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Podem processos naturais explicar a origem da vida?
21/08/2010, 5:26 PM
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Você já viu o filme Missão Marte? Os astronautas descobrem que as “sementes da vida” foram plantadas na Terra há bilhões de anos atrás por uma raça alienígena que já viveu em Marte. Após um meteoro destruir a atmosfera de Marte, esses alienígenas partiram para colonizar um planeta distante, mas não sem antes deixarem DNA na Terra, onde começou o processo de evolução. Percebendo a possibilidade remota do início espontâneo da vida na Terra, alguns cientistas evolucionários, incluindo o co-descobridor da estrutura do DNA, Francis Crick, propuseram que a vida teve início na Terra a partir de material vindo do espaço. Porém, mover a origem para outro planeta não resolve o problema. Poderia a vida simples surgir na Terra ou em outro planeta? O que estaria envolvido em tal processo? Neste capítulo, nós examinaremos a origem da vida e veremos que apenas a Bíblia a explica: “No princípio criou Deus …” (Gênesis 1:1).

Quando consideramos como a vida começou, só existem duas opções. Ou a vida foi criada por uma fonte inteligente (Deus) ou ela começou por processos naturais. A percepção comum apresentada em muitos livros e na mídia é que a vida surgiu a partir da matéria sem vida numa poça de compostos químicos há cerca de 3.8 bilhões de anos. A alegação dos evolucionistas é que essa formação da vida foi o resultado de tempo, probabilidades e processos naturais. Um exemplo amplamente usado de como a vida pode ter se formado por procesos naturais é o experimento de Miller-urey, realizado no início dos anos de 1950. O objetivo de Miller não era criar vida, mas simular como as estruturas básicas da vida (aminoácidos) poderiam ter sido formadas na terra primitiva.
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No experimento, Miller tentou simular a atmosfera primitiva da terra usando certos gases, que ele pensava poderem produzir compostos orgânicos necessários à vida. Já que os gases que ele incluiu (água, metano, amônia e hidrogênio) não reagem uns com os outros sob condições naturais, ele gerou correntes elétricas para simular alguma forma de entrada de energia (como a iluminação) que seria necessária para produzir reações químicas. O resultado foi a produção de aminoácidos. Muitos livros promovem esse experimento como o primeiro passo na explicação de como a vida poderia ter se originado. Porém há mais nesse experimento do que é comumente representado nos livros.
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O resto da História – Alguns Pensamentos Críticos

Quando examinamos o propósito, assunções e resultados do experimento de Miller, há três questões de pensamento crítico que devem ser levantadas:

Qual a parcela do experimento foi deixada a processos aleatórios e quanto envolveu projeto inteligente?
Como Miller sabia como seria a atmosfera primitiva da terra (há bilhões de anos atrás)?
Miller produziu o tipo certo de aminoácido usado na vida?

O Método Usado

No experimento, Miller estava tentando ilustrar como os blocos construtores da vida (aminoácidos) poderiam ter sido formados por processos naturais. porém, durante todo o experimento Miller se baseou em anos de pesquisa inteligente em química. Ele propositalmente escolheu quais gases incluir e quais tirar. Depois, ele teve que isolar os compostos bioquímicos (aminoácidos) do ambiente em que foram criados pois esse os teria destruído. Nenhum sistema desse tipo teria existido na tão chamada Terra “primitiva”. Parece que Miller usou o projeto inteligente no experimento em vez de processos de chance.

Método utilizado no experimento.

Os Ingredientes Iniciais

Como Miller sabia como a atmosfera era há bilhões de anos atrás? Miller assumiu que a atmosfera inicial da Terra era bem diferente da atual. Ele baseou sua mistura inicial de compostos assumindo que a terra primitiva tinha uma atmosfera reduzida (uma atmosfera que não contivesse oxigênio livre). Por que Miller e muitos outros evolucionistas assumiram que não havia oxigênio livre na atmosfera inicial da terra? Como atestado abaixo, é fato conhecido que moléculas biológicas (especificamente ligações de aminoácidos) são destruídas na presença do oxigênio, tornando impossível a evolução da vida.

