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Dilúvio: Local ou Global?
16/08/2010, 5:20 AM
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Apenas 8 pessoas se salvaram do grande Dilúvio.

O Dilúvio Bíblico é criticamente importante para a questão da idade da terra. Durante mais de dezoito séculos todos os cristãos acreditavam e se apoiavam em Genesis para recontar um dilúvio universal que cobriu completamente todo planeta, não deixando terra seca em qualquer lugar na altura do evento. No entanto, durante os últimos 200 anos muitos cristãos têm sido influenciados pelas idéias seculares (naturalistas / evolucionistas), e começaram a  abandonaram a hermenêutica clara das Escrituras Sagradas para a crença de que “o dilúvio foi local” e abrangeu apenas o vale da Mesopotâmia dos rios Tigre e Eufrates (a área do Iraque moderno ).

Mas tal visão não pode ficar sob a análise cuidadosa de Gênesis 6-9. Veja um pequeno ressumo deste evento catastrófico. Considere estes pontos.

A profundidade das águas do Dilúvio

Um dos argumentos mais importantes da Bíblia para um dilúvio universal é a declaração de Gênesis 7:19-20, que diz: “E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo céu, foram cobertos. Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos .”

Sera que o Dilúvio foi local? Creio que não!

Você não precisa ser um cientista profissional para entender as implicações destas declarações bíblicas. Se as montanhas mais altas foram cobertas com água, é evidente que o dilúvio foi global (extensão geográfica), como bem sabemos; a água procura  e com muita rapidez o seu nível sem limites.

A frase “Quinze côvados acima prevaleceram as águas” não significa que o Dilúvio foi apenas 15 côvados de profundidade, a frase é qualificada por aquele que segue imediatamente: “e os montes foram cobertos.”

Em Gênesis 6:15 nos diz que a altura da Arca era de 30 côvados, muitos concordam que a expressão “quinze côvados” em Gen. 7:20 refere-se a profundidade em que a Arca ficou submersa na água (devido ao peso das madeiras, tripulantes, alimentos e etc.). Essas informações nos levam a crer em um Dilúvio universal. O verso 20 nos diz que o Dilúvio “prevaleceu” sobre os topos das montanhas mais altas a uma profundidade de pelo menos 15 côvados. Se o dilúvio não cobriu as montanhas, a Arca não poderia ter flutuado sobre os montes durante os cinco meses em que as águas “prevaleceu” sobre a terra.

A duração da inundação

A segunda evidência da dimensão global do dilúvio é a sua duração. Um estudo cuidadoso dos dados bíblicos revela o fato de que o Dilúvio durou 371 dias (mais de um ano). O que nos apontam para um Dilúvio Universal e não local.

A arca flutuou durante meses sobre o vasto oceano (dilúvio) que encobriu o planeta.

Nossa imaginação realmente abala com o pensamento de uma inundação tão gigantesca como a submergir as mais altas montanhas da Terra dentro de um período de seis semanas e depois continuar prevalecendo sobre as montanhas por mais dezesseis semanas adicionais, durante o qual os únicos sobreviventes foram a família de Noé (8 pessoas) sobre o vasto oceano sem limites!. Mas se o conceito bíblico de um dilúvio que cobre o topo das montanhas por dezesseis semanas consecutivas é difícil de conciliar com a teoria de uma inundação local; o que estamos a dizer do fato de que Gênesis relata que, foram necessárias (31) trinta e uma semanas para as águas diminuir o suficiente, para que Noé pudesse desembarcar com segurança, em algum lugar nas montanhas de Ararate?

Além disso, não foram apenas os montes de Ararate (onde a Arca repousou), que foi avistado “no décimo mês, no primeiro dia do mês”. As Escrituras nos informam que nesse dia “apareceram os cumes dos montes”, esta no plural = vários montes.

A duração da inundação em sua grande escala, bem como no seu vigor, obriga-nos a pensar em um dilúvio global, não apenas uma catástrofe local.

A necessidade de Arca

Baseado no cálculo do "menor" côvado as suas dimensões seriam 137 m de comprimento, 25 m de largura, 15 m de altura.

Outra indicação de que o Dilúvio foi universal é a necessidade da Arca. Deus disse a Noé para construir uma Arca “para conservar em vida sua espécie sobre a face de toda a terra” (Gênesis 7:3). Todo o processo de construção de uma enorme Arca envolveria, sem dúvida, muitos anos de planejamento e trabalho. Será que seria necessário tanto trabalho para simplesmente escapar de uma inundação local?. No mínimo deveria ser descrita como tola e desnecessária. Deus poderia ter dito a Noé para ir de férias para a Europa ou África. E ao invés de enviar os animais para a Arca, Deus poderia ter enviado os animais e aves para fora da zona de inundação antes que as águas atingiram seu ponto mais alto. E então a área poderia ter sido repovoada por criaturas poupadas fora da zona de inundação. Mas em um dilúvio global, não haveria sobreviventes entre os animais terrestres e aves. Nesse caso a Arca era essencial para garantir a sobrevivência das espécies.

O uso de termos Universais

Considere também o uso repetitivo de termos universais. Varias vezes são utilizados os termos universais como todos”, “cada”. Exemplo: “E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos”…”Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu” (Gênesis 7:19 e 22). Embora alguns desses termos fossem periodicamente usados no Velho Testamento em um número limitado e inferior global ou universal, é sempre o contexto que indica isso. Em Gênesis 6-9, o contexto claramente não limita o significado destes termos universais. Seu uso repetitivo é enfático, este foi um Dilúvio global.

Arco-íris – Aliança de Deus

O arco-íris é um sinal da promessa de Deus de nunca mais destruir a Terra com um dilúvio.

Uma prova final da extensão universal do dilúvio é a Aliança do Arco-Íris em Gênesis 9:8-17. Esta promessa divina não foi feita só para Noé e seus filhos, mas para suas famílias e todos os seus descendentes, para os animais e pássaros e todos os seus descendentes e para a própria Terra.

Deus não precisaria ter sido mais claro em Gênesis. Este sem sombra de duvidas foi um único e suficiente Dilúvio Universal “global” catastrófico, um ato de julgamento divino contra um mundo pecaminoso.

A Bíblia nos mostra em outras passagens que o dilúvio foi universal. E que não poderia ter sido apneas local.

Jesus usou o dilúvio como um exemplo do julgamento universal (Mateus 24:37-38). Pedro confirma que apenas oito pessoas foram salvas (II Pedro 2:5).

Disse Jesus em Mateus 24:37-39, um aviso do julgamento vindouro quando Ele voltar.

“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.” (Mat. 24:37-39)


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