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Ardipithecus ramidus: “Ardi” não é ancestral do homem.
07/08/2010, 5:36 AM
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Desenho simula a aparência de Ardi, fóssil achado na Etiópia. (Science)

Em setembro de 2009, a revista  Science dedicou um número especial de Ardipithecus ramidus. Popularmente conhecido como “Ardi”, o fóssil foi caracterizado pelos pesquisadores Tim White e C. Owen Lovejoy como um substituto para Lucy como ancestral direto da humanidade.

Mas como já era de se esperar, o suposto ancestral do homem “ARDI” – um fóssil de 4,4 milhões de anos, não é ancestral do homem. É apenas um símio (MACACA).
Duas matérias técnicas foram publicadas na revista SCIENCE [1] [2], em 28 de Maio de 2010. Em destaque afirma que Ardipithecus ramidus é mais parecido com macaco do que humano.

A fêmea primata 4,4 milhões de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Ganhou destaque em 2009 quando era considerada a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano). O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro de 2009. Observadores apontaram como descoberta científica “revolucionária” do ano (2009).

Depois de tantos holofotes, o fóssil vem agora despertando críticas de estudiosos que contestam as alegações de que a espécie teria vivido em bosques densos e não em planícies gramadas.

A equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA) argumentava dizendo  que – Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem.

Em resposta – Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey disse: “Besteira”“O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea.” declarou à Folha.

Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.

Sarmiento aponta que White e companhia teriam “ERRADO FEIO NA INTERPRETAÇÃO” dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos.

O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.

Sarmiento aposta que a “mania” de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou “apenas” um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.

Sarmiento, também contestou a identificação do Ar. Ramidus como hominídeo – uma espécie da linhagem humana que surgiu de um ancestral comum com o ramo evolutivo que conduziu aos modernos chimpanzés.

“Mas não existe sustentação suficiente para essa alegação”, afirmou Sarmiento, em artigo para a revista Science. Ele mencionou os aspectos primitivos do esqueleto do Ardi e estudos moleculares anatômicos que, de acordo com a sua interpretação, sugeriam que o Ar. ramidus “antedata a divergência entre seres humanos e macacos africanos”.

Richard Klein, antropólogo da Universidade Stanford, disse: “francamente não creio que o Ardi fosse hominídeo, ou bípede”.

“Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo, coisa para a qual não há base nenhuma”, diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).

“Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar o A. ramidus como hominídeo.”

“Sarmiento argumentou corretamente em vários pontos. Por exemplo, várias comparações recentes do genoma do homem e de primatas mostraram que o ancestral comum de chimpanzés e humanos viveu em torno de 4 milhões de anos atrás.” John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison.

“Ardi e outros supostos hominídeos, portanto, seriam velhos demais para serem ancestrais do homem. Muitos paleontólogos preferem ignorar os dados genéticos, mas não acho que seja tão simples assim.”

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Comentário:

Por Daniel F. Zordan

Mais uma vez os evolucionistas tropeçaram em suas conclusões precipitadas. Quem não se lembra das grandes fraudes como:

1 – Homem de Piltdown (Foi descartado 41 anos depois da descoberta).

2 – Homem de Nebraska (Ficou 40 anos exposto no museu – caiu após descobrirem que era apenas um DENTE DE PORCO),

3 – Ramapithecus (Demorou 50 anos para cair)

Esses são apenas alguns dos muitos (supostos) fósseis de transição que apareceram e sumiram como uma névoa. Diferente do século passado – agora os fósseis estão sendo analisados com mais precisão e rapidez – ao invés de anos, agora estão caindo em tempos mais curtos (meses), como esses: O fóssil “Ida”capotou em menos de seis meses, e agora “Ardi” em menos de nove meses.

Que credibilidade tem um evolucionista? Eles sempre estão forçando a barra, criando marketing em cima de qualquer fóssil – tentam transformar os mesmos em “elos perdidos” no intuito de escrever seu nome na história e provar à fantástica ficção cientifica “evolução das espécies”.

O próprio White reconheceu, “Era inevitável que o trabalho resultasse em certo conflito de opiniões”, disse. “Desse ponto de vista, portanto, é algo que temos de ver como parte normal da ciência”.

O problema não é a ciência. Mas os cientistas que tentam ver aquilo que não existe.

Porque não aceitar de vez que Deus é o Criador? Que pela sua palavra tudo se formou. Não houve evolução de espécies –  não foi um mero acidente do “acaso” que tudo apareceu – a vida não precisou de bilhões, milhões de anos para chegar a essa magnífica complexidade.

“Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.” Heb. 11:3

“Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu.” Sl. 33:9


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