O oxigênio é um gás venenoso que oxida materiais orgânicos e inorgânicos numa superfície planetária; é realmente letal para organismos que não tenham desenvolvido proteção contra ele.(2)

[…] na atmosfera e nas vários bacias hidrográficas na terra primitiva, muitas interações destrutivas teriam tão amplamente diminuído, senão consumido completamente, os precursores químicos essenciais, a ponto que as taxas de evolução teriam sido insignificantes.(3)

Assim, a fim de evitar esse problema, os evolucionistas propuseram que a primeira atmosfera da Terra não continha qualquer oxigênio livre. Devemos nos perguntar, “Existe alguma evidência para suportar essa alegação, ou é baseada na assunção que a evolução tem de ser vedadeira?” Como é revelado, a existência de uma atmosfera reduzida é meramente um fato assumido que não é suportado pela evidência física. A evidência aponta para o fato que a Terra sempre teve oxigênio na atmosfera.

Não há prova científica de que a Terra alguma vez já possuiu uma atmosfera livre de oxigênio da maneira que os evolucionistas necessitam. As rochas mais antigas da Terra contêm evidência de terem sido formadas numa atmosfera com oxigênio.(4)

A única corrente na literatura recente é a sugestão de muito mais oxigênio na atmosfera inicial da terra do que qualquer um poderia ter imaginado.(5)

Caso permitíssemos a assunção dos evolucionistas de nenhum oxigênio na atmosfera original, outro problema fatal surge. Como o ozônio é feito de oxigênio, ele não existiria e os raios ultravioleta do sol destruiriam qualquer molécula biológica. Isso apresenta uma situação impossível de vitória para o modelo evolucionista. Se há oxigênio, a vida não poderia ter iniciado. Se não há oxigênio, a vida não poderia ter iniciado. Michael Denton cita:

O que temos é um tipo de situação paradoxal. Se não temos oxigênio temos compostos orgânicos, mas se não temos oxigênio nós não os temos da mesma forma. (6)

Visto que a vida não poderia ter sido originada na terra, alguns evolucionistas propuseram que a vida surgiu nos oceanos. O problema da vida iniciando nos oceanos, porém, é que à medida que as moléculas orgânicas seriam formadas, a água imediatamente as destruiria através de um processo chamado hidrólise. A hidrólise, que significa “divisão da água”, é a adição de uma molécula de água entre duas moléculas ligadas (dois aminoácidos neste caso), que causa sua divisão. Muitos cientistas notaram este problema.

Além de quebrar os polipeptídeos, a hidrólise destruiria muitos aminoácidos.(7)

Em geral as meias-vidas de tais polímeros em contato com a água são da ordem de dias ou meses – porções de tempo que certamente são geologicamente insignificantes.( 8 )

Além disso, a água tende a dividir cadeias de aminoácidos. Se alguma proteína tivesse sido formada nos oceanos há 3.5 bilhões de anos atrás, ela seria rapidamente desintegrada.( 9 )

Cientificamente, não há solução conhecida para como a vida pôde ter evoluído quimicamente na Terra.

Por Outro Lado …

Pelo fato da evidência científica contradizer a origem da vida através de processos naturais, Miller recorreu a condições iniciais não realísticas para desenvolver aminoácidos em seu experimento (nenhum oxigênio e entrada excessiva de energia). Porém, existe mais para essa história. Produzir aminoácidos não é a parte mais difícil. A parte mais difícil é conseguir o tipo e organização corretos de aminoácidos. Existem mais de 2.000 tipos de aminoácidos, porém apenas 20 são usados na vida. Além disso, os átomos que formam cada aminoácido são montados em duas formas básicas. Eles são conhecidas como simétricos a esquerda (left-handed) e simtéricos à direita (right-handed). Compare-as com as mãos humanas. Cada mão tem os mesmos componentes (quatro dedos e um polegar), mesmo assim são diferentes. O dedão de uma mão está na esquerda e o dedão da outra mão está na direita. Elas são imagens espelhadas uma da outra. Como nossas mãos, os aminoácidos existem em duas formas. Eles são compostos dos mesmos átomos (componentes) mas são imagens espelhadas um do outro, chamados aminoácidos simétricos a direita e aminoácidos simétricos a esquerda. Objetos que tem simetria são ditos como sendo quirais, que vem do grego para “mão”.

