irvine, diz que “as mulheres das quais supostamente descendemos eram em número não inferior a mil e nem superior a cinco mil” (AYALA, F., “Polimorfismos genéticos y evolución de los seres humanos modernos”, Jornadas sobre “Evolución molecular humana”, Museo de la Ciencia de la Fundación “La Caixa” (Barcelona, 24-25 de abril, 2001)).

De qualquer forma, esses tipos de estimativas nada mais são do que suposições baseadas em cálculos estatísticos e em simulações em computadores, que talvez nada tenham a ver com o que realmente aconteceu. Tanto é assim, que muitos renomados poligenistas, entre os quais o próprio Ayala, admitem a possibilidade de um cenário diferente:

“Teoricamente é possível que uma espécie descenda de uma só fêmea gestante” (La Vanguardia, 7-V-2001).

O fato é que a Biologia atual considera possível a história de Adão e Eva (“o mito”, como se costuma dizer nos círculos poligenistas), isto é, a do casal que funda uma espécie. Isso na verdade já foi demonstrado em outras espécies. É o caso, por exemplo, das 600 variedades genéticas de moscas drosófilas atualmente existentes no Havaí, todas elas descendentes de uma única fêmea fecundada.”

Ora, realizando-se experimentos e pesquisas científicas que envolvem a antropologia pode-se constatar, cientificamente, a coerência e solidez da hipótese criacionista, pois na antropologia o Monogenismo é um ensino aceito, científico e explicável, diferentemente do poligenismo.

Prosseguindo para o próximo passo (Coleção e Análise de Resultados) constatar-se-á a corroboração do criacionismo, fazendo com que o que antes era chamado de “hipótese” passe a ser reputado como “teoria”.
A conclusão (Conclusão) a que se chega é que os fundamentos apresentados pelo criacionismo possuem bases sólidas na ciência, se tratando não de filosofia religiosa, mas de ciência real, apesar desse fato não agradar alguns defensores do pensamento evolucionista.
Com isso, podemos partir para a publicação de material científico (Transmissão dos Resultados), como já tem sido feito, e como tem sofrido um crescimento exponencial nos últimos anos, com o aumento do número de cientistas criacionistas, a exemplo de: Walter Bradley (Departamento de Engenharia Mecânica do Texas A&M), Paul Chien (Biólogo na Universidade de São Francisco), Michael Behe (Bioquímico e muito conhecido por causa de seu livro: A Caixa Preta de Darwin), Owen Gingerich (Astrônomo no Smithsonian e em Harvard), Fritz Schaefer (Químico Quântico na Universidade de Geórgia e várias vezes indicado ao Prêmio Nobel em Química), e Phil Johnson (Professor de Direito na Universidade da Califórnia, Berkeley) entre muitos outros.

Bem, o fato é que muitos cientistas têm aceito o criacionismo como científico, e a cada dia que se passa a quantidade de cientistas que têm abandonado o evolucionismo e aceito o Criacionismo em bases científicas se torna cada vez maior (Dissent from Darwin).
No referido site, até o dia 30 de outubro de 2008, a lista de cientistas já estava em 753 nomes de PHD’s espalhados pelo globo terrestre.

Uma Dissensão Científica do Darwinismo

“Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado.” (Dissent from Darwin)


Durante décadas recentes, novas evidências científicas de muitas disciplinas científicas como a cosmologia, física, biologia, da pesquisa de “inteligência artificial”, e de outras áreas fez com que os cientistas começassem a questionar o dogma central darwinista da seleção natural e a estudar com mais detalhes a evidência que a apóia.

Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apóia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.
Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e se levantam como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde quando o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas têm se manifestado corajosamente para assinarem seus nomes.

A lista está crescendo e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).

Os signatários da lista da Dissensão Científica do Darwinismo devem ter o grau de Ph. D. numa área científica como a biologia, química, matemática, engenharia, ciência da computação, ou uma das outras ciências naturais; ou devem ser médicos e atuarem como professor de medicina. Os signatários também devem concordar com a seguinte declaração: “Nós somos céticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da seleção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado.” Se você preenche estes requisitos, favor considerar a assinatura da declaração enviando por e-mail a seguinte informação para contact@Dissentfromdarwin.com

Fonte: Consciência Cristã

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Podem processos naturais explicar a origem da vida?


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