Aminoácidos (direito e esquerdo)

A simetria é um conceito importante pois todos os aminoáciods que formam as proteínas nos seres vivos são 100% simétricos à esquerda. Aminoácidos simétricos à direita nunca foram achados em proteínas. Se uma proteína fosse montada com apenas um aminoácido de simetria direita, a função da proteína estaria totalmente perdida. Como um químico Ph.D. disse,

Muitos dos compostos químicos da vida vêm em duas formas, simétricos à esquerda e à direita. A vida requer polímeros com todos os blocos construtores tendo a mesma simetria, (homoquiralidade) – proteínas têm apenas aminoácidos esquerdos […] .
Mas a química indireta comum, como é o caso da sopa primária hipotética, produziria misturas iguais de moléculas esquerdas e direitas, chamadas racêmicas (racemates).(10)

Um livro básico de química admite,

Este é um fato complicadíssimo […]. Todas as proteínas que foram investigadas, obtidas de animais e de plantas , de organismos desenvolvidos e de organismos muito simples – bactérias, fungos, até mesmo vírus – são encontradas sendo feitas de aminoácidos com simetria esquerda. (11)

A percepção comum deixada por muitos livros e jornais é que Miller e outros cientistas foram bem-sucedidos na produção de aminoácidos necessários para a vida. Porém, os livros e a mídia não mencionam que eles na verdade produziram uma mistura de aminoácidos com simetria esquerda e direita, que é prejudicial à vida. A tendência natural é que aminoácidos esquerdos e direitos se juntem. Os cientistas ainda não sabem porque as proteínas biológicas usam apenas aminoácidos esquerdos.

A razão dessa escolha [apenas aminoácidos esquerdos] é ainda um mistério, e um assunto de constante disputa. (12)

Jonathan Wells, um biólogo evolucionista, escreve,

Assim permanecemos profundamente ignorantes sobre como a vida se originou. O experimento de Miller-Urey ainda continua a ser usado como um ícone da evolução, pois nada melhor surgiu. Ao invés de ser dita a verdade, nós damos a enganosa impressão que cientistas demonstraram empiricamente o primeiro passo na origem da vida.(13)

Apesar do fato que o experimento de Miller não obteve sucesso em criar os blocos construtores da vida (apenas aminoácidos esquerdos), os livros continuam a promover a idéia que a vida poderia ter sido originada por processos naturais. Por exemplo, a seguinte declaração de um livro de biologia engana os alunos a pensarem que Miller obteve sucesso:

Através da recriação da atmosfera inicial (amônia, água, hidrogênio e metano) e passando uma faísca elétrica através da mistura, Miller e Urey provaram que a matéria orgânica tal como aminoácidos poderia ter sido formada espontaneamente.(14)

primeiro, perceba a palavra “provaram”. Miller e Urey não provaram nada exceto que os compostos formadores da vida não poderiam se formar em tais condições. Segundo, o livro ignora completamente outra evidência, que mostra que a atmosfera sempre conteve oxigênio. Terceiro, o livro ignora o fato que Miller conseguiu o tipo errado de aminoácidos – uma mistura de aminoácidos direitos e esquerdos.

O experimento de Miller (e todos os experimentos desde então) falhou em produzir mesmo uma única proteína biológica por processos puramente naturalistas. Apenas Deus poderia ter iniciado a vida.

Informação

Outro componente importante da vida é a informação. O fator comum em todos os organismos vivos é a informação contida em suas células. Onde e como toda essa informação codificada surgiu? As proteínas são espantosamente versáteis e carregam em si muitas funções bioquímicas, mas elas são incapazes de montarem-se a si mesmas sem a ajuda do DNA. A função do DNA é guardar informação e passá-la (transcrever) para o RNA, enquanto a função do RNA é ler, decodificar e usar a informação recebida do DNA para fazer proteínas. Cada um dos milhares de genes na molécula de DNA contém instruções necessárias para produzir proteínas específicas que, por sua vez, são necessárias para funções biológicas específicas.

Qualquer hipótese ou modelo que se proponha a explicar como toda a vida evoluiu de compostos químicos sem vida numa célula complexa consistindo de grandes quantidades de informação também tem que explicar a fonte da informação e como essa informação foi codificada dentro do genoma. Todas as explicações evolucionárias não são capazes de responder essa questão. Dr. Werner Gitt, ex-professor de física de diretor de processamento de informação no Instituto de Física e tecnologia em Braunschweig, Alemanha, e Dr. Lee Spetner ambos concordam que a informação não pode surgir por processos naturalísticos:

Não há lei conhecida da natureza, nenhum processo conhecido e nenhuma seqüência de eventos conhecida que possam causar informação originando-se por si mesma na matéria.(15)

Nem sequer uma mutação foi observada que adicione um pouco de informação ao genoma. Isto certamente mostra que não existem as milhões e milhões de mutações potenciais que a teoria [da evolução] requer.(16)

O código do DNA dentro das células de todas as plantas e animais é amplamente mais compacta que qualquer chip de computador já feito. O DNA é tão compacto que um chip de DNA de uma polegada quadrada (cerca de 6,5 cm2) poderia codificar a informação de mais de 7 bilhões de Bíblias. Sendo que a densidade e complexidade do código genético é milhões de vezes maior que a tecnologia presente dos seres humanos, podemos concluir que quem originou a informação deve ter uma inteligência suprema.

Dois biólogos escreveram,

O DNA é informação codificada […]. A conclusão esmagadora é que a informação não pode surgir espontaneamente por processos mecânicos. Inteligência é uma necessidade na origem de qualquer código informacional, incluindo o código genético, não importa quanto tempo seja dado.(17)

Deus, em Sua Palavra, nos diz que a criação é uma testemunha Dele mesmo e que não temos uma desculpa para não acreditarmos (Romanos 1:19-20). O fato que a informação codificada no DNA realmente precisar vir de uma fonte infinita de informação testifica um Criador. E, como vimos acima, o único meio conhecido para juntar aminoácidos esquerdos é através de projeto proposital. Desde que nenhum homem esteve presente para montar a primeira célula-viva, é um testemunho adicional para um Deus Criador e Onisciente.

Dado tempo suficiente …

O cientista ganhador do prêmio Nobel George Wald escreveu,

Apesar de improvável nós consideramos que este evento [evolução], ou qualquer dos passos que involva, dado tempo suficiente, acontecerá quase certamente pelo menos uma vez […]. O tempo é o herói da trama […] . Dado muitíssimo tempo, o impossível torna-se possível, o possível torna-se provável e o provável torna-se virtualmente certo. Têm-se apenas que esperar; o tempo por si só executa milagres.( 18 )

No caso da formação da proteína, o enunciado “dado tempo suficiente” não é válido. Quando olhamos para as probabilidades matemáticas de mesmo uma pequena proteína (100 aminoácidos) se montar por processos aleatórios, isso está além de qualquer coisa que já tenha sido observada.

Qual é a probabilidade de conseguirmos uma pequena proteína de 100 aminoácidos esquerdos? (Uma proteína média tem ao menos 300 aminoácidos em si – todas de simetria esquerda). Para montar apenas 100 aminoácidos esquerdos (muito menor que uma proteína média) seria a mesma possibilidade de conseguir 100 caras consecutivas ao jogar uma moeda. Para conseguirmos 100 caras consecutivas temos que lançar a moeda 10 elevado a 30 vezes (isto é 10X10X10X10X10 … , 30 vezes). Esta é uma improbabilidade desconcertante, que não haveria tempo suficiente em toda a história do universo (mesmo de acordo com a escala de tempo evolucionária) para acontecer.

A habilidade de estruturas complexas se formarem por processos naturalísticos é essencial para o funcionamento do modelo evolucionário. Porém, a complexidade da vida parece impedir que isso aconteça. De acordo com as leis da probabilidade, se a chance de um evento ocorrer for menor que 1 em 10 elevado a 50, então o evento nunca ocorrerá (isso é igual a dividir 1 por 10 elevado a 50 e é um número muito pequeno).(19)

O que os cientistas calcularam como a probabilidade da ocorrência natural de uma proteína de tamanho médio? Walter Bradley, Ph.D. em ciência dos materiais e Charles Thaxton, Ph.D. químico,(5) calcularam que a probabilidade de aminoácidos formarem uma proteína é

4,9 X 10 elevado a 191

Isto é bem além das leis da probabilidade (1 X 10 elevado a 50), e uma proteína não chega nem perto de se tornar uma célula viva. Sir Fred Hoyle, Ph.D. em astronomia e Chandra Wickramasinghe, professor de matemática aplicada e astronomia, calcularam que a probabilidade de conseguirmos uma célula por processos naturalísticos é

1 X 10 elevado a 40.000

Não importa quão grande seja o ambiente considerado, a vida não pode ter tido um início aleatório […]. Existem cerca de 2000 enzimas, e a chance de obtê-las todas numa tentativa aleatória é apenas uma parte em 10 elevado a 40000, uma probabilidade impressionantemente pequena que não seria possível mesmo que todo o universo consistisse de sopa orgânica.(20)

Conclusão

Como vimos, a evidência científica confirma que “No início, criou Deus […] “. A vida não pode vir da não-vida; apenas Deus pode criar a vida. A verdadeira ciência e a Bíblia sempre concordarão. Na biologia, astronomia, geologia ou qualquer outro campo de estudo, podemos confiar na Palavra de Deus como precisa quando trata sobre tais assuntos. Levantemo-nos pela verdade de Gênesis e tomemos de volta nossa cultura.

Fonte: Answers in Genesis

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Referências

1. Os blocos básicos de construção de todo sistema vivo são as proteínas, que consistem de apenas 20 diferentes tipos de aminoácidos. O número médio de aminoácidos numa proteína biológica é maior que 300. Tais aminoácidos necessitam estar arranjados numa seqüência bem específica para cada proteína.

2. Ward, P., and Brownlee, D., Rare Earth, p. 245, 2000. Back

3. Thaxton, C., Bradley, W., and Olsen, R., The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories, p. 66, 1984. 4. Clemmey, H., and Badham, N., Oxygen in the atmosphere: an evaluation of the geological evidence, Geology 10:141, 1982.

5. Thaxton, C., Bradley, W., and Olsen, R., The Mystery of Life’s Origin, p. 80, 1992. Back (1) Back (2)

6. Denton, M., Evolution: A Theory in Crisis, p. 261, 1985.

7. Encyclopedia of Science and Technology, Vol. 1, pp. 411-412, 1982.

8. Dose, K., The Origin of Life and Evolutionary Biochemistry, p. 69, 1974.

9. Morris, R., The Big Questions, p. 167, 2002.

10. Sarfati, J., In Six Days, p. 82, 2000.

11. Pauling, L., General Chemistry, Third Edition, p. 774, 1970.

12. Shapiro, R., Origins, p. 86, 1986.

13. Wells, J., Icons of Evolution, p. 24, 2000.

14. Miller, K., and Levine, J., Biology, 2000.

15. Gitt, W., In the Beginning Was Information, p. 107, 1997.

16. Spetner, L., Not by Chance, p. 160, 1997.

17. Lester, L., and Bohlin, R., The Natural Limits to Biological Change, p. 157, 1989.

18.Wald, G., The origin of life, Scientific American 191:45, August 1954.

19. O especialista em probabilidades Emile Borel escreveu, “Eventos cuja probabilidade são extremamente pequenas nunca ocorrem […] . Nós somos levados a definir em 1 a quinqüagésima potência o valor de probabilidades insignificantes
em escala cósmica.” (Borel, E., Probabilities and Life, p. 28, 1962).

20. Hoyle, F., and Wickramasinghe, C., Evolution from Space, p. 176, 1984. Back


1 Comentário so far
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gostei muito do site parabéns em dividir seus conhecimentos e pesquisas .

Comentário por janaina